
Em José, de Carlos Drummond de Andrade (1902-1987), um dos livros pedidos pelo vestibular da Universidade Federal do Acre, a linguagem poética revela um nome bíblico dessacralizado pela sua condição social de boi no campo-cidade (segunda poesia).
Oposto ao sagrado, o eu na poesia Boi não se encontra em comunhão com os outros. Os bois são incomunicáveis. No campo-cidade, não há transcedência, porque nem uma tempestade de amor cai (terceira estrofe, quarto verso).
Oposto ao sagrado, o eu na poesia Boi não se encontra em comunhão com os outros. Os bois são incomunicáveis. No campo-cidade, não há transcedência, porque nem uma tempestade de amor cai (terceira estrofe, quarto verso).