
Há anos na Fundação Garibaldi Brasil, Marcos Vinícius, carioca formado em História que acredita que revolução é conflito bélico entre dois países, também acredita que Carnaval é o que ele diz.
Quando vai à tevê, só fala em organização, porém nunca disse sobre a importância simbólica dessa festa popular.
Marcos organiza a escolha de Momo, entretanto ignora o que seja a história simbólica desse rei. Como presidente da Fundação Garibaldi, sua função deveria ser nobre quando o período carnavalesco chega. Deveria.
Como porta-voz da cultura popular, sua boca não se abre na TV Aldeia para colocar na devida ordem os significados das palavras que pertencem ao reino de Momo. O problema é que a TV Aldeia não sabe, como emissora de cultura, falar do Carnaval, muito menos Marcos.
É como eu digo: em dias de Momo, o presidente da Fundação Cultural Garibaldi Brasil deveria fazer um retiro espiritual ou então fazer isto: calar a boca.
É como eu digo: em dias de Momo, o presidente da Fundação Cultural Garibaldi Brasil deveria fazer um retiro espiritual ou então fazer isto: calar a boca.