sábado, junho 21, 2008

Fuso horário do senador

Por uma questão comercial - e não revolucionária -, tudo bem, mudem o fuso horário, mas bem que a mudança poderia ocorrer às 16 horas, quando todos estivessem no trabalho.

Hoje, segunda-feira, o frentista de um posto de gasolina, às 16 horas, adiantaria o relógio em uma hora, ou seja, sairia mais cedo. "Patrão, adientei em uma hora, são cinco horas, tchau."

Mas, na hora do sono do trabalhador, a lei do senador pede para adiantar em uma hora à noite, diminuindo o tempo de dormir.

Por que não colocou na lei para adiantar quando todos estivessm trabalhando às 16 horas?

Conselho de Turma

Na gestão da professora Osmarina, temos a chance do Conselho de Turma funcionar. Apresentei a seguinte proposta:

1. A Coordenação de Ensino precisa definir e monitorar uma pauta mínima;
2. nessa pauta mínima, por exemplo, processo de avaliação; e
3. o conselheiro pode ser o padrinho ou madrinha de turma.

Em escola pública, precisa haver uma administração que saiba obter ótimos resultados.

Conselho Escolar e outras coisas

1
Na escola estadual Heloísa Mourão Marques, comenta-se que o Conselho Escolar, por causa de alguns, promove tão-somente o desejo de obstruir a gestão da professora Osmarina. Hoje, em uma reunião do corpo docente, uma professora apresentou ótima idéia.

O conselho só se reúne à noite. Para ela, reuniões devem ocorrer no turno da manhã, da tarde e da noite. Em um mês, à tarde. Em outro, à noite. Em outro, no turno da manhã. Os professores concordaram e assinarão um documento para ser levado ao conselho. Caso o conselho se recuse, legislando em causa própria, o corpo docente irá bater de frente.

Eu aldorei a idéia. Como não posso ir à noite, poderei ir pela manhã ou à tarde. Irei para filmar os conselheiros que apresentam "ótimas idéias" à escola pública para, em um segundo momento, publicar tais idéias neste blog.

Em casa, alunos poderão assistir a uma reunião do conselho. Eu aldoro a democracia.

2
Pouco comparece, mas, quando vai, não fica até o final da reunião. Quando ocorre reunião em um sábado, compensa o dia de sua "folga" na semana. Na verdade, não é folga, é dia de planejamento, mas isso não ocorre na semana.

A lista de presença deveria ter sido passada no final. Quando passa no começo da reunião, aquele professor aproveita e vai logo embora. Some.

sexta-feira, junho 20, 2008

EscOlaS

Só 2 entre 5.530 cidades brasileiras têm 8ª série
com nível de país desenvolvido, segundo MEC

Bruno Aragaki
Em São Paulo

Em todo Brasil, só duas cidades gaúchas têm ensino de oitava série com nível equivalente ao de países desenvolvidos: Imigrantes e Três Arroios, cidades com população de 3 mil habitantes.

É o que mostrou a tabulação por municípios do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) 2007, divulgada nesta sexta-feira (20).

No restante dos 5.530 municípios com oitava séries avaliadas pelo MEC (Ministério da Educação), o desempenho das escolas públicas ficou abaixo de 6 numa escala de 0 a 10.

Para construir o indicador, o ministério leva em conta o desempenho dos alunos em testes de português e matemática e o percentual de aprovação. Quanto mais altas as notas dos alunos e quanto mais alunos "passam" de ano, maior o Ideb do município.

Segundo o MEC, o mesmo indicador aplicado aos países desenvolvidos daria uma média 6 - que é a meta para todo o país em 2022.Sem "misturar" as notas dos alunos das escolas federais, estaduais e municipais, aparecem 13 redes com média superior a 6 - nove delas são federais.É o caso das capitais Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Fortaleza (CE), Salvador (BA) e Recife (PE), que têm médias que ultprassam 7 se analisadas apenas as escolas federais.As médias das escolas estaduais e municipais nesses municípios, no entanto, trazem o Ideb dessas capitais "para baixo".

Quarta série

A situação é um pouco "menos pior" nas quartas séries. Dos 5.493 municípios com escolas públicas avaliadas pelo Ideb para essa série, 48 chegaram ao patamar estimado pelo MEC para todo o país em 2021.

Desses, 30 estão no interior de São Paulo, quatro em Santa Catarina, cinco no Paraná, seis no Rio Grande do Sul e três em Minas Gerais.

Segundo os dados do MEC, em nenhuma capital do país as escolas públicas atingem médias de países desenvolvido.

quinta-feira, junho 19, 2008

Uma mãe

Hoje, depois de algum tempo, a mãe de um aluno compareceu à escola. Seu filho é indiferente às aulas e se comporta de forma nociva para a sua própria idade. É abusado, não respeita, pensa que sabe tudo. Professores reclamam de seu comportamento de 15 anos.

Muito humilde, seu rosto aparentava ter sido muito humilhado pela vida. Suas declarações me comoveram. Ela trabalha como voluntária de uma creche e, dessa maneira, passando o dia todo fora de casa, seu filho não fica em casa. O pai trabalha.

Na rua, o rapaz encarnou posturas de grupos. O meneio do corpo e o trejeito da fala encarnam uma ginga urbana. Não estuda. Nem leva caderno à escola. Não tá nem aí.

Alguns burocratas do ar-condicionado acreditam que escola realiza milagre, bastando que o professor lecione de forma prazerosa. Burocratas pedagógicos não gostam da sala de aula, porque não existe ar-condicionado.

Na creche, a mãe recebe alimento para levar para casa. A renda familiar não chega a R$ 500. A mãe decidiu colocar o filho no turno da noite para estudar com ela. De dia, ele irá trabalhar.

Às vezes, para certos alunos, só a vida educa. A pretensão fútil, o atrevimento tolo, sabemos, irão cair com a força da vida, do tempo. Não adianta falar muito, não adianta aula prazerosa do professor, porque será a vida que educará com seus limites, com suas dores, com suas decepções.

Colegas de profissão, alguns, generalizam, dizem que "os alunos não querem nada". Se eu fosse médico, deveria curar meus pacientes em um hospital. Somos médicos da alma e sempre devemos dar o melhor - e é pouco - de nós para transformar.

Essa, a profissão escolhida. Entrar em sala com vida, dizer bom dia a todos, ser educado, rígido, amoroso, bater de frente com as palavras, fazer cara feia, brincar com eles em uma gincana, mostrar paixão, criticá-los, criticar-se, colocar ordem, teatralizar as aulas, provocar risos. Ser exemplo para seus alunos, ser uma referência quando não houver referência.

Sabemos que a morte virá, mas, até lá, antes que o tempo nos consuma, lutar para edificar o melhor, por exemplo, em sala de aula.

Sobre uma Faculdade de Jornalismo

Enviaram esta mensagem a este blog.
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O curso de Comunicação Social-Jornalismo, da Universidade Federal do Acre, tem seus problemas como todos os cursos da instituição. Nós, acadêmicos, entretanto, temos o dever de apontar soluções, fazer observações, buscar melhoria.

O curso precisa dar um enfoque especial ao estudo da LÍNGUA. A maioria dos acadêmicos são deficientes, e EU ME INCLUO.

É trabalhada a parte humanística do jornalista, todavia, não é tratada a parte da escrita. O curso disponibiliza, apenas, de duas disciplinas da área das Letras: Língua Portuguesa 1 e 2. E sem falar que é pouca trabalhada a questão redacional.

Andando um pouco no curso, percebemos a presença da disciplina Redação Jornalística, que também não tem uma seqüência no período posterior, quebrando a linha de raciocínio do aluno.

Importante destacar é que os professores buscam dar o melhor de si, entretanto a instituição não faz sua parte. Acredito que a grade precisaria ser avaliada. As aulas de laboratórios necessitariam de monitores para ajudar o trabalho dos professores. Um curso com quatro turmas e apenas um monitor.

O curso de Comunicação Social, na minha visão, deveria ser integral assim como as engenharias.
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Por causa disso, recém-formados, quando entram no mercado de trabalho, escrevem muito mal, raríssimos os que escrevem bem, raríssimos.

Não sabem usar as vírgulas, não têm referência bibliográfica, não seguem alguns princípios básicos de um bom manual, além de outras coisinhas.

quarta-feira, junho 18, 2008

Sexo & maldade

"Garotos maus" fazem mais sucesso
com as mulheres, sugerem estudos

DO UOL

Os rapazes "do bem" provavelmente já sabiam disto: "garotos maus" têm mais sucesso com as garotas. A conclusão é de dois estudos divulgados nesta quarta-feira na revista "New Scientist" e pode explicar por que comportamentos anti-sociais persistem, apesar do custo que representam à sociedade.

As características mencionadas nos estudos são o narcisismo, a impulsividade, a insensibilidade e a atração por situações de perigo. Esses indivíduos também costumam enganar e explorar os outros, por sua natureza maquiavélica. Ao longo do tempo, homens com esse perfil eram banidos e viviam sós, famintos e vulneráveis a predadores.

No entanto, esse comportamento pode ter trazido uma vantagem para esses homens: uma vida sexual fecunda, como afirma o pesquisador Peter Jonason, da Universidade do Novo México. Ele e seus colegas aplicaram testes de personalidade em 200 estudantes e detectaram que os "garotos maus" eram o que apresentavam maior número de relacionamentos de curto prazo. Jonason compara o perfil ao personagem James Bond, de "007". Outro estudo, com resultados similares, foi conduzido por David Schmitt, da Universidade Bradley, de Illinois.

A pesquisa contou com mais de 35 mil entrevistas feitas em 57 países diferentes. Ambos os trabalhos foram apresentados em um encontro sobre comportamento humano e evolução realizado este mês em Kyoto, no Japão.

Para o pesquisador Matthew Keller, da Universidade do Colorado, falta descobrir por que essas características, que parecem bem-sucedidas do ponto de vista evolutivo, não tornaram-se mais comuns entre os homens. Uma hipótese, segundo Keller e Jonason, é que esse sucesso está ligado ao fato de que essas personalidades são raras. Se não fosse assim, as mulheres seriam mais cautelosas.

terça-feira, junho 17, 2008

Indico



Para quem deseja compreender a paixão, o livro do ministro Roberto Mangabeira Unger é leitura obrigatória.

segunda-feira, junho 16, 2008

A pornografia de Nelson Rodrigues


De Aldo Nascimento

Entre os dez livros da Universidade Federal do Acre, a tragédia de Nelson Rodrigues, Álbum de família, foi ótima escolha. Alunos do terceiro ano do ensino médio precisam ler esse autor caso queiram ingressar na faculdade. Jovens nunca acessaram tanto a obscenidade como hoje, por isso a leitura de Álbum de família, que dramatiza as reais intenções da devassidão.

O mundo hodierno retirou a pornografia das sombras ou dos cantos obscuros das ruelas para exibi-la à luz do cotidiano aos tolos com “senta que é de menta”. Ora, se debruçamos nossos olhos sobre as linhas de um ótimo livro, é para perdermos a inocência, diz Jean-Paul Sartre no livro Que é a literatura?. Ler Álbum de família significa, portanto, perder a condição de tolo para perceber a real intenção da pornografia, qual seja: violar o sagrado.

Sobre o móvel da sala, o álbum pertence à aparência de uma família rica. Jonas, de 45 anos, o pai, vaga semelhança com Jesus, é candidato ao Senado. Situada na década de 20 do século passado, a imagem dessa família rica precisa ser preservada pelo speaker, a fala da compostura, da superfície, das aparências, mas o teatro, artifício dionisíaco, nos liberta da aparência de um álbum quando D. Senhorinha conta ao marido quem foi seu amante. Jonas mata o jornalista Teotônio. D. Senhorinha, entretanto, mentiu para ocultar a verdade. Seu amante, verdadeiro e único, um garoto de 13 anos, ele: seu filho Nonô.

Por causa desse incesto, a cria de D. Senhorinha cai no abismo da desgraça, passando o resto da vida nu em volta da casa. O ato de rodear a residência significa um ciclo que se repete sem gerar a vida. Nesse espaço circundante, nu como uma criança, Nonô, que não renasce para a vida, perpetua uma espécie de loucura, uma espécie de morte que ronda a família patriarcal de Jonas.

Tudo no texto de Nelson exala a morte, próprio da tragédia. D. Senhorinha mata o esposo para viver com Nonô, tamanha loucura não deixa de ser sepultamento. Edmundo, seu outro filho, a deseja, porém, quando descobre o incesto pela boca do pai, mata-se diante da mãe. Guilherme, filho mais velho, tem desejo carnal por Glória, caçula e lésbica; entretanto, como a irmã deseja o pai, Guilherme a mata e se mata.

Dessacralizada por sua pornografia, pelo excesso da carne, o corpo familiar se reduz a objeto. Impera, aqui, a matéria. Jonas submete meninas pobres à sua devassidão animalesca. “São umas porcas e eu também”, delira diante da esposa. Onde a carne é senhora absoluta, onde o naturalismo se alastra, comparando o humano a animal, a vida se coisifica. Sem poesia, sem existência espiritualizada, sem transcendência, a violência é inevitável. Tudo se brutaliza. “Mas o pai tem o direito. O pai até se quiser pode estrangular, apertar assim o pescoço da filha!”, diz Jonas à esposa.

Embora tenha escrito Álbum de família em 1945, Nelson é atualíssimo. Aprendemos com esse autor que a pornografia não é a exposição de imagens, opondo-se nesse sentido a Marques de Sade, mas uma trama que se opõe ao sagrado, ou seja, à sagrada família. ___________________________
Ronda Gramatical
Internet, internet ou internete?

Em jornais, registram-se as três formas. Usa-se “Internet” quando quem escreve admite o termo ainda como sigla. A LÍNGUA, entretanto, por ser móvel, altera-se, isto é, “internet” deixa de ser sigla para ser um veículo de comunicação, um substantivo comum, igual à palavra televisão, à palavra rádio. Na história da língua portuguesa, não há terminação com “t”. Por causa disso, escrevia-se Tibet, mas hoje se escreve Tibete. Escrevia-se “parquet”, hoje se escreve “parquete”. Escrevia-se “shoot”, hoje se escreve “chute”. Escrevia-se “report”, hoje se escreve “repórter”, mas antes se escrevia “reporte”. Por esses inquestionáveis exemplos, registra-se também “internete”. Por causa da LÍNGUA se transformar como se fosse organismo vivo, penso que os repórteres do jornal A TRIBUNA deveriam escrever “internete”.

sábado, junho 14, 2008

E a Transparência, deputados?

A chularia entre os deputados estaduais Luiz Calixto (PDT) e Moisés Muniz (PC do B) incomoda-me como contribuinte. Acessando o sítio da Assembléia Legislativa do Acre (Aleac), não encontro um debate profundo e inteligente sobre educação, mas, quando o acesso é blog, as banalidades desses deputados empobrecem a democracia.

Se formos ao sítio Transparência, observaremos que a Aleac deixa a desejar quanto à sua transparência. Os deputados deveriam apresentar um projeto de lei que iluminasse os gastos do Poder Legislativo, seguindo o exemplo do Rio Grande do Sul.

Sobre verba de gabinete, a Aleac não expõe suas contas. É uma das assembléias que mais gastam no Brasil. O assunto não é novo, mas, como existe a liberdade ética de alguns blogs neste Estado, o silêncio não pode haver.

É preciso dizer que Aleac gasta muito e não é transparente com suas contas, é o que aponta o sítio Transparência.

Moisés e Calixto, por favor, sejam transparentes com ótimas idéias para a democracia. Seus ataques por meio de blogs viraram um circo sem graça, e os senhores não são pagos para isso.

De bem com a vida

Foto de Selmo Melo







Sem dinheiro no bolso e sem dentes na boca, o povo ainda sabe sorrir.

+ Olinda + Batista + Olinda + Batista + Reitora

Eu soube anteontem que a professora-doutora Olinda Batista, vice-reitora da Universidade Federal do Acre, é candidata à reitora. O que posso ofertar a essa dama?

Às terças, publico minhas palavras. Pois bem, antes da eleição, ofertarei minhas palavras a essa dama, ser humano por quem tenho profundo respeito e admiração.

Não será muito para a sua campanha, mas será muito sincero.

sexta-feira, junho 13, 2008

Ferreira, o Gullar

Mas a vida onde está
nos perguntamos

Nas tavernas?
nas eternas
tarde tardas?

nas favelas
onde a história fede a merda?
no cinema?

na fêmea caverna de sonhos
e de urina?
ou na ingrata
faina do poema?
(a vida
que se esvai
no estatuário da Prata)

Quase passa

"Para se ter uma idéia da tensão, basta dizer que em um município insipiente como Porto Acre, a FPA tem quatro candidatos a prefeito. Em Epitaciolândia, são mais quatro, em Tarauacá três, incluindo o atual prefeito, o enroladíssimo Vando Torquato que ainda tenta a todo custo ser o candidato da coligação, como se isso fosse possível, diante de sua ficha criminal."

1. Se tivesse sido publicada, a palavra chamou Porto Acre de burro. Por favor, incipiente, novo.

quinta-feira, junho 12, 2008

Açeçôr di Inpremçá

"A Secretaria da Fazenda já elaborou um suplemento financeiro afim de que os defensores sejam beneficiados no pagamento de junho", pontuou Edvaldo Magalhães (PC do B)."

1. Estou afim de você. Se não é o caso. escreve-se "a fim de".

"Como se tratam de matérias mais complexas e que mexem com a Constituição Estadual será preciso mais tempo para elaborá-las", explica o presidente."

2. Tratam de matérias.

E ainda rimos dos erros dos pobres, das placas de ruas. Açeçoris não são pobres, bem que poderiam comprar boas gramáticas. Os pobres não podem comprar Celso Cunha, Evanildo Bechara, Celso Pedro Luft.

Leitura obrigatória...

menos para jornalista que "suga" matéria na internete e ainda assina. Não li o livro todo, mas deu para perceber que se trata de um ótimo material. Para quem deseja melhorar sua escrita para além da internete, esse livro é leitura obrigatória... menos para jornalista que "suga" matéria na internete e ainda assina.

quarta-feira, junho 11, 2008

12, 15, 16 e 17 anos

Uma menina de 12 anos estrangulada. O corpo, jogado no igarapé São Francisco, bairro Conquista. Nesse caso policial, há quatro menores. Além de Cassandra, de 12 anos, um garoto de 15 anos, um garoto de 17 anos e uma garota de 16 anos.

Cassandra namorava o rapaz de sua amiga. Esta pede à Cassandra para deixar o namorado dela. Cassandra não deixa. A amiga conversa com um garoto de 15 anos e com um garoto de 17 anos para eles matarem Cassandra. Um dos garotos é o próprio namorado. Cassandra é assassinada.

Eles usavam camisinha? Segundo alguns, deveriam. Transe, mas, antes, use camisinha para você se proteger da aids. Aids mata. Se usaram, mesmo assim, Cassandra morreria, porque a camisinha não protege contra a falta de amor.

Para jovens que tiveram coragem de matar, acredito que tivessem o desejo de transar sem limite. Deveria haver muito sexo entre eles, ou seja, muito excesso. Desmedida. Sem limites, acreditaram poder tudo.

Camisinha para se prevenir? Mas o que os preveniu contra a idéia errada de sexo?

O Enem e as 40 escolas

Redação e prova objetiva

1º Lato Sensu
68.07 (particular de Rio Branco)

2º Meta
64.08 (particular de Rio Branco)

3º Plácido de Castro
63.96 (particular de Rio Branco)

4º Santa Terezinha
63.26 (particular de Cruzeiro do Sul)

5º Instituto Imaculada Conceição
61.26 (particular de Rio Branco)

6º José Rodrigues Leite
53.74 (estadual de Rio Branco)

7º 15 de Junho
53.46 (estadual de Senador Guimard)

8º Argentina Pereira Feitas
52.03 (estadual de Capixaba)

9º Leôncio de Carvalho
50.85 (estadual de Rio Branco)

10º Joana Ribeiro Amed
50.32 (estadual de Epitaciolândia)

11º Divina Providência
50.26 (estadual de Xapuri)

12º Fundação Bradesco
50.24 (particular de Rio Branco)

13º Dom Henrique Ruth
49.79 (estadual de Cruzeiro do Sul)

14º Dom Júlio Mattioli
49.48 (estadual de Tarauacá)

15º Heloísa Mourão Marques
48.97 (estadual de Rio Branco)

16º João Ricardo de Freitas
48.53 (estadual de Plácido de Castro)

17º Armando Nogueira
48.33 (estadual de Rio Branco)

18º CERB
48.13 (estadual de Rio Branco)

19º Glória Perez
48.02 (estadual de Rio Branco)

20º José Gurgel Rabelo
48.01 (estadual de Feijó)

21º Henrique Lima
47.67 (estadual de Rio Branco)

22º Lourival Pinho
46.97 (estadual de Rio Branco)

23º Lourenço Filho
46.58 (estadual de Rio Branco)

24º Alcimar Leitão
46.53 (estadual de Rio Branco)

25º José Ribamar Batista
46.50 (estadual de Rio Branco)

26º Kairala José Kairala
46.43 (estadual de Brasiléia)

27º João Batista Aguiar
45.98 (estadual de Rio Branco)

28º Craveiro Costa
45.97 (estadual de Cruzeiro do Sul)

29º Flodoardo Cabral
45.67 (estadual de Cruzeiro do Sul)

30º Marcílio Pontes dos Santos
45.38 (estadual de Acrelândia)

31º Djalma da Cunha Batista
44.80 (estadual de Tarauacá)

32º Íris Célia Cabanelas Zannine
44.65 (estadual de Assis Brasil)

33º Humberto Soares da Costa
44.54 (estadual de Rio Branco)

34º Luiz Carneiro Dantas
44.37 (estadual de Rio Branco)

35º Antônio Oliveira Dantas
44.22 (estadual de Mâncio Lima)

36º Nazira Anute de Lima
43.98 (estadual de Manoel Urbano)

37º São João Batista
43.28 (estadual de Bujari)

37º Berto Vieira de Andrade
43.18 (estadual de Rio Branco)

38º Francisco Braga de Souza
42.91 (estadual de Rodrigues Alves)

39º Borges de Aquino
42.34 (estadual de Porto Walter)

40º Elvira Ferreira Gomes
41.54 (estadual de Marechal Thaumaturgo)

terça-feira, junho 10, 2008

O livro didático



Há quase 20 anos lecionando Literatura, não conheço outro livro ótimo como este. Com textos profundos, ele sinaliza para o aluno do ensino médio o que estudará na faculdade de ciências humanas.

Não há outro livro que chegue a seus pés, digo, a seus rodapés.

Na rede pública estadual, entretanto, suas páginas não são folheadas. Nunca o vi como indicação do governo federal. Literatura com os atuais livros didáticos é desqualificar o ensino.

segunda-feira, junho 09, 2008

Pecados ortográficos



No bairro Aeroporto Velho, Rio Branco, um estabelecimento comercial profana contra a língua portuguesa.

Perdoai, Pai! eles não sabem o que escrevem!