segunda-feira, abril 23, 2007
ImpLantE DenTáriO 1
MariAnA
2 – FERRANTE, Miguel. Seringal.
3 – ANDRADE, Mário de. Macunaíma – o herói sem nenhum caráter.
4 – RAMOS, Graciliano. Vidas Secas.
5 – ESTEVES, Florentina. O Empate.
6 – LISPECTOR, Clarice. Laços de Família.
7 – RODRIGUES, Nelson. Álbum de Família.
8 – ANDRADE, Carlos Drummond de. José.
9 – MELO NETO, João Cabral. Morte e Vida Severina.
10- DOURADO, Autran. Melhores Contos.Ainda hoje, à noite, colocarei fotos e textos sobre minha vivência no hospital Santa Juliana.
terça-feira, abril 10, 2007
Isso aconteceu
Maria não cortou o “pau” do marido
10 de abril de 2007
Tribunal de Justiça (Brasília) recebeu o seguinte requerimento:
Esmeraldas, 05 de Março de 2002.
Eu, Maria José Pau gostaria de saber da possibilidade de se abolir o sobrenome Pau do meu nome, já que a presença do Pau tem me deixado embaraçada em varias situações. Desde já, antecipo agradecimento e peço deferimento.
Maria José Pau
Em resposta, o Tribunal lhe enviou a seguinte mensagem:
Cara Senhora Pau,
Sobre sua solicitação de remoção do Pau, gostaríamos de lhe dizer que a nova legislação permite a retirada do seu Pau, mas o processo é complicado. Se o Pau tiver sido adquirido após o casamento a retirada é mais fácil, pois, afinal de contas ninguém é obrigado a usar o Pau do marido se não quiser. Se o Pau for de seu pai, se tornaria mais difícil, pois o Pau a quem nos referimos é de família, e vem sendo usado por várias gerações. Se a senhora tiver irmãos ou irmãs, a retirada do Pau a tornaria indiferente pro resto da família. Cortar o Pau do seu pai, pode ser algo que vai chateá-lo. Outro problema, porém, está no fato do seu nome conter apenas nomes próprios e poderá ficar esquisito caso não haja nada para ficar no lugar do Pau. Isso sem falar que, caso tenha sido adquirido com o casamento as demais pessoas estranharão muito ao saber que senhora não possui mais o Pau do seu marido. Uma opção viável seria a troca da ordem dos nomes. Se a senhora colocar o Pau atrás da Maria e na frente do José, o Pau pode ser escondido, porque a senhora poderia assinar o nome como Maria P. José. Nossa opinião é a de que esse preconceito, contra este nome já acabou há muito tempo e que se a senhora já usou o Pau do seu marido por tanto tempo não custa nada usá-lo um pouco mais. Eu mesmo possuo o pinto, sempre o usei, e muito poucas vezes o pinto me causou embaraços.
Atenciosamente,
Geraldo Pinto Soares
Desembargador do TJ de Brasília - DF
Vírgula
Nesse caso, interrompe-se a ordem direta entre "o aluno" e "nada respondeu".
2. O professor repetiu a explicação, todavia os alunos continuaram com dúvidas.
Não há vírgula depois de "todavia", porque o sujeito "os alunos" inicia a ordem sintática direta, a saber: sujeito + verbo + complemento.
3. O professor repetiu a explicação; todavia, os alunos continuaram com dúvidas.
Essa construção, raríssima entre alunos, pode ser usada.
Nas redações dos alunos, usa-se muito o "mas", que é uma forma fixa na frase-oracional. Usar o "todavia", por exemplo, permite que esse conectivo fique em várias posições na estrutura sintática.
Ensino médio
segunda-feira, abril 09, 2007
Ex-governadores poderão perder pensão vitalícia
Desmatamento no Acre
Ronda Gramatical
"Lula agradece controladores por tranqüilidade em aeroportos".
quarta-feira, abril 04, 2007
SemaNa SanTa, mAriA
Nesta semana, no centro de Rio Branco, Maria, de 42 anos, pediu-me dinheiro para comprar arroz.
________ A senhora conhece o Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC?
Não.
Na panela de casa, tem feijão.
Para comprar arroz. Não vai comer peixe na Semana Santa?
É muito caro, moço.
Dinheiro faz falta, não é?
Faz.
Não. A senhora carrega no rosto os traços do povo. Dona Maria, a senhora sabia que o povo acreano fez uma revolução?
Não.
Por que existe pobreza no mundo?
Porque Deus quer assim.
Não sei, moço.
Dei-lhe o dinheiro, e, na Semana Santa, Maria partiu.
Do professor Gleidson
Globalização. Tecnologia. Às vezes, a modernidade serve para nos lembrar o quanto estamos “involuindo”. Assistindo à televisão, certo canal interativo local que reserva parte de sua tela para uma janela de bate-papo, ponderei: o uso dos avanços da era da informação está facilitando alguns aspectos de nossas vidas, porém dificultando outros. Como? Vou citar um exemplo: Dando aulas particulares, uma aluna comentou que havia perdido pontos em uma redação por escrever como em chats: “não” grafara como “naum”, e “que” apareceu apenas abreviadamente, “q”.Não estou propondo aqui um movimento pela escrita correta. A forma rápida como se dá a comunicação em salas de bate-papo exige um léxico próprio. A questão é que nossos pobres alunos implementam tais vocábulos no cotidiano como no exemplo citado, sem se dar conta. E esta problemática puxa outra: a forma como se ensina a língua portuguesa.Lemos e escrevemos todo o tempo. Deveria então ser comum o enfoque na redação por parte dos profissionais que lecionam a língua pátria. Vários desses, porém, pré-julgam a criatividade de seus alunos como precária, e não a estimulam para serem producentes. Estes, por conseqüência, acreditam que em sua carreira de escolha não terão que se preocupar com essa deficiência. Por isso, não raro encontramos acadêmicos já quase concludentes, mas com um vocabulário tão rico quanto o de alunos de 7ª série.Outro ponto fundamental é o da interpretação. Cegueira é, no mínimo, o termo a ser utilizado para caracterizar a condição da maioria dos alunos quando têm de obter o sentido de um texto. Precisamos “traduzi-lo” tal qual alguém que sabe ler o faz para um completo analfabeto.Minha parte nisso? Bem, acredito que qualquer área depende do bom uso do português. Em matemática, o problema maior é justamente a transição do texto de uma questão para o modelo matemático, pois a partir daí fica claro como água. Como conselho, digo aos meus aluno que leiam, leiam, leiam, mesmo que seja uma bula de remédio ou uma revista em quadrinhos (que, aliás, leio desde os quatro anos e não me arrependo, foi fundamental para a compreensão que tenho hoje). Algo que os faça tentar entender o contexto. Isso ajudaria, sobretudo, no avanço do conteúdo, que poderia prosseguir sem o entrave da má interpretação.Sugiro que se faça um esforço em prol de valorizar a leitura, interpretação e criação de textos, visto serem fundamentais para boa formação do discente não só no português, mas em outras disciplinas e no seu futuro profissional. Do contrário, este será apenas um: o de professor da linguagem de salas de bate-papo, a comunicação dominante no processo “involutivo”.
terça-feira, abril 03, 2007
segunda-feira, abril 02, 2007
Arte Moderna

sábado, março 31, 2007
"Doida é a Glória Perez"

Ontem, a imprensa acreana não noticiou a prisão muito doida do repórter Josafá Batista.
Prova Diagnóstica
sexta-feira, março 30, 2007
Arte na Praça
Há tempo, estou para escrever sobre essa escultura, localizada na Praça da Revolução, centro de Rio Branco.Sempre quando compro jornal aos domingo, reservo um tempo para apreciar essa arte moderna.
Ela me atrai por causa de seu mistério, por não ser descritiva.
Hoje, no entanto, ainda não tenho tempo para dissertar sobre ela.
Amanhã... não sei.
Minhas aulas
Um detalhe educacional
Em um dia da semana, o professor da rede pública estadual não leciona para planejar suas ações pedagógicas com a coordenadora de ensino. Esse encontro, no entanto, não ocorre, porque esse tempo do professor transformou-se em tempo vago ou folga.
Se ainda, entretanto, houvesse tempo para planejamento com a coordenadora, seria um erro, pois a disciplina Língua Portuguesa não depende de ações isoladas, mas articuladas entre os professores dessa área.
Tenho certeza de que não há na rede pública encontros pedagógicos entre as áreas e isso significa, também, não haver qualidade de ensino, porque cada um trabalha isolado.
Depois que o modelo clássico, base da gramática tradicional, foi substituído pela idéia de texto, princípio defendido pelos sofistas, os professores de Língua Portuguesa precisam dialogar a fim de buscar caminhos para uma melhor produção textual. A gramática, já não é de hoje, gira em torno do texto.
Na escola Heloísa Mourão Marques, até hoje, o corpo docente de Língua Portuguesa e de Literatura não possui um trabalho que seja a conseqüência de um diálogo entre os professores da área.
É preciso haver um material de redação criado pelos próprios professores. É preciso selecionar os problemas mais comuns nas redações. É preciso criar exercícios gramaticais e textuais a partir dos problemas redacionais. É preciso haver a reconstrução textual, segundo os parâmetros, nas aulas de Língua Portuguesa. É preciso haver papel adequado para a produção e para a correção de texto. É preciso criar um modo de lecionar produção de texto que obtenha resultado positivo. É preciso organização escolar para a área de Língua Portuguesa pensar, questionar, dialogar, problematizar, solucionar.
É preciso haver encontros aos sábados para que as áreas se reúnam.







