segunda-feira, abril 23, 2007

ImpLantE DenTáriO 1



... e eu só queria que o dentista fizesse um implante dentário. "Isso dói mais que canal?", perguntei. "Fique tranqüilo, nem se compara".
Dias depois, lá estava eu no hospital Santa Juliana. Jamais passou por minha cabeça grande que ir ao dentista fosse me deixar uma semana no hospital.
Antes de repousar minhas dores no leito, olhei para santa e pedi paciência para não extrair os dentes de meu dentista com um soco.

MariAnA

Mariana, uma bloguista, pediu a mim para eu atualizar o blog. Menina, eu não tenho atualizado o blog porque fiquei uma semana no hospital. Estive muito ruim. Muito. No leito, fotografei bastante e publicarei neste blog.
Antes disso, publico os dez livros para o vestibular:
1 – ASSIS, Machado de. Memórias Póstumas de Brás Cubas.
2 – FERRANTE, Miguel. Seringal.
3 – ANDRADE, Mário de. Macunaíma – o herói sem nenhum caráter.
4 – RAMOS, Graciliano. Vidas Secas.
5 – ESTEVES, Florentina. O Empate.
6 – LISPECTOR, Clarice. Laços de Família.
7 – RODRIGUES, Nelson. Álbum de Família.
8 – ANDRADE, Carlos Drummond de. José.
9 – MELO NETO, João Cabral. Morte e Vida Severina.
10- DOURADO, Autran. Melhores Contos.
Ainda hoje, à noite, colocarei fotos e textos sobre minha vivência no hospital Santa Juliana.

terça-feira, abril 10, 2007

Isso aconteceu

Maria não cortou o “pau” do marido
10 de abril de 2007

Tribunal de Justiça (Brasília) recebeu o seguinte requerimento:

Esmeraldas, 05 de Março de 2002.

Eu, Maria José Pau gostaria de saber da possibilidade de se abolir o sobrenome Pau do meu nome, já que a presença do Pau tem me deixado embaraçada em varias situações. Desde já, antecipo agradecimento e peço deferimento.

Maria José Pau

Em resposta, o Tribunal lhe enviou a seguinte mensagem:

Cara Senhora Pau,

Sobre sua solicitação de remoção do Pau, gostaríamos de lhe dizer que a nova legislação permite a retirada do seu Pau, mas o processo é complicado. Se o Pau tiver sido adquirido após o casamento a retirada é mais fácil, pois, afinal de contas ninguém é obrigado a usar o Pau do marido se não quiser. Se o Pau for de seu pai, se tornaria mais difícil, pois o Pau a quem nos referimos é de família, e vem sendo usado por várias gerações. Se a senhora tiver irmãos ou irmãs, a retirada do Pau a tornaria indiferente pro resto da família. Cortar o Pau do seu pai, pode ser algo que vai chateá-lo. Outro problema, porém, está no fato do seu nome conter apenas nomes próprios e poderá ficar esquisito caso não haja nada para ficar no lugar do Pau. Isso sem falar que, caso tenha sido adquirido com o casamento as demais pessoas estranharão muito ao saber que senhora não possui mais o Pau do seu marido. Uma opção viável seria a troca da ordem dos nomes. Se a senhora colocar o Pau atrás da Maria e na frente do José, o Pau pode ser escondido, porque a senhora poderia assinar o nome como Maria P. José. Nossa opinião é a de que esse preconceito, contra este nome já acabou há muito tempo e que se a senhora já usou o Pau do seu marido por tanto tempo não custa nada usá-lo um pouco mais. Eu mesmo possuo o pinto, sempre o usei, e muito poucas vezes o pinto me causou embaraços.

Atenciosamente,
Geraldo Pinto Soares
Desembargador do TJ de Brasília - DF

Vírgula

1. O aluno, todavia, nada respondeu.

Nesse caso, interrompe-se a ordem direta entre "o aluno" e "nada respondeu".

2. O professor repetiu a explicação, todavia os alunos continuaram com dúvidas.

Não há vírgula depois de "todavia", porque o sujeito "os alunos" inicia a ordem sintática direta, a saber: sujeito + verbo + complemento.

3. O professor repetiu a explicação; todavia, os alunos continuaram com dúvidas.

Essa construção, raríssima entre alunos, pode ser usada.

Nas redações dos alunos, usa-se muito o "mas", que é uma forma fixa na frase-oracional. Usar o "todavia", por exemplo, permite que esse conectivo fique em várias posições na estrutura sintática.

Ensino médio

No teatro da escola, alunos e professor lêem um romance. Após dois encontros, mostrei a eles marcações relacionadas ao uso do pronome oblíquo.
Essa questão gramatical mereceu destaque por causa da produção textual dos alunos, ou seja, eles não usam pronomes oblíquos quando dissertam e tais pronomes são importantes para a organização interna, para a harmonia do texto. A gramática sempre relacionada à construção textual.
Pois bem, hoje, apliquei um teste e, mesmo usando o livro para consulta, repito, usando o romance, muitos erram.
Pedi para escrever o substantivo no lugar do pronome em "desfraldando-o", na página 31. Para isso, precisava ler o texto ou, simplesmente, copiar o que eu já havia marcado nas aulas anterios.
Entre 28 alunos, três acertaram na turma B, mas dois escreveram Pedro com letra minúscula. O resultado, portanto, muito ruim.
Na aula de Redação, quando chegarmos ao desenvolvimento, cobrarei o uso de quatro pronomes oblíquos nos dois desenvolvimentos.
O fato é que retornarei aos pronomes quando lermos o romance Lavoura arcaica. Se a maioria errou, não posso lecionar outro conteúdo gramatical conforme a produção textual. O processo, eu sei, é lento.

segunda-feira, abril 09, 2007

Ex-governadores poderão perder pensão vitalícia

Sindicatos e pessoas da esquerda acreana, como a deputada estadual Naluh, calaram-se sobre pensão vitalícia de ex-governadores. Em outros tempos, esse dinheiro público causava vergonha, mas, quando a esquerda de alguns chega ao poder, o silêncio ignora o passado e permanece indiferente à história da própria esquerda.
Não ser seduzido pelo poder é um dever ético da esquerda, mas o poder, quando oferta o espelho, olhamos só para nós. Receber pensão vitalícia em um país tão pobre para muitos agride a memória dos que deram a vida por uma pátria justa.
A matéria a seguir leva esperança.
Ex-governadores poderão perder pensão vitalícia
No caso específico do Acre, nenhuma ação chegou ainda ao STF. Aqui, todos os ex-governadores ou viúvas de ex-governadores recebem o benefício garantido pela Constituição do Estado. Está no artigo 77 o seguinte teor:
"Cassada a investidura no cargo de governador, quem o tiver exercido, em caráter permanente, fará jus a uma subsídio mensal e vitalício correspondente aos vencimentos e representação do cargo."
Em relação ao Amazonas, na ação, o procurador-geral afirma que a Constituição Federal não autoriza a instituição do benefício e aponta, no caso, ofensa ao princípio da moralidade administrativa. Diz, ainda, que o subsídio aos ex-governadores contraria o artigo 37, 13, da Constituição Federal, que proíbe a equiparação de quaisquer espécies remuneratórias para o efeito de remuneração de pessoal do serviço público.
STF JÁ DECIDIU
No final do ano passado, a Assembléia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul aprovou lei, concedendo pensão a ex-governadores.
Recentemente, o procurador-geral da República, Antônio Fernando Souza, enviou ao Supremo Tribunal Federal parecer favorável ao pedido de declaração de inconstitucionalidade, formulado pelo Partido Democrático Trabalhista de dispositivo da Constituição do Estado do Ceará, que confere a ex-governadores e a ex-vice-governadores que tenham exercido cargo de governador em caráter permanente e por período igual ou superior há seis meses, subsídio mensal e vitalício, a título de representação, igual ao percebido pelo governador do Estado.

Desmatamento no Acre

Senhores, um sucolento documento, publicado pelo site www.imazon.org.br, revela números negativos plantados em nossa floresta tropical. Acesse também http://veja.abril.com.br/110407/p_070.shtml
O ex-governador Jorge Viana precisa mostrar que a revista e o documento estão equivocados e, para isso, a Veja precisa publicar outra matéria conforme a análise de seu governo. É preciso agir rápido para apagar o fogo.

Ronda Gramatical

na FOLHAONLINE

"Lula agradece controladores por tranqüilidade em aeroportos".
A regência do verbo "agradecer", segundo a gramática tradicional, é "Lula agradece aos controladores a tranqüilidade em aeroportos". Celso Pedro Luft, no entanto, admite "por".
No jornal, prefiro "agradece (aos) (a)".

quarta-feira, abril 04, 2007

SemaNa SanTa, mAriA
























Nesta semana, no centro de Rio Branco, Maria, de 42 anos, pediu-me dinheiro para comprar arroz.
Não tinha ido ainda ao banco e, na carteira magra como Maria, havia um real.
Mas, antes de dar a ela um Deu seja louvado na cédula, entrevistei-a na praça José de Melo.
________
A senhora conhece o Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC?
Não.
A senhora tem o que comer hoje?
Na panela de casa, tem feijão.
Por que pede dinheiro?
Para comprar arroz.
Não vai comer peixe na Semana Santa?
É muito caro, moço.

Dinheiro faz falta, não é?
Faz.
Por falar em dinheiro, a senhora sabia que salário de ex-governadores do Acre, assim como Deus, é eterno?
Não.
A senhora carrega no rosto os traços do povo. Dona Maria, a senhora sabia que o povo acreano fez uma revolução?
Não.

Por que existe pobreza no mundo?
Porque Deus quer assim.

Deus é justo?
Não sei, moço.

Dei-lhe o dinheiro, e, na Semana Santa, Maria partiu.

Do professor Gleidson

Interatividade... pra quê?

Globalização. Tecnologia. Às vezes, a modernidade serve para nos lembrar o quanto estamos “involuindo”. Assistindo à televisão, certo canal interativo local que reserva parte de sua tela para uma janela de bate-papo, ponderei: o uso dos avanços da era da informação está facilitando alguns aspectos de nossas vidas, porém dificultando outros. Como? Vou citar um exemplo: Dando aulas particulares, uma aluna comentou que havia perdido pontos em uma redação por escrever como em chats: “não” grafara como “naum”, e “que” apareceu apenas abreviadamente, “q”.
Não estou propondo aqui um movimento pela escrita correta. A forma rápida como se dá a comunicação em salas de bate-papo exige um léxico próprio. A questão é que nossos pobres alunos implementam tais vocábulos no cotidiano como no exemplo citado, sem se dar conta. E esta problemática puxa outra: a forma como se ensina a língua portuguesa.
Lemos e escrevemos todo o tempo. Deveria então ser comum o enfoque na redação por parte dos profissionais que lecionam a língua pátria. Vários desses, porém, pré-julgam a criatividade de seus alunos como precária, e não a estimulam para serem producentes. Estes, por conseqüência, acreditam que em sua carreira de escolha não terão que se preocupar com essa deficiência. Por isso, não raro encontramos acadêmicos já quase concludentes, mas com um vocabulário tão rico quanto o de alunos de 7ª série.
Outro ponto fundamental é o da interpretação. Cegueira é, no mínimo, o termo a ser utilizado para caracterizar a condição da maioria dos alunos quando têm de obter o sentido de um texto. Precisamos “traduzi-lo” tal qual alguém que sabe ler o faz para um completo analfabeto.
Minha parte nisso? Bem, acredito que qualquer área depende do bom uso do português. Em matemática, o problema maior é justamente a transição do texto de uma questão para o modelo matemático, pois a partir daí fica claro como água. Como conselho, digo aos meus aluno que leiam, leiam, leiam, mesmo que seja uma bula de remédio ou uma revista em quadrinhos (que, aliás, leio desde os quatro anos e não me arrependo, foi fundamental para a compreensão que tenho hoje). Algo que os faça tentar entender o contexto. Isso ajudaria, sobretudo, no avanço do conteúdo, que poderia prosseguir sem o entrave da má interpretação.
Sugiro que se faça um esforço em prol de valorizar a leitura, interpretação e criação de textos, visto serem fundamentais para boa formação do discente não só no português, mas em outras disciplinas e no seu futuro profissional. Do contrário, este será apenas um: o de professor da linguagem de salas de bate-papo, a comunicação dominante no processo “involutivo”.

segunda-feira, abril 02, 2007

Arte Moderna



Essa bela escultura ludibria a lei. Se a arte, nesse caso, copiasse a realidade, causaria aversão e seria proibida.
Mas, em plena praça pública, o ato amoroso entre um homem e uma mulher eleva-se como sexo (implícito) entre os amantes.
Aqui, percebemos que a arte, a autêntica, nega a descrição para que a imaginação emerja em cada "eu" que se sinta incomodado.
E o círculo? Ele indica que o universal e a igualdade atravessam o feminino e o masculino.

Cuidado, escrita à vista




Ronda Gramatical

Existe mulher "pão-dura"? Na verdade, só existe mulher "pão-duro".

sábado, março 31, 2007

A esquerda acreana não tem memória





































Os 43 anos do golpe militar passaram em branco para a Frente Popular. Eu me lembrei.

"Doida é a Glória Perez"






Ontem, a imprensa acreana não noticiou a prisão muito doida do repórter Josafá Batista.

O jornalista foi preso no Projac, Rio de Janeiro, depois de jogar açaí e cupuaçu na autora de Amazônia: de Galvez a Chico Mendes, de Glória Perez.
"Essa senhora é que é doida, porque a sua minissérie está com audiência muito menor do que JK e Hoje é Dia de Maria", disse Josafá.
Por causa dos números, a autora está sendo chamada por Josafá de Glória Perde.
Filho de seringueiro, o jornalista tem a certeza de que sua mãe nunca traiu seu pai. Para ele, a minissérie só mostra mulher colocando galho em seus maridos. "Eu não sou doido e meu pai, um ex-seringueiro, nunca foi corno."

Prova Diagnóstica

Hoje, houve reunião na escola estadual para buscar rumos sobre os resultados da prova diagnóstica. Em Língua Portuguesa, os professores do primeiro ano, ensino médio, constataram que a maioria dos alunos não sabe usar vírgula.
E agora?
Vírgula é muito importante, porque organiza a construção interna de um texto. A gramática deve orbitar a produção textual. O que fazer?
A área de Língua Portuguesa, reunindo-se aos sábados, precisa criar exercícios com vírgulas e massificá-los em sala de aula. Tais exercícios precisam estar arquivados no computador da escola.
Na leitura de um romance, realizada na escola pelo professor, é preciso explicar aos alunos o por quê das vírgulas. Na aula de Redação, é preciso, por meio da reconstrução textual, cobrar o uso correto da vírgula.
Na reunião de hoje, professores de Língua Portuguesa faltaram, não se escolheu o presidente do Conselho de Disciplina para o semestre, não houve ata, não foi retomado o que foi debatido no ano passado e não fiquei na reunião até o final.
Paciência!

sexta-feira, março 30, 2007

Arte na Praça


Há tempo, estou para escrever sobre essa escultura, localizada na Praça da Revolução, centro de Rio Branco.


Sempre quando compro jornal aos domingo, reservo um tempo para apreciar essa arte moderna.

Ela me atrai por causa de seu mistério, por não ser descritiva.

Hoje, no entanto, ainda não tenho tempo para dissertar sobre ela.

Amanhã... não sei.

Minhas aulas

Nesta semana, na terça-feira, demos continuidade à leitura de Lavoura arcaica. Abrimos dicionários para encontrar o significado mais adequado ao texto. Marcamos alguns aspectos gramaticais que se relacionam à produção de texto, por exemplo, uso do pronome oblíquo.
Percebam o uso no texto, não pedirei classificação.
Na quarta, aula de Literatura, interpretamos uma poesia, sem que eles soubessem período literário, autor. Só o texto. Mais uma vez, fomos ao dicionário a fim de encontrar o significado mais adequado. Vocabulário para ser usado em uma redação. Observamos, também, o uso do pronome oblíquo. Saber abstrair. Imaginar. Interpretar.
Na quinta, toda quinta, aula de gramática: uso da vírgula por meio da Ordem Sintática Direta, prática que elimina 90% dos problemas de vírgula. Para tanto, não frases-oracionais isoladas, desarticuladas, mas a leitura de um texto. Qual o conteúdo? Qualquer um? Ler sobre Lavoura arcaica e, mais uma vez, também, marcações gramaticais relacionadas à organização textual, por exemplo, uso do pronome.
Na sexta, sempre produção textual. Hoje, observamos a seqüência lógica de raciocínio de duas introduções. Para tanto, um exercício muito próprio. Faltam 12 introduções. Sistematização. Massificação. Por que essa construção sintática surge depois dessa? Especificar idéias. Partir do geral para o específico.
Na sexta anterios, reconstruir a introdução. Faz. Refaz. Observação. Erros mais comuns. Escreve-se no quadro-negro. Observa-se. Não quero os verbos ser, estar e ter na introdução. Busque no dicionário outro verbo. Ampliar vocabulário. Abra o dicionário! Falei sobre vírgula, corrija seu texto. Essa palavra não é escrita assim. Vá ao dicionário. Idéia geral, não quero. Especifique-a!
Refazer. Refazer. Refazer. Mais tarde, no desenvolvimento, uso do gerúndio, do particípio regular. Apostos antecipados. Aponto isso no texto, no romance. Antes disso, introdução, modelo. Refazer. Refazimento. Falta o pronome oblíquo. Use-o no texto.
Escrever se aprende escrevendo. Leciono para ser lembrado como um professor que exige, mas, antes, que se exige. Quero ver esses jovens vitoriosos e não há vitória sem esforço, disciplina, sistematização, garra, paixão pelo que faz. Quero, ainda, mudar o mundo, e ele começa em minha sala de aula.

Um detalhe educacional


Hoje, soube que pessoas responsáveis pelo ensino médio não admitem encontros pedagógicos aos sábados como se fossem aulas.
Em um dia da semana, o professor da rede pública estadual não leciona para planejar suas ações pedagógicas com a coordenadora de ensino. Esse encontro, no entanto, não ocorre, porque esse tempo do professor transformou-se em tempo vago ou folga.
Se ainda, entretanto, houvesse tempo para planejamento com a coordenadora, seria um erro, pois a disciplina Língua Portuguesa não depende de ações isoladas, mas articuladas entre os professores dessa área.
Tenho certeza de que não há na rede pública encontros pedagógicos entre as áreas e isso significa, também, não haver qualidade de ensino, porque cada um trabalha isolado.
Depois que o modelo clássico, base da gramática tradicional, foi substituído pela idéia de texto, princípio defendido pelos sofistas, os professores de Língua Portuguesa precisam dialogar a fim de buscar caminhos para uma melhor produção textual. A gramática, já não é de hoje, gira em torno do texto.
Na escola Heloísa Mourão Marques, até hoje, o corpo docente de Língua Portuguesa e de Literatura não possui um trabalho que seja a conseqüência de um diálogo entre os professores da área.
É preciso haver um material de redação criado pelos próprios professores. É preciso selecionar os problemas mais comuns nas redações. É preciso criar exercícios gramaticais e textuais a partir dos problemas redacionais. É preciso haver a reconstrução textual, segundo os parâmetros, nas aulas de Língua Portuguesa. É preciso haver papel adequado para a produção e para a correção de texto. É preciso criar um modo de lecionar produção de texto que obtenha resultado positivo. É preciso organização escolar para a área de Língua Portuguesa pensar, questionar, dialogar, problematizar, solucionar.
É preciso haver encontros aos sábados para que as áreas se reúnam.