terça-feira, maio 08, 2007

Dinheiro do Sinteac

Desde sexta-feira, dia 4, busco documentos no Sinteac que possam comprovar algumas anotações do auditor Paulo Ferreira de Sousa contra as gestões do professor-vereador Márcio Batista e da professora Elza Lopes.
Tem sido difícil encontrar a verdade para muito além de questões partidárias ou eleitorais do Sinteac. Não posso publicar uma matéria ampla e profunda apenas com as anotações de uma auditoria, porque, disseram-me, não houve abertura de licitação. Outros motivos podem ter conduzido a presença de um auditor na contabilidade do Sinteac. Podem.
Há pessoas no Sinteac que são contra a atual presidente e estão impedindo que eu veja as pastas com os gastos. Preciso ver as notas fiscais que comprovam a saída de dinheiro para comprar, por exemplo, gasolina.
Em 1o de janeiro de 2003, na administração do então presidente Márcio Batista, R$ 10 mil foram para gasolina. Em 7 de março do mesmo ano, mais R$ 10 mil. Em 24 de abril de 2003, R$ 7.619,69. Em 28 de abril, R$ 5 mil. Em 4 de junho do mesmo ano, R$ 4.861,01.
Quanto a passagens de avião, foram 24 viagens em 20 meses. Para isso, o Sinteac pagou R$ 83.396,72. Segundo o auditor, não há comprovante que aponte quem viajou, quantos foram, qual trecho. É preciso ver os documentos no Sinteac.
Espero que amanhã, à tarde, eu, finalmente, encontre a verdade para, depois, ouvir o professor-vereador Márcio Batista e a professora Elza Lopes.
Pretendo publicar esse material depois das eleições do Sinteac, 20 de junho.

Cansaram-me!!!




Hoje, a minha paciência e a minha pouca inteligência cansaram-se por causa do Sinteac e do Sinplac.




Na assembléia de rua dos professores e do pessoal de apoio, houve um pseudoforró de péssimo gosto e um bingo para o azar de muitos.

Depois de ouvir "de bar em bar, de mesa em mesa, bebendo cachaça, tomando cerveja", fui embora ouvir Legião Urbana em casa.

Cansaram-me!!!

Reunião de rua















Os três professores da escola Heloísa Mourão Marques votaram a favor da "greve", ou melhor, das férias antecipadas ou da reposição de aula.

À direita, a professora de Filosofia refletiu e já deseja retornar às aulas. Arrependeu-se.

Agora, é muito tarde.

segunda-feira, maio 07, 2007

Do blog OPINANDO


Na foto, o Pateta Sindical com uma professora mais pateta. Ela votou a favor da "greve" e, até o momento, não descobriu que se trata de uma reposição de aula ou de férias antecipadas. Tolinha.
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Entrevista com o deputado Moisés Diniz, que é professor, mas não é pateta.

"Posso não concordar com nenhuma das tuas palavras, mas defenderei até a morte o teu direito de dizê-las." (Voltaire)

Sábado, 5 de Maio de 2007

A entrevista que o deputado Moisés Diniz deu ao jornal O Rio Branco descreve bem a mediocridade demonstrada pela atual diretoria do Sinteac:

Greve da educação não olha para quem ganha menos.


* Deputado Moisés Diniz fala ao Rio Branco sobrea paralisação dos servidores da educação.

O deputado do PC do B é professor, formado em pedagogia e foi dirigente sindical por vários anos. O parlamentar concedeu entrevista para abordar sobre a atual greve da educação e apresenta sugestões ao governo. Segundo ele, o Sinteac perdeu o rumo e não consegue apresentar uma proposta que unifique a categoria.

Nos meus vinte anos de movimento sindical, eu nunca vi um negócio desses. Nessa confusão quem sai prejudicado são os setores mais frágeis, especialmente os professores de nível médio e o pessoal de apoio”, afirma.
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Leia trechos da entrevista:

O RIO BRANCO - Deputado, qual o principal problema dessa greve?
MOISÉS DINIZ - Falta de comando, somada à divisão do movimento. Não tem um dirigente que imponha respeito aos demais. Eu nunca tinha visto um dirigente tomar o microfone, na marra, das mãos de quem estava falando. Agridem-se publicamente, na frente dos professores e da imprensa. Os professores do Acre não merecem isso.


O RIO BRANCO - O que está dificultando as negociações?
MOISÉS DINIZ - O problema está na bandeira do movimento, aquilo que unifica a categoria. Isso é básico em qualquer negociação. Durante anos, alguns dirigentes pregaram a isonomia como se ela fosse a salvadora da pátria. Não explicaram para a categoria, não olharam para a tabela e, agora, estão vendo que a isonomia é um instrumento de divisão dos professores.


O RIO BRANCO - Onde está o ponto de discórdia?
MOISÉS DINIZ - Primeiro, a greve foi decretada tendo a isonomia como bandeira. Depois viram que a isonomia atende menos da metade dos professores. Dos atuais 6.000 professores formados, cerca de 45% vão se aposentar antes de chegar à última letra. Isso ocorre porque professores com 10 ou 15 anos de serviço, ao passar para a tabela de nível superior, voltaram para a letra A. Assim, o bom salário isonômico da última letra será o céu onde esses professores não vão entrar.


O RIO BRANCO - E quanto aos professores que não têm nível superior?
MOISÉS DINIZ - Aí o problema é mais grave. Considerando que os cerca de 4.900 professores vão demorar de 4 a 5 anos para ingressar no nível superior e voltar, portanto, à letra A, o percentual é ainda maior, pode ultrapassar 60%. Isso significa dizer que, no conjunto, cerca de 5.700 professores vão se aposentar antes de atingir a última letra.


O RIO BRANCO - Então, a isonomia não é universal?
MOISÉS DINIZ - Exatamente. Ela poderá beneficiar cerca de 5.000 professores, no final da carreira. Isso se mantiver a tabela antiga. Como a proposta do governo acrescenta duas letras, então a isonomia vira conquista para uma minoria.


O RIO BRANCO - Qual a saída?
MOISÉS DINIZ - Discutir melhor a isonomia, formando um grupo de trabalho de alto nível, capaz de debater o assunto nas escolas, a partir de números reais. Eu sou deputado, mas vou me aposentar como professor e não quero ser enganado, fruto de uma negociação mal feita e atrapalhada. Os dirigentes que estão aí, devido às brigas internas, perderam a legitimidade para nos representar.


O RIO BRANCO - O senhor tem alguma sugestão?
MOISÉS DINIZ - Defendo que aprofundemos mais o estudo e o debate sobre a isonomia e, provisoriamente, apresentemos ao governo um conjunto de propostas que beneficiem quem ganha menos. Até porque o governador Binho Marques não abre mão de realizar ações que diminuam o fosso entre as classes mais abastadas e os menos favorecidos.


O RIO BRANCO - Que propostas seriam essas?
MOISÉS DINIZ - Vou aqui dar um exemplo. Existem hoje cerca de 5.000 professores, entre permanentes e provisórios, que iniciaram agora a faculdade e outros que vão começar. Isso significa dizer que esses professores vão demorar de 4 a 5 anos para poder ter um salário de nível superior, que é mais do que o dobro do que eles ganham. Para se ter uma idéia, um funcionário de apoio que tenha dobra, ganha mais do que um professor de nível médio.


O RIO BRANCO - Qual seria a idéia?
MOISÉS DINIZ - O governo conceder um abono substancial aos professores de nível médio, considerando que, no término do curso superior, eles terão um aumento robusto nos seus salários. Sem contar que os professores de nível médio, na sua maioria, têm apenas um contrato e são os que enfrentam as primeiras séries. É só olhar os resultados do IDEB, de 1ª a 4ª série, para perceber a importância dessa proposta.


O RIO BRANCO - E quanto aos servidores de apoio?
MOISÉS DINIZ - Defendo que o governo encontre uma fórmula jurídica para que eles possam fazer a sua faculdade.


O RIO BRANCO - O senhor defende, então, mais apoio para os que ganham menos?
MOISÉS DINIZ - O que mais me constrange é ver os governantes dando aumentos unificados. Um aumento de 10%, por exemplo, para quem ganha R$ 500,00, significa apenas R$ 50,00 a mais no bolso. Mas, para quem ganha R$ 6.000,00, haverá uma entrada robusta de R$ 600,00, ou seja, só o aumento do bacana é maior do que o salário do outro. Sou contra essas injustiças!


O RIO BRANCO - Por que esses profissionais de nível médio não se mobilizam nas assembléias?MOISÉS DINIZ - Porque 2.400 deles estão nas margens dos rios acreanos e nos ramais. São os nossos professores rurais. Tem ainda os professores dos municípios que, em alguns lugares, ocorrem verdadeiras barbáries. Mas, o SINTEAC só tem os olhos para os professores estaduais e os de Rio Branco. Os sindicalistas pegaram a doença de alguns governantes: pensam que o Acre é só Rio Branco.


O RIO BRANCO - O SINTEAC envelheceu as bandeiras de luta?
MOISÉS DINIZ - Nosso sindicato, o maior do Acre, não compreende que o Acre mudou. Onde estão os simpósios e seminários para discutir qualidade do ensino, humanização na escola, problemas sociais que afetam o aluno e que, portanto, chegam até a escola? Eles não sabem que há dezenas de escolas rurais onde o professor é quem limpa a escola e faz a merenda? Sem contar a corrupção em algumas secretarias municipais de educação.


O RIO BRANCO - Como assim?
MOISÉS DINIZ - Se o SINTEAC saísse dos gabinetes de Rio Branco e enfrentasse o interior do Acre, seus ramais e rios, ia descobrir que ainda tem merenda estragada sendo oferecida às nossas crianças, que há prefeitos que fazem o que bem entendem com o dinheiro da Educação. O SINTEAC precisa se articular com os vereadores nos municípios e realizar uma cruzada contra essas mazelas. Quem não evolui é engolido. E é isso que está acontecendo com a atual equipe de sindicalistas do SINTEAC.


O RIO BRANCO - Definitivamente, o senhor vai defender quem ganha menos?
MOISÉS DINIZ - Eu tenho nível superior, mas já tem muita gente nos defendendo. Tem até sindicato da nossa categoria de professores licenciados. Eu vou defender, junto ao governo, os professores de nível médio e o pessoal de apoio. Se a gente não equilibra o jogo, quem perde são os mais fracos.
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Postado por José, professor de matemática at 21:16 0 comentários

A falta de direção com que o SINTEAC vem conduzindo a greve já não é segredo para mais ninguém. Encontro pessoas de todos os níveis que esboçam uma opinião firme e coesa acerca da vergonha que os sindicalistas impõem à classe. A credibilidade se esvaiu. E pior: o SINPLAC poderia assumir papel mais ativo, ignorando a briga por carniça do outro sindicato, mas está se deixando engolir por ela. Espero que um norte único saia das discussões da semana que se inicia. Caso contrário meu colega Aldo Nascimento terá plena razão: não é uma greve, é apenas reposição de aula.

A dor de professor


Esse homem é um colega da escola Heloísa Mourão Marques que votou a favor da "greve" - ou será reposição de aula?.
Depois de uns dias coçando o saco em casa, ele agora está parindo as dores de uma "greve", porque irá repor as aulas.
O parto foi natural. O que não é natural, meu amigo, é votar a favor de uma "reposição de aula" e chamar isso de greve.

Guilherme Arantes









Enquanto o petróleo e o gás não chegam, o água vai...

Perto da Bessa, a panificadora, na Floresta, jorrava H2O.










Água que na nasce na fonte serena do mundo
e que abre um profundo grotão.

Água que faz inocente riacho
e deságua na corrente do ribeirão.

Águas escuras dos rios
que levam a fertilidade ao sertão.

Águas que banham aldeias
e matam a sede da população.

Águas que caem das pedras
no véu das cascatas, ronco de trovão.

E depois dormem tranqüilas
no leito dos lagos, no leito dos lagos.

Ou no bueiro de uma rua.

Sinplac e Sinteac 2



Pregar no deserto. Hoje, no entanto, choveu. Na foto, dois sindicatos: Sinplac e Sinteac.
Esse modelo de sindicalismo agoniza em tempos pós-modernos.
Como cantou Cazuza, "o tempo não pára". O sindicato dos professores parou; perdeu o mouse da história.

Sinteac e Sinplac 1




















Mais uma vez, o Sinteac e o Sinplac realizaram uma assembléia de rua. Na microrreunião de hoje, menos professores e menos pessoal de apoio. A foto não nega a falência do movimento parado sindical.
Esse número decide pela maioria. Isso representa menos de 1% da categoria.

No Sinteac, defendem-se duas propostas. A professora Alcilene, presidente do Sinteac, sustentou a continuidade da "greve" (ou será reposição de aula?), porque o governo não pagará o "alinhamento salarial".

O governo argumenta que o Estado não tem condições de pagar esse "alinhamento" aos professores e ao pessoal de apoio, porque não há dinheiro. Os que defendem a professora Alcilene, no entanto, ignorando o orçamento público, não dizem de onde o dinheiro sairá para pagar o que eles desejam.

Não há um estudo, realizado por uma consultoria muito séria e competente, sobre o orçamento do Estado a fim de remanejar verba para a educação.

A professora Almerinda, a vice, defendeu a proposta do governo e o fim da "greve" (ou será reposição de aula?). Eu defendi a proposta da professora Almerinda para se corrigir o erro cometido pelo Sinteac em 1999.
O Sinplac, por sua vez, tendo como presidente a professora Luziele, está indo a reboque do Sinteac por limitações de sua diretoria.
O Sinplac surgiu para apontar novos caminhos para os professores em termos de organização sindical, mas, infelizmente, por sua estreiteza intelectual, a diretoria reproduz a mesma estrutura do Sinteac.
Acredito que a ausência de professores e de pessoal de apoio existe por causa da atual estrutura sindical. Ainda farei um artigo sobre isso.
O movimento sindical precisa realizar um congresso para redefinir novos rumos, mas, antes, precisamos estimular debates por meio de seminários com profissionais de fora e da Universidade Federal do Acre.
Bem, com férias antecipadas, iremos repor as aulas. A suposta greve está em processo de desgaste por causa de questões estruturais, por causa de vaidades internas e por causa do infeliz partidarismo.

sábado, maio 05, 2007

Matéria de Jairo Barbosa

Estou preparando uma matéria bem mais ampla sobre essa irregularidade financeira no Sinteac. Na terceira semana de maio, ela será publicada.

Ouvirei várias pessoas, inclusive, o vereador Márcio Batista e a professora Elza Lopes. Já comecei a investigar, a comparar dados e a olhar documentos relacionados à auditoria.

Por enquanto, bloguista, leiamos a matéria do jornalista Jairo Barbosa.
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Vereador comunista é acusado
de gastos irregulares no Sinteac


O Ministério Público Estadual analisa desde o mês passado denúncia de desvio de dinheiro e de gastos irregulares praticados pelos ex-presidentes do Sindicato dos Trabalhadores da Educação (Sinteac), Márcio Batista (PC do B) e Elza Lopes (PT).
Batista, atual líder do prefeito na Câmara de Vereadores, comandou o maior sindicato do Estado no período de setembro de 2001 a setembro de 2003. Elza Lopes substituiu o camarada até 2005.
Em uma auditoria do contador Paulo Ferreira de Sousa, especialista em auditoria, a pedido da atual direção do sindicato, ficou comprovado que os ex-dirigentes praticaram uma série de irregularidades que vão desde a compra “fantasma” de gasolina a pagamento de despesas com bebida alcoólica com cheque da entidade.
No documento, que contém 180 páginas, o auditor afirma que as administrações deixaram de atender aos princípios básicos da legalidade, da impessoalidade e da eficiência.
Durante meses, as contas do Sinteac, no período da administração do vereador Márcio Batista e da professora Elza Lopes, foram analisadas com muito rigor e reprovadas na prestação de contas.
Os dois, segundo o relatório, deixaram ainda de elaborar um projeto de orçamento anual, exigido no artigo 20°, do estatuto social da entidade.

Gastos com passagens aéreas

No mês que assumiu o sindicato, Márcio Batista autorizou despesas de R$ 2.132,49 para a compra de passagens aéreas, mas, diz o documento, não apresentou comprovantes das passagens com utilização dos respectivos trechos, bem como a finalidade da viagem.
No ano seguinte, Batista gastou R$ 3,3 mil no frete de um avião, no entanto, argumenta o auditor, não consta nenhuma justificativa para o fretamento da aeronave e, muito menos, trecho a ser percorrido. Parece que voar era o hobby do ex-presidente.
Em agosto de 2002, ele gastou R$ 3,5 mil novamente com passagens aéreas sem apresentar comprovantes de embarques e sem justificar o motivo da viagem.

Gasolina e despesas em bares

O relatório mostra que nunca o Sindicato da Educação gastou tanto com combustível como na gestão do vereador do PC do B. Em 7 de março de 2003, o sindicato pagou ao Posto Líder R$ 10 mil para comprar combustível, quantia considerada excessiva diante da pequena frota da entidade. No mês seguinte, os gastos chegaram a R$ 12 mil, e a frota continuava a mesma.
Em uma churrascaria da cidade, o presidente assinou uma nota de R$ 1 mil, mas, na prestação de contas, não apresentou o recibo da despesa.

sexta-feira, maio 04, 2007

Pateta Sindical com duas professoras loiras
























Depois da assembléia de rua, o Pateta Sindical, achando que tem força para dobrar o governo do Carioca, tira foto com duas professoras que irão repor as aulas.

As inocentes acreditam em greve que repõe aula. Elas são loiras, só pintaram o cabelo para aparentar menos burrice.

Carioca e o Pateta Sindical





Carioca é assessor especial do governo do Acre e, à mesa, ele tem negociado com os patetas da educação. Como ele tinha prometido a este Pateta Sindical, Carioca permitiu que fosse entrevistado.

Como sempre, a assembléia dos professores começou atrasada, e eu cheguei à entrevista depois da hora. Carioca, ao contrário, estava muito alegre. (foto)

Pateta Sindical- Por que o senhor está tão alegre? (foto)
Carioca - Muito simples, porque eu sou o Carioca e você, o Pateta.

Pateta Sindical - Mas esse é meu nome.
Carioca - E muito apropriado.

Pateta Sindical - Por quê?
Carioca - Porque Pateta, quando negocia, não sabe o que diz. Certa vez, você pagou a um Pateta Contador para negociar com o governo e ele foi desmoralizado.

Pateta Sindical - Bem, o fato é que o governo não possibilitará a isonomia que tanto queremos, não é verdade?
Carioca - Eu também quero tanta coisa, mas não tenho dinheiro. Por exemplo, eu quero ser bonito como o Tiago Lacerda, mas tenho que me conformar com a minha condição social de papagaio. Como papagaio, eu falo muito, falo todo dia que o governo não tem dinheiro para pagar os valores da isonomia.

Pateta Sindical - Então, como eu não sei de onde o dinheiro irá sair para pagar a isonomia, faremos greve.
Carioca - Podem fazer!!! Façam!!! Depois, os patetas irão repor as aulas. Pateta Sindical, ISSO não é greve, isso tem outro nome: reposição de aula. Os patetas estão somente tirando férias antecipadas.

Reposição de aula

A professora Maria Correa, secretária de Educação do Acre, declarou que o ano letivo precisa ser refeito, porque o atual não está valendo.
Em outras palavras, os professores da escola Heloísa Mourão Marques, a maioria, a favor da "greve", lecionará no sabádo para não atrasar, mais ainda, o que já estava atrasado, porque a escola Heloísa começou as aulas depois de outras unidades de ensino.

Isso, professores, repito, não se caracteriza como greve, porque a reposição de aula anula os dias parados. O que estamos fazendo, eu batizo de "férias antecipadas", mas, jamais, greve no sentido autêntico do termo.
Carga horária deverá ser cumprida. Como essa falsa greve pode pressionar se iremos repor as aulas, os dias parados?

quinta-feira, maio 03, 2007

Carioca

Carioca tranqüilo antes de negociar à mesa com as inocentes sindicalistas. Ele me disse que dará uma entrevista exclusiva a este pouco lido blog.

Carioca



Tirei essa foto no momento em que o Carioca ri do pato do professor.

Sinplac 2



Almerinda fala muito e ouve pouco. Não obedeceu ao tempo de três minutos. Por mais de 10 minutos, falou, falou, falou.

Em minha fala de três minutos, defendi uma imprensa sindical inteligente, ética e livre; votação-texto pela internete; a criação de um site muito bem-feito; e profissionais muito competentes que saibam debater à mesa com o governo sobre o orçamento público.



Sindicato precisa deixar de ser obreiro e amador.

Sinplac 1




Poucos na assembléia do Sinplac.

Vamos sujar a cidade



Quando a assembléia do Sinteac terminou, os poucos professores e menos pessoal de apoio resolveram sujar Rio Branco.

Greve da educação, digo, reposição de aula, serve para isto: falta de educação.

Sinteac 4






















As fotos dizem mais do que discursos.

Sinteac 3






















Por que nas procissões há mais fiéis?

Sinteac 2





















Movimento sindical está doente. Sofre de catarata e, diante do espelho, não se enxerga em um mundo que não é mais igual ao da vovó.