segunda-feira, outubro 09, 2006
CrasE
HOJE, pediram a mim para escrever sobre o fenômeno da crase. Adriana, desculpe, não tive tempo. De repente, quem sabe, amanhã.
sábado, outubro 07, 2006
Eleito
Nos jornais acreanos, habituou-se a escrever "eleito governador", "eleito deputado estadual". Dizem que a mentira muitas vezes repetida vira verdade. Como não sou chegado a uma mentira gramatical, "eleito governador" é errado. Consultando Celso Pedro Luft, o Dicionário Prático de Regência Nominal registra duas preposições - "a"e "para".O autor cita este exemplo: "Os (cidadãos) eleitos a(ou para) deputado, para (ou a) vereador". Partindo de um autor, o correto é "eleito a ou para governador ".Nossos jornais precisam parar de mentir.
quinta-feira, outubro 05, 2006
Quem nasce em Boca do Acre é...
Quem nasce em Boca do Acre é... aí quem estava na Redação do jornal respondeu "bocacrense". "Acrense" surge por causa de Acre, mas quem nasce no Acre não é "acrense", é "acreano" ou "acriano".
Assim sendo, "Boca do Acre" não cabe "acrense", mas "acreano" ou "acriano". Como há muitos revisores na Redação, incluindo Weverton e Márcio, os diagramadores, eles riram de mim, que não sou diagramador, quando disse que "bocacrense" é errado.
O uso popular determinou "bocacrense", mas um texto de jornal, quando escrito por um repórter, não pode registar "bocacrense", a não ser que a palavra tenha sido dita por uma pessoa entrevistada, por exemplo. Bem, como revisor não é diagramador, fui consultar os livros da aéra e o dicionário do filólogo Antônio Houaiss. No livro de Celso Pedro Luft, o correto é "mato-grossense", é "rio-branquense", é "boca-", isto é, coloca-se hifen. Na gramática de Celso Cunha, também. Na gramática de Evanildo Bechara, também. Os diagramadores discordam. Consultando o Houaiss, encontra-se "boca-acreano" e "boca-acriano". Os diagramadores discordam. Para não haver discórdia gramatical, A TRIBUNA publicou "bocacrense". Trata-se de um erro, mas deixei passar por causa de colegas que riram de mim. Proporei ao dono do jornal que diagramadores sejam revisores.
quarta-feira, outubro 04, 2006
Assessor ganha bem e escreve mal
Há pessoas que, por causa de suas relações pessoais com políticos, são escolhidas a dedo, só que seus dedos preocupam-se mais com a contagem do salário de gabinete e não com a prática da boa escrita.
Ganham bem para comprar roupas. Uma boa gramática não custa caro, bem menos do que vestidos. Hoje, deparei-me com um texto de gabinete.Pergunta 1 - "O candidato (...) desponta como um dos nomes mais jovens da política local. (...), o candidato obteve nestas eleições (...) votos, alcançando a primeira suplência da Frente Popular à Assembléia Legislativa."Por que esse acento grave, indicador do fenômeno da crase, antes de Assembléia Legislativa?Pergunta 2 - "Nós fazemos uma campanha pé no chão."É assim que se escreve?
O Rio Branco
Como revisor da TRIBUNA, cometo meus erros e os publico aqui. Hoje, no entanto, o erro saiu no jornal O Rio Branco, na capa."Circuito cultural do Banco do Brasil trás Alceu Valença"Vacilo. Verbo trazer - traz.
segunda-feira, outubro 02, 2006
Doze anos de PT
Redação da TRIBUNA, domingo, 16h26min. À espera dos textos que serão publicados na segunda-feira (hoje), não consulto búzios e nem cartas para saber que Binho Marques, do PT, será – e é – governador do Acre. PT por mais quatro anos. Com a oposição que Deus nos deu (obrigado, Senhor!), não há a mínima necessidade de búzios ou de cartas. O tempo presente, por si, é profético. Um tempo erguido desde que Jorge Viana deixou seu oráculo na Prefeitura de Rio Branco, projetando Binho Marques para o futuro. Esse, portanto, um dos erros da oposição: ela não sabe conjugar o verbo politizar no futuro do presente. Nestas eleições, os adversários se perderam com denúncias incomprovadas. Se, em Rondônia, a Polícia Federal pega e prende; se, em São Paulo, a Polícia Federal pega e prende alguns petistas que deformam o partido, a oposição acreana não vê o mesmo aqui. A oposição só aprende a contar: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12 anos de governo petista. E, caso seja reprovada nas próximas eleições, a dança dos números continuará: 13, 14, 15, 16 anos. O tempo, para alguns, não ensina - humilha. Pelos quatro anos que hão de vir, o governo do Partido dos Trabalhadores - tenho certeza! - buscará edificar o melhor, o mais elaborado, porque está em curso o que não pode retroceder, por exemplo, a educação. Qualificar o ensino de língua portuguesa e de matemática representa, antes, tornar visível o que ocorre entre as quatro paredes da sala de aula para que possamos vê-la com seus limites e com seus erros. A sala, como bem disse a secretária de Educação, a professora Maria Correa, é uma “caixa-preta”. O atual governo precisará abrir essa caixa, isto é, precisará saber não só o que é lecionado em sala, mas como é lecionado. A sala necessita ser exposta. Para tanto, o PT dos próximos quatro anos deverá promover uma nova gestão, uma nova estrutura escolar, porque só os conselhos escolares não darão respostas a um ensino que deseja ser qualitativo. À medida que isso ocorra, à medida que outras transformações surjam, restará à oposição catar no tempo as migalhas de sua própria história; sobrar-lhe-á tão-somente a dança dos números: 12, 13, 14, 15, 16 anos de governo petista, no mínimo.
sábado, setembro 30, 2006
13inho
Quando eu atualizar este blog na segunda segunda-feira, o novo governador do Acre se chamará Binho Marques (PT), da Frente Popular. E digo mais: serão 16 anos de PT neste Estado. Mais uma vez, a oposição perdeu por causa de seus limites, por causa de sua verborréia presa a um Acre que, aos poucos, deixa de existir. Ela precisa se ver no espelho da história. E, para a situação ficar pior, essa oposição assistirá, mais uma vez, às transformações no Acre por mais quatro anos.
sexta-feira, setembro 29, 2006
No jornal
Há repórter que escreve "ter pago". Errado. Escreva "ter pagado". Jornal O Rio Branco - "Bancários voltam a grevar dia 5". Existe registro do verbo "grevar"? No dicionário Houaiss e no Dicionário Prático de Regência Verbal, de Celso Pedro Luft, não há sinal desse verbo. Não existe. O correto é "bancários voltam à greve no dia 5".
quinta-feira, setembro 28, 2006
Ainda Sobre Cicarelli
CONTARDO CALLIGARIS
Um filme de amor
O interesse pelo vídeo de Cicarelli revela que somos sobretudo frustrados no amor À FORÇA de receber links para o vídeo de Daniella Cicarelli, acabei dando o clique e assisti ao filme. São quatro minutos e meio, editados a partir de duas horas de gravação e entrecortados por subtítulos, que introduzem diferentes momentos do convívio do casal.
Um filme de amor
O interesse pelo vídeo de Cicarelli revela que somos sobretudo frustrados no amor À FORÇA de receber links para o vídeo de Daniella Cicarelli, acabei dando o clique e assisti ao filme. São quatro minutos e meio, editados a partir de duas horas de gravação e entrecortados por subtítulos, que introduzem diferentes momentos do convívio do casal.
Os subtítulos são em castelhano. Normal, visto que os fatos aconteceram na Espanha, e o "paparazzo" era espanhol. Mas as frases, numa língua estrangeira e próxima, facilitam, para o espectador brasileiro, uma atitude irônica e zombadora, como se pertencessem a um português macarrônico.
De fato, nas conversas destes dias, o vídeo é sempre evocado com um tom maroto e, sobretudo, burlesco. À primeira vista, o cômico parece servir para que o espectador esqueça a posição (incômoda e envergonhada) que ocupa: a de uma criança com o olho colado no buraco da fechadura ou, pior, a de um adulto salivando à vista de frutos proibidos.
Digo logo: suspeito que o cômico, neste caso, proteja o espectador de um outro incômodo, maior e, de certa forma, mais triste. Falando em frutos proibidos, é importante salientar que o vídeo não é nada "ousado".
Um sujeito que estivesse procurando por pornografia na internet certamente o descartaria sem hesitação e encontraria, com facilidade, imagens bem mais explícitas. Alguém dirá que o interesse pelo vídeo depende unicamente do fato de que uma "celebrity" seria assim "exposta".Os títulos (infames) que acompanhavam os e-mails com o link iam nesse sentido. Algo assim: olhe só, Fulana está "dando" na praia... Ou seja, os brasileiros seriam fascinados pela "descoberta" de que uma "celebrity" e um lindo moço se desejam, beijam-se, acariciam-se etc. Essa cena nos ofereceria a certeza confortante de que os deuses do Olimpo não são muito diferentes da gente. Seria um pouco como uma foto de Lula ou de Alckmin mordendo um sanduíche cheio de mostarda e ketchup ou entrando com urgência num banheiro. "Te peguei!". Pois é, não acredito em nada disso. Por duas razões. Primeiro, o vídeo nos mostra um casal que não tem nada de "jet-set". Eles não estão num iate na Sardenha nem numa enseada de sua ilha privada. Estão numa praia qualquer. Tomam um refresco, comem um sorvete, tiram aquela foto que todos já tiramos, esticando o braço e recuando as cabeças para pegar o sorriso dos dois. Há um momento em que a moça puxa os cotovelos do moço para que ele a abrace; o gesto é comovedor de tão familiar. Segundo, o distanciamento (facilitado pelos subtítulos irrisórios) mostra o seguinte: o espectador se arma de uma boa pitada de cômico para encarar uma visão que, sem isso, poderia magoá-lo (em geral, rir é um jeito de afastar de nós algo que preferimos ignorar). E acontece que, neste caso, o que queremos afastar certamente não é uma extravagância sexual, explícita ou implícita, pois o vídeo não é de sexo; é um vídeo de amor, um excelente vídeo de amor. Ele poderia ou deveria ser proposto como exemplo nas escolas de cinema, não por suas qualidades técnicas, mas porque é raro que os cineastas consigam mostrar tão bem os gestos do desejo entre duas pessoas que se gostam muito e que se amam (que seja por uma semana, um ano ou uma vida, tanto faz). A delicadeza dos beijos, dos toques, dos abraços do casal falam de um momento de felicidade amorosa que é o verdadeiro "escândalo" do vídeo. É contra essas imagens de amor que o título chulo e os subtítulos irônicos protegem o espectador, guiando-o para que se convença de que ele está assistindo a alguma devassidão ou se divertindo ao constatar que uma "celebrity" fez "aquilo" que nem a gente. Sem esse desvio da atenção, o vídeo seria, para quase todos os espectadores, tocante e talvez intoleravelmente triste. Por quê? Simples: alguns podem ser frustrados no sexo, outros podem ser invejosos e estar a fim de dar um pontapé nos pedestais que eles mesmos erigem, mas muitos sentem a falta da delicada intimidade do desejo sexual quando ele acontece entre dois que se gostam e se amam -muitos são frustrados no amor. Com a ajuda de título e subtítulos, em suma, o tom burlesco dos comentários destes dias serve para que a gente não perceba o que, de fato, o "paparazzo" filmou: uma cena que, ao ser enxergada, produziria em nós a descoberta dolorosa de nossa carência. Pois não se trata de um momento de sexo, mas de uma tarde de amor.
segunda-feira, setembro 25, 2006
Cicarelli
Performance anônima
A dinâmica do espetáculo depende do consumo de conteúdos irrelevantes
JULIANA MONACHESI - COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
A dinâmica do espetáculo depende do consumo de conteúdos irrelevantes
JULIANA MONACHESI - COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Imersos no cotidiano de uma vigilância constante, seja por câmeras de segurança, seja por câmeras fotográficas embutidas em celulares e demais apetrechos que capturam imagens em vídeo, presentes em absolutamente qualquer reduto habitado do planeta, seríamos todos performers, encenando nossas ações no mundo?
O episódio envolvendo a apresentadora da MTV Daniella Cicarelli nesta semana -um vídeo veiculado no You Tube que em poucas horas atingiu picos de "nanoaudiência"- levanta esta e outras questões a respeito dos fenômenos midiáticos em tempos de sociedade do controle e do espetáculo.
Em entrevista à Folha, a professora da Pontifícia Universidade Católica de SP e teórica de novas mídias Giselle Beiguelman fala sobre o tema e sobre a diferença entre produtos da dinâmica do espetáculo e obras de artistas que se nutrem do fenômeno para criticá-lo, como é o caso do vídeo "Uma", do artista plástico Caetano Dias, exibido no 1º Festival Latino-Americano de Cinema de São Paulo, em julho deste ano, e que será apresentado na Paralela 2006, em SP, em outubro.
Registro de um casal que transa no mar, alheio à grande movimentação na praia de Guarajuba, na Bahia, o vídeo acompanha o princípio de conversa entre uma mulher negra e um homem branco, o encontro e o abandono. A investida poética de Caetano Dias trata da espetacularização das patéticas performances humanas.
FOLHA - O vídeo da Daniella Cicarelli com o namorado em uma praia na Espanha se torna, em questão de horas, objeto de interesse de milhões de internautas, sem que se saiba quem filmou. O fenômeno midiático na era da internet é necessariamente sem autoria e de propriedade coletiva?
FOLHA - O vídeo da Daniella Cicarelli com o namorado em uma praia na Espanha se torna, em questão de horas, objeto de interesse de milhões de internautas, sem que se saiba quem filmou. O fenômeno midiático na era da internet é necessariamente sem autoria e de propriedade coletiva?
GISELLE BEIGUELMAN - O anonimato dos produtores de mídia é uma constante na história das comunicações de massa. "As Ilusões Perdidas", de Balzac, publicadas no século 19, são um excelente ponto de partida para essa reflexão. Quantas pessoas sabem o nome do diretor do "Jornal Nacional"? O que a internet tem de diferente de outras mídias é que nela regimes de autoridade, e não de autoria, podem ser questionados e o fato de explicitar que o espectador não é um legume. É crítico e cúmplice.
FOLHA - Pode-se afirmar que o vídeo atualiza o conceito de performance? Ou seja, dado que vivemos em um mundo mediado, um casal namorando em uma praia cheia de gente está, necessariamente, encenando suas ações?
BEIGUELMAN - Não podemos confundir superexposição com performance. Vivemos uma experiência cotidiana tão mediada por câmeras e telas que o ato mais banal assume contornos de encenação programada. Nem a performance é isso nem me parece que o gesto do casal tivesse esse cunho. Há quem diga que foi tudo armação. Pode ser. Mas aí voltamos à sociedade do espetáculo e tudo fica claro, numa espécie de tributo e atualização de uma das máximas de Andy Warhol. Segundo esse expoente da arte pop, no futuro, todos teriam 15 minutos de fama. A internet alargou esse campo, possibilitando que todos possam ser célebres com alguns cliques. Se isso for verdade, performática, então, foi a ação de quem viu, gravou e publicou um material com conteúdo irrelevante e que foi notícia durante toda a semana.
FOLHA - Com a proliferação de tecnologias capazes de registrar e difundir qualquer tipo de informação (sejam texto, fotografia ou vídeo) em tempo real, existe diferença entre as esferas pública e privada? Celebridades midiáticas têm privacidade na sociedade hipermidiática?
BEIGUELMAN - É preciso diferenciar notícia de informação. Os meios hoje permitem grande capacidade de produção e difusão de notícias, mas não necessariamente de informação. A dinâmica da sociedade do espetáculo, analisada por Guy Debord, pensador fundamental do século 20, e ironizada por Fellini em "La Dolce Vitta" depende do consumo de imagens e de uma disponibilidade de alguns para ser protagonista desse espetáculo.Estamos falando de mercado. Em nosso contexto, mediado por câmeras, mensageiros on-line, cartões de fidelidade, o que temos é a consolidação da sociedade de controle, o estado de vigilância distribuída, no qual a privacidade se torna uma mercadoria de luxo, que nunca será entregue na sua totalidade.
FOLHA - A obra de Caetano Dias, que flagra um casal em situação idêntica à de Cicarelli, dá margem a que se veja o vídeo que circulou no You Tube como jornalismo ou arte?
BEIGUELMAN - O vídeo de Cicarelli que circulou no You Tube, em si, é apenas sintomático do tipo de sociedade do espetáculo e da vigilância distribuída em que vivemos. Não é arte nem jornalismo. Já o de Caetano Dias assim como os auto-retratos manipulados da fotógrafa Helga Stein se nutrem desse sintoma para banalizá-lo de uma forma tão extrema que operam sua crítica. O que os distancia do vídeo que circulou no You Tube é que agenciam sentidos e relações cognitivas, ao contrário do primeiro, que pretende participar da dinâmica do espetáculo e da sociedade de controle.
FOLHA - Quais os parâmetros para definir o que é hoje um fenômeno midiático?
BEIGUELMAN - O fenômeno midiático está sempre associado ao domínio rigoroso da mecânica de um meio de comunicação e ao reconhecimento do contexto de veiculação. Basta lembrar do impacto da transmissão de "A Guerra dos Mundos", pelo grupo de radioteatro de Orson Welles, em 1938. Sem a situação de tensão da Segunda Guerra e sem o domínio técnico e de conteúdo do rádio, jamais conseguiria mobilizar um país como mobilizou.Na era da internet, há uma certa flexibilização dos canais de comunicação. Não é mais necessário trabalhar na CBS, como o grupo de Welles, mas ainda é preciso eleger o canal correto de divulgação e ter a expertise de saber o que pode vir a ser notícia ou, pelo menos, fato passível de consumo.
sábado, setembro 23, 2006
A Superficialidade das SuperficialidadeS
Enquanto em outros estados, candidatos debatem sobre aspectos bem específicos da educação, no Acre, levitamos por causa da superficialidade.
Nem tocaram na gestão escolar.
Na escola Heloísa Mourão Marques, a diretora, professora Lúcia, e o coordenador de ensino, professor Walmir, permitem, com o corpo docente, uma outra forma de relação profissional entre professores.
Hoje, iniciou-se a construção dos Conselhos de Disciplinas. Em plenária, os professores aprovaram isto:
1º - Esses encontros pedagógicos baseiam-se na Lei de Diretrizes e Bases, em seu título VI, Dos Profissionais da Educação, artigo 67, inciso V;
2º - Encontro entre professores da mesma disciplina duas vezes por mês (1º sábado e 3º sábado);
3º - Elaborar conteúdo e prática pedagógica específica para alunos do 3º ano, porque o último ano do ensino médio deverá ser destinado ao pré-vestibular da Universidade Federal do Acre e ao Exame Nacional de Ensino Médio (ENEM);
4º - Professores-coordenadores administrarão as reuniões de áreas pelo período de seis meses ou um semestre do ano letivo;
5º - As reuniões serão registradas e o conteúdo será aprovado em ata;
6º - Por meio do registro em ata, a coordenação deverá fiscalizar seu cumprimento e cobrar resultados;
7º - Os Conselhos de Disciplinas serão compostos pelos professores e pela coordenação de ensino e serão subordinados ao Conselho Escolar;
2º - Encontro entre professores da mesma disciplina duas vezes por mês (1º sábado e 3º sábado);
3º - Elaborar conteúdo e prática pedagógica específica para alunos do 3º ano, porque o último ano do ensino médio deverá ser destinado ao pré-vestibular da Universidade Federal do Acre e ao Exame Nacional de Ensino Médio (ENEM);
4º - Professores-coordenadores administrarão as reuniões de áreas pelo período de seis meses ou um semestre do ano letivo;
5º - As reuniões serão registradas e o conteúdo será aprovado em ata;
6º - Por meio do registro em ata, a coordenação deverá fiscalizar seu cumprimento e cobrar resultados;
7º - Os Conselhos de Disciplinas serão compostos pelos professores e pela coordenação de ensino e serão subordinados ao Conselho Escolar;
8º - Plano de curso não deve ser uma ação isolada do professor, mas uma prática elaborada pelo corpo docente da área, e os planos de aula surgirão a partir de um diálogo entre os professores das áreas, tendo como base os planos de curso.
Marcamos para o dia 7 de outubro um encontro sobre aspectos específicos, quais sejam:
1º - Criar atividades lúdicas, por exemplo, para a realização aos sábados de uma Gincana do Conhecimento e criar atividades pedagógicas fora da sala de aula;
2º - Criar um modelo de prova, modelo de teste e modelo de trabalho de pesquisa e elaborar um processo avaliativo que implica a prova, o teste e o trabalho de pesquisa; e
3º - Criar os planos de curso para o 1º ano, o 2º ano e o 3º ano, sendo que o 3º ano será destinado ao vestibular da Universidade Federal do Acre e para o Exame Nacional de Ensino Médio.
________________________
Em 23 de setembro de 2006
1. Nesse dia, professores da manhã, professores da tarde e professores da noite, da Escola Heloísa, aprovaram os Pontos Gerais;
2. Para os Pontos Específicos, os professores provaram o valor 6 para a prova de N1 e de N2;
3. Escolheram 7 de outubro para que os professores da mesma disciplina possam dialogar e definir por escrito sobre a natureza da prova;
4. Sobre a forma como a prova de N1 e a prova de N2 serão aplicadas;
5. Sobre os Planos de Cursos do 1º ano; e
2º - Criar um modelo de prova, modelo de teste e modelo de trabalho de pesquisa e elaborar um processo avaliativo que implica a prova, o teste e o trabalho de pesquisa; e
3º - Criar os planos de curso para o 1º ano, o 2º ano e o 3º ano, sendo que o 3º ano será destinado ao vestibular da Universidade Federal do Acre e para o Exame Nacional de Ensino Médio.
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Em 23 de setembro de 2006
1. Nesse dia, professores da manhã, professores da tarde e professores da noite, da Escola Heloísa, aprovaram os Pontos Gerais;
2. Para os Pontos Específicos, os professores provaram o valor 6 para a prova de N1 e de N2;
3. Escolheram 7 de outubro para que os professores da mesma disciplina possam dialogar e definir por escrito sobre a natureza da prova;
4. Sobre a forma como a prova de N1 e a prova de N2 serão aplicadas;
5. Sobre os Planos de Cursos do 1º ano; e
6. Sobre a natureza da prova e sobre a aplicação dessa prova para o 3º ano, visando o pré-vestibular da Ufac e o Enem.
sexta-feira, setembro 22, 2006
Introdução que dói
Minha nossa, tem repórter que escrevinha para furar o olho do revisor. Leia com atenção e com muita paciência esta estocada.
"Será realizado hoje às 19:00h, na Concha Acústica do Parque da Maternidade, o primeiro "Canto, Vida e Visão", evento que reúne teatro, música e dança e tem como objetivo levar a mensagem do evangelho e contribuir para restauração das vidas de centenas de jovens, crianças e adultos que hoje encontram-se no mundo das drogas, violência e prostituição através da arte e da cultura cristã, de forma a atrair a atenção dessa geração para música, teatro, pintura e outras atividades lúdicas, por meio das quais serão apresentadas mensagens cristãs, de auto-estima, valorização da família e princípios éticos de conduta social, de forma itinerante em praças e locais públicos. Os eventos serão realizados sempre em locais públicos, por artistas voluntários. São músicos, atores de teatro, palestrantes e poetas, daí “canto, vida e visão.”
Fechando o jornal, aparece essa introdução. Como dói. Pensei em suicídio, mas desisti, tenho algumas dívidas para pagar. Além disso, não sou gay para agüentar uma introdução como essa. Sou revisor. Que o Senhor Deus ilumine a escrita dessa repórter, amém!
quinta-feira, setembro 21, 2006
TV TV TV TV TV TV TV TV TV
Hoje, à tarde, uma repórter de uma TV local vacilou. Em seu texto, ela disse "granditude". Fui ao dicionário do Houaiss e NÃO encontrei a palavra. Repórter de TV erra e não é pouco.
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