sexta-feira, setembro 22, 2006
Introdução que dói
quinta-feira, setembro 21, 2006
TV TV TV TV TV TV TV TV TV
quarta-feira, setembro 20, 2006
Um JesuS que TiroU o Fiel da EscolA
Parei e dei a ele a minha insignificante atenção.
terça-feira, setembro 19, 2006
Prefeitura de Rio Branco
Aqueles que administram a coisa pública deveriam ter atenção dobrada, porque esse poder, em um país com pouca escolaridade, pode dar um péssimo exemplo quando o assunto é LÍNGUA Portuguesa.
O slogan "Juntos, agente faz mais" revela uma prefeitura que faz, mas, quando a questão é concordância, não faz o correto.
Seria correto se fosse "juntos, nós fazemos mais". Entretanto, como existe "a gente", o correto é "junto, a gente faz mais".
A gente não faz "juntos". A gente faz "junto". A gente faz "unido", e não "unidos". Nós não fazemos "unido". Nós fazemos "unidos". Não tenho dúvida de que a prefeitura do PT faz uma política pública correta, mas, quando o assunto é gramática...
sábado, setembro 16, 2006
Admirável Mundo Novo 2


Na escola Heloísa Mourão, leciono Literatura, Leitura, Gramática e Redação, havendo duas aulas para cada disciplina durante a semana. Para a aula de Leitura, escolhi o livro Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, a fim de apresentar aos alunos o realismo-naturalismo atual. Infelizmente, a Literatura, na escola, ainda, fixa-se no naturalismo do século 19. Com o livro de Huxley, depois passarei os filmes Matrix (1) e Código 46, porque defendo a idéia de usar filme como extensão de uma leitura desde a época em que eu lecionava no Rio de Janeiro, no Souza Marques, isso em 1990. Com esse livro e com esses filmes, o realismo e o naturalismo se atualizam, apresentam-se de forma muita mais acabada e perversa.
Admirável Mundo Novo 1

Americana é primeira a receber braço "biônico"
Jason Read/Reuters
Claudia Mitchell e seu braçoPrótese se mexe com precisão, guiada pela mente
Folha de São Paulo
sexta-feira, setembro 15, 2006
Matar & Matar
Publicada em 14/09/2006 às 15h48m
MONTREAL - O atirador que abriu fogo em uma escola secundária de Montreal, matando uma mulher e ferindo outras 19 pessoas na quarta-feira, referia-se a si mesmo como o "anjo da morte'', segundo o diário que mantinha na internet.
A polícia confirmou nesta quinta-feira que o atirador, que morreu no local do incidente de quarta-feira depois de um tiroteio com a polícia, chamava-se Kimveer Gill, tinha 25 anos e morava em um subúrbio da cidade canadense.
Em website dedicado à cultura gótica, Gill disse que seu lema era “Viva rápido, morra jovem e deixe um corpo mutilado”.
Ele usava o apelido “Trench”' e também escreveu no site que adorava armas e odiava as pessoas.
Testemunhas do incidente, que aconteceu no centro de Montreal, disseram que o atirador usava um casaco preto comprido e botas, e tinha o cabelo cortado no estilo moicano.
Autoridades da área de saúde de Montreal disseram que, dos 19 feridos, seis estavam em estado grave e dois corriam perigo.
O ataque aconteceu no Dawson College, uma faculdade de língua inglesa com cerca de 10 mil estudantes entre 16 e 19 anos, no coração de Montreal, a segunda maior cidade do Canadá.
Em seu blog, escrito em inglês, Gill publicou várias fotos que o mostravam com armas e uma faca, e com o cabelo no estilo moicano. Uma das fotos mostra o homem, que era alto e magro, com um casaco preto comprido e segurando um fuzil automático e com a legenda: “Pronto para a ação”. “A raiva e o ódio fervem dentro de mim”, diz outra legenda de foto.
Uma outra imagem mostra-o com uma arma automática preta descrita por ele como uma carabina semi-automática CX4 Storm. Em outra, ele diz: "Acho que tenho uma obsessão por armas.''
A estudante não resistiu a ferimentos e morreu no hospital. As vítimas foram encaminhadas para hospitais da região com ferimentos na cabeça, no abdômen, no peito, nas pernas e braços. (Pânico na Dawson College) .
“Eu pude vê-lo disparar várias vezes. Corri para uma sala de aula. Era como em um filme”, disse o aluno Michael Boyer à TV CBC. “Ele tinha menos de seis pés de altura (1,80m), mas não pude ver seu rosto, estava completamente coberto”.
Robert Soroka, que dá aulas na faculdade, disse que estava no quarto andar quando ouviu os disparos. Correu imediatamente pelo corredor e disse aos outros professores que mantivessem os alunos nas salas e fechassem as portas.
“Esta poderia ser uma situação péssima, se acontecesse cinco minutos depois, quando os alunos estariam saindo das salas durante o intervalo” afirmou.
Segundo Soroka, o incidente começou às 12h45m (13h45m em Brasília) e os tiros continuaram por meia hora. Ele disse ter ouvido pelo menos 20 disparos.
Atirador disparou sem aviso
Segundo testemunhas, o atirador estava todo vestido de preto, tinha um rosto “gélido” e abriu fogo sem avisar. Ele teria começado o ataque fora da escola, entrado pela porta da frente e continuado a atirar lá dentro.
“Ele não disse nada. Tinha o rosto gélido como pedra, não havia nada em seu rosto, ele não gritou nenhum slogan nem nada. Ele só começou a disparar. Era um assassino a sangue frio”, disse o estudante Soher Marous.
Uma jovem disse, chocada, que havia saído para fumar com amigos quando o ataque começou.
“Tinha um cara andando com um sobretudo preto e botas pretas enormes, com esse corte de cabelo maluco e uma enorme arma. Ele estava descendo [a rua] em plena luz do sol com a arma, ninguém disse nada a ele, e aí começou a atirar”, contou ela à emissora CBC.
“Ele atirou nas pessoas bem ao nosso lado. Todo mundo estava correndo, nós nos escondemos nos arbustos, havia destroços voando das balas que caíam ao nosso lado. Vimos todo tipo de gente sendo baleada do lado de dentro”, contou.
A moça disse que o atirador era branco, cerca de 20 anos, e parecia um “esterótipo, com o longo casaco preto e cheio de tachas, piercings, coisas assim”.
O aluno Soher Marous estava saindo quando o homem entrou.
“Eu estava na porta da frente e vi esse cara com sobretudo e botas do Exército, e ele tinha um fuzil de duas coronhas. Eu o vi abrir fogo - paf, paf, paf - e aí todo mundo começou a correr”, relatou ele à CBC.
“Corremos para a porta da frente e ele veio atrás de nós. Ele estava alguns metros atrás”, disse Marous, que contou ainda ter tentado alertar outros alunos ao fugir.
Outro aluno, Michael Boyer, disse que estava no corredor esperando uma aula quando viu o pânico.
Marous afirmou que ficou sem ação ao ver o incidente e que só se salvou porque um amigo insistiu que ele corresse.
“Na verdade, é difícil, naquela situação, reagir como se deve. Eu fiquei hesitando, nunca tinha ouvido um tiroteio antes, não sei o que é isso.”
SignO
Como exemplo, ele citou o significante “bom” com seu duplo sentido. Para as classes sociais incultas, sem poder, usava-se “bom” na Alemanha para dizer que alguém era “dócil”. Para os que detinham poder, “bom” era todo aquele que fosse “guerreiro”.
“Genealogia da moral”, eis a obra desse que influenciou o futuro.
Mais tarde, no século 20, Volochinov ou Mikhail Bakhtin publica “Marxismo e filosofia da linguagem” em 1929. No capítulo 1, página 32, lê-se que “o signo lingüístico pode distorcer a realidade”.
O signo “bom”, acima, distorce. Com esse exemplo de Nietzsche, Bakhtin completa anos mais tarde: “O signo se torna a arena onde se desenvolve a luta de classe.”
LITERATURA
Em sala, a Literatura caducou. Períodos de época reduzem o literário ao funcional há anos. Na faculdade de Letras, alguma professora-doutora reproduz o historicismo, condenado há anos por professores de História.
Ainda fala-se de características do Barroco. Em sala, o professor de Literatura precisa pensar os signos segundo Nietzsche, segundo Bakhtin. Qual o sentido e a função do conceito sensível, por exemplo?
A pergunta existe, porque sensível pertence ao Barroco. E em que fonte doce irei beber esse conceito? Não outro, ele: Merleau-Ponty.
O professor, mesmo no ensino médio, deve ler e reler esse autor para compreender o conceito sensível, termo tão importante no mundo atual.
Em outras palavras, sensível não é uma característica do Barroco, mas um signo que, se não for estudado, “pode distorcer a realidade”.
quarta-feira, setembro 13, 2006
CruzCruzCruz&SouzaCruzSousa
Na escola Heloísa Mourão Marques, novas turmas: A e B, ensino médio. No primeiro dia, reparei que há muitos alunos atentos. O pessoa participa.Em Literatura, saí há anos dos estilos de época. Apresentei uma poesia de Cruz e Sousa, Grande Amor, para, primeiro, buscar o significado das palavras no dicionário e, depois, buscar o sentido delas no texto.
O signo, por meio de textos, deve ser repensado, porque, segundo Bakthin, o signo, mais do que significado, tem função.
Quais são as características desse estilo de época? Não respondo, pois rejeito a pergunta. Nego a instrumentalização da Literatura em sala de aula.
Grande Amor
Grande amor, grande amor, grande mistério
Que as nossas almas trêmulas enlaça...
Céu que nos beija, céu que nos abraça
Num abismo de luz profundo e céreo.
Eterno espasmo de um desejo etéreo
E bálsamo dos bálsamos da graça,
Chama secreta que nas almas passa
E deixa nelas um clarão sidéreo.
Cântico de anjos e de arcanjos vagos
Junto às águas sonâmbulas de lagos,
Sob as claras estrelas desprendido...
Selo perpétuo, puro e peregrino
Que prende as almas num igual destino,
Num beijo fecundado num gemido.
Como estou trabalhando essa poesia em sala de aula, escreverei na próxima atualização.
Divisão entre as Partes
Número, sim, são importantes. Não se escreve uma introdução com duas linhas, porque, além da idéia, é preciso haver elaboração dessa idéia. Ora, não se elabora uma introdução, apenas, com duas linhas.
Se a dissertação tem 30 linhas, repare na divisão:
Introdução - 5 ou 7 linhas;
Desenvolvimento 1 - 10 ou 8 linhas; Desenvolvimento 2 - 10 ou 8 linhas; e Conclusão ou solução - 5 ou 7 linhas.
Somadas, teremos 30 linhas. O professor precisa ler mais.
segunda-feira, setembro 04, 2006
Outra introdução de aluno
Hoje no Brasil vivemos a mais vergonhosa corrupção no plenário brasileiro, o mensalão. Que se resume em tirar dinheiro de um povo humilde onde luta todos os dias para ter uma vida digna, tendo educação e saúde.
Incrível como alunos do ensino médio não sabem usar a vírgula; "No Brasil vivemos (...) no plenário brasileiro." Não pode ser plenário marciano; "Que se resume." Quem disse que na introdução deve haver resumo?; "Onde." Não há, antes de "onde", um lugar para se haver "onde". Uso errado do "onde"; E o título?
sábado, setembro 02, 2006
CopEVeCoPevEcOpEvECOpeVE
- Peca-se quando generaliza. O Brasil inteiro não está com os olhos voltados para São Paulo. Em maio deste ano, as emissoras de TV transmitiram a falta de segurança por que passou São Paulo;
- A população não está literalmente nas mãos dos criminosos, porque 40 milhões de habitantes não cabem nas mãos dos criminosos. Quando se escreve literalmente, significa valor denotativo e não conotativo. Literal, letra, isto é, exato, ao pé da letra;
- A cidade não se transformou em um caos total. O aluno precisa especificar e, para tanto, deve ler o que se escreve em ótimas revistas e em ótimos jornais.
sexta-feira, setembro 01, 2006
Dois portaiS
Boa leitura.
sexta-feira, agosto 25, 2006
Uma Introdução
terça-feira, agosto 22, 2006
Caixa-preta
segunda-feira, agosto 21, 2006
Liberdade na Escola Pública Acreana
Estou para publicar um texto no jornal A TRIBUNA sobre a liberdade dos professores na escola pública, e tudo contado por alunos da rede pública de ensino. Uma dessas histórias. Certa vez, uma professora, disciplina História, pediu que os alunos pintassem os desenhos de índios em sala de aula. Jardim de infância? Os alunos eram do ensino médio. Outra. Durante todo ano letivo, a professora só falou que o homem veio do macaco. Estou registrando mais. Em breve, publicarei no jornal.
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quinta-feira, agosto 17, 2006
Abuso & Abuso
terça-feira, agosto 15, 2006
A campanha política
sexta-feira, julho 21, 2006
A gEneralizÇão
Romeu & Julieta

quinta-feira, julho 20, 2006
Texto Dissertativo

Eleição
sexta-feira, julho 14, 2006
Texto em uma Escola Pública
terça-feira, julho 04, 2006
VerBo InForMar
Sobre a regência do verbo informar, admitem-se estas duas construções: 1) informei ao gerente as últimas decisões e 2) informei os gerentes das últimas decisões.
segunda-feira, julho 03, 2006
LínguA NA LiteraturA



Paulo Caruso, do Jornal do Brasil (RJ)
Angeli, da Folha de São Paulo
sábado, julho 01, 2006
Tributo ao Parreira
Brasil e França: 13 Letras (3)


Além ser o maior jogador de todos os tempos, Pelé agora é vidente: "Estou com uma intuição de que o Brasil irá perder para a França."
Também, com Parreira e Zagalo, o futuro é previsível, porque, nesse caso, duas cabeças não pensam melhor do que uma, qual seja: a cabeça do Felipão.
Um brinde a Portugal!!!
Brasil e França: 13 Letras (2)

Espero nunca mais ver o Parreira na seleção brasileira. "Espetáculo é vencer", disse. No entanto, quando se perde mais uma vez contra os franceses, deveria, pelos menos, ficar na memória dos brasileiros o espetáculo. Contra a França, nem isso. Contra a Itália em 94, nem isso. Como técnico, ele nega o futebol-arte. O rostinho de Parreira lembra as feições de Quico. Em uma pesquisa do UOL, 79,85% dos brasieliros culpam Quico por suas besteiras. Adeus, Parreira!!!
Brasil e França: 13 Letras (1)


Zagalo é conhecido pela mística do 13. Pois bem, Brasil e França totalizam 13 letras. Nunca precisamos de um místico, mas de um ótimo treinador. Em 70, Zagalo ganhou a Copa, porque Saldanha tinha armado a seleção. Ele pegou tudo pronto. Na Copa de 74, Zagalo fica em quarto lugar. Depois, o místico reaparece na Copa de 94 como auxiliar dele, Carlos Alberto Parreira. Zagalo ganha com a seleção jogando mal. Por isso, fomos para os pênaltis. Baggio chutou para fora e levamos o quarto título. Em 98, ganhamos nos penâlti contra a Holanda com o "vai que é tua, Tafarell". E assim, por meio da penalidade máxima, jogamos contra os franceses, lembra? No jogo jogado, sem os pênaltis de 94, perdemos por 3 a 0. Hoje, contra os franceses, no jogo jogado, perdemos com a mística de um auxiliar técnico: Brasil e França: 13 letras. Futebol não é misticismo. Futebol é o que Zagalo não faz o que um Felipão faz.
sexta-feira, junho 30, 2006
LínGua LÍnguA LíngUa líNgUa línGUa
quarta-feira, junho 28, 2006
Copa do Mundo

Goooooooooooooooooooooooooooooooooooolll!!!
É o que restou a ele em um país onde a fantasia de uma vitória no campo de futebol não altera o placar de sua vida, que sempre perde para a miséria.
Que alegria é essa que não nos melhora?
Que partida é essa que nos jogaram para escanteio?
Na prorrogação, acredite, morremos!!!
terça-feira, junho 27, 2006
No jornal
Nesse texto, melhor é "todos os bolivianos que residem e trabalham". Há um hábito recente na TRIBUNA de escrever "daquele" país. Ora, uma vez citado o país, no caso, a Bolívia, o correto é usar "caso o governo desse país".
segunda-feira, junho 26, 2006
Conselhos de Turma
Na escola Heloísa Mourão Marques, estamos tentando criar os Conselhos de Turma, porque, uma vez subordinados ao Conselho Escolar, esses conselhos permitirão uma relação próxima como os alunos e, sendo assim, podem deliberar a partir de um cotidiano.
O professor José Gleidson e eu iniciamos o conteúdo que regerá os Conselhos de Turma, que publico aqui.
atribuições do Conselho de Turma”
Regimento do Conselho de Turma
Escola Heloísa Mourão Marques
Capítulo I
Da Organização e das Atribuições do Conselho de Turma
Art. 1°. O Conselho de Turma é órgão representativo da turma, deliberativo, consultivo e responsável pelo processo coletivo de acompanhamento e de avaliação do ensino e da aprendizagem e organiza-se-á de forma a:
I. Possibilitar o dialogo-solução entre professores, alunos, pais de alunos, inspetores, coordenação de ensino e demais funcionários da escola;
II. Viablizar o aumento do rendimento escolar de cada aluno, para tal podendo dispor de meios apropriados, como o registro de ausências, reconhecimento da individualidade de cada discente, emisão de parecer escrito e oral sobre a nota e o comportamento do aluno – este entregue em ato cerimonial – entre outros;
III. Criar e manter uma identidade para a referida unidade de ensino, a exemplo de outras, para tal podendo reconhecer e premiar discentes que obtiverem mérito durante o ano letivo, em vestibulares ou em concursos públicos;
IV. Possibilitar normas de convivência que não se confundam com o espaço da rua;
Rever práticas pedagógicas do corpo docente.
Art. 2°. O Conselho de Turma é constituído pelo corpo docente da mesma classe e contará com a participação de dois discentes, de uma inspetora de ensino e de um coordenador de ensino e poderá contar com a presença ocasional de pais de alunos.
I. Cada docente fica obrigado a participar do conselho de sua(s) referida(s) turma(s), visto fazer parte de seus deveres como professor e funcionário público;
II. Os dois discentes serão escolhidos pelo corpo docente, mediante análise de freqüência, participação em assuntos da turma e outros critérios que os identifiquem como participantes do cotidiano de sua classe
Art. 3º. O Conselho de Turma responde ao órgão deliberativo máximo da escola, o Conselho Escolar.
Art. 4°. Um professor preside o Conselho e responde por ele pelo período de um semestre, sendo escolhido pelo próprio Conselho.
Art. 5°. O Conselho de Turma se reunirá uma vez por mês e será convocado pelo professor-presidente ou, de forma extraordinária, pelo diretor.
Parágrafo Único: A convocação deverá ser por escrito com o resumo e o tempo para cada assunto da pauta, devendo ser entregue aos membros e assinada pelos mesmos 48 horas antes.
Art. 6°. O Conselho poderá formar e delegar atribuições a comissões a fim de solucionar algum problema da turma ou do aluno.
sábado, junho 24, 2006
Acolhedora Leitura
Sozinho, acolhido pelo generoso silêncio, a boa leitura abre trilhas, revela segredos.
Leia História do Amor no Brasil, de Mary Del Priore. Texto simples, agradável.
Pelo menos, uma vez por semana, por exemplo, aos domingos, acorde cedo, tome o café e deite em uma rede.
Entregue-se a um dia fresco da manhã, deixe que a brisa das palavras roçem em teus olhos.
quarta-feira, junho 21, 2006
Escrever se aprende Escrevendo
2º ano do ensino médio, turma E.
Para uma vida saudável, é preciso se alimentar bem para que no futuro não se sofra as conseqüências. Bebidas alcólicas, fumo, comer por desejo, não praticar nenhum exercício físico são prejudiciais para a saúde. Pesquisas feitas nos EUA, descobriram que maior parte dos habitantes, inclusive as crianças, são obesas, isso acontece por não saberem alimentar-se direito.
Reconstrução 1 da introdução 1
Para uma vida saudável, é preciso se alimentar bem para que no futuro as pessoas não sofram as conseqüências. Comer por desejo ou entre as refeições são prejudicial para a saúde. Pesquisas feitas nos EUA, descobriram que maior parte dos habitantes não sabem se alimentar direito.
Reconstrução 2 da introdução 1
Para uma vida saudável, é preciso se alimentar bem para que no futuro as pessoas não sofram as conseqüências. Comer por desejo ou entre as refeições são prejudicial para a saúde. Pesquisas nos Estados Unidos da América descobriram que maior parte dos habitantes não sabem se alimentar direito.
Heloísa Mourão Marques
É início.
segunda-feira, junho 19, 2006
Grafia nativa
Nas matérias da jornalista, por exemplo, escreve-se povo Ashaninka. Por que com "A" maiúsculo? O que justifica? Onde há referência bibliográfica para escrever assim?
A repórter não tem referência bibliográfica. Ela escreve assim, mas ignora o porquê.
Pois bem, eu sugiro que ela pegue a gramática de Celso Cunha e Lindley Cintra, da editora Nova Fronteira e, na página 238, leia sobre adjetivos. "Ashaninka" é adjetivo pátrio.
Ora, não se escreve povo Brasileiro, mas povo brasileiro. O mesmo ocorre com povo axaninca.
Por que a grafia "sh" com som de "x"? Essa grafia existe por causa dos antropólogos, ou seja, o repórter escreve segundo a linguagem antropológica e não segundo a linguagem jornalística dos manuais de redação.
A repórter não lê os manuais de sua profissão e se submete à linguagem da antropologia. Incoerência. Sugiro que leia sobre a linguagem de sua profissão, por exemplo, Manual de Redação e Estilo, de Eduardo Martins. Com essa argumentação, escreve-se povo axaninca. O resto não passa de ignorância.
quarta-feira, junho 14, 2006
Texto Jornalístico
terça-feira, junho 13, 2006
Bussunda
Banheira
Ser ou não Ser Parreira?
Em 1994, o Brasil chegou ao tetra por meio das cobranças de pênalti, porque a seleção de Parreira mostrou-se incapaz de vencer a Itália no tempo normal. E mais. Fomos tetracampeões com o erro de Baggio.Sem o futebol-arte, sem uma seleção que os olhos gostassem de ver, dependemos mais de Romário e de Bebeto do que do conjunto sedutor da seleção.O tempo passou. Parreira em 98. Chegamos à final, porque, mais uma vez, ganhamos por meio das cobranças de pênalti, agora, contra a Holanda. Na final, sem pênalti, perdemos para a França - 3 a 0. Josafá e suas matérias
Josafá Batista
Assim como 19,5% (53.995) das mulheres acreanas, ela cuida sozinha dos filhos e ainda arranja tempo para trabalhar fora. Auxiliadora tem seis filhos, que cuidam uns dos outros quando ela está fora.
O diagnóstico da situação social da mulher acreana foi divulgado pelo IBGE por meio do Sistema Nacional de Informações de Gênero. Os números incluem também os demais estados.
No caso do Acre, as “auxiliadoras” são realmente maioria: mesmo com a redução do analfabetismo em todas as faixas etárias, elas têm baixa instrução escolar, muitos filhos e salários baixos.
Mas há mais. Há histórias individuais que a pesquisa não contabiliza, como o próprio caso de Maria Auxiliadora. Abandonada pelo marido há dois anos, ela começou uma batalha judicial para conseguir a pensão das crianças.
“Ele disse que prefere ir para a cadeia do que pagar. Eu me arrependo muito de ter vivido com ele. Se tivesse que escolher criar meus filhos desde o começo sozinha, teria preferido assim”, revela.
Auxiliadora trabalha meio período como doméstica e ganha um salário mínimo.
Moradora da Travessa Baguari, no bairro Taquari, essa acreana é cercada por uma realidade que impede qualquer possibilidade de ascensão profissional, como exige o mercado moderno.
O pouco dinheiro que ganha é gasto com a feira do mês anterior, com impostos e com alguns gastos das crianças. Entre as vizinhas, a situação é parecida. Em comum, só as crianças na escola e a realidade dura, diária e impositiva. A família não pode escolher deixar de comer.
De acordo com o IBGE, a contribuição dos salários das mulheres para o sustento das famílias acreanas aumentou entre 1991 e 2000. A variação foi de 7,8%. O número, porém, inclui mulheres com e sem companheiros.
Mão-de-obra barata e disponível
Uma redução drástica nos índices de analfabetismo em nove anos, entre mulheres e entre homens, não surtiu o esperado efeito de melhorar o acesso ao mercado de trabalho. Pelo menos entre as mulheres. Segundo a pesquisa, as trabalhadoras acreanas somam 128.097, sendo 26.743 empregadas domésticas, mas a média dos salários caiu entre 1991 e 2000.
Hoje, uma acreana ganha em média R$ 226,38, menos de um salário mínimo. Em 1991, a média salarial era de R$ 255,5. A desvalorização é explicada pelos economistas como um excesso de mulheres de baixa renda no mercado, problema oriundo do grande número de filhos - que obriga os empregadores a pagar gratificações e extras - e da alta informalidade em diversos setores.
Nas famílias chefiadas por mulheres e que ganham até meio salário mínimo, há em média 3,7 filhas. O número caiu em relação a 1991, quando era de 3,8 filhas.
Dos 15 aos 17 anos, 90,1% das mulheres chefes de família se disseram brancas.
Uma vida de sacrifícios
Maria Auxiliadora Silva da Cunha teve o primeiro filho aos 18 anos. Em sua casa, no bairro Taquari, a doméstica respondeu a uma curta entrevista. Estava apressada. Queria sair para o trabalho, de onde retira o sustento diário dos seis filhos. Leia.
Valeu a pena ter se casado?
Se tivesse que escolher, eu não me casaria. Só agradeço a Deus pelos meus filhos, que são a minha razão de viver. Amo muito todos eles e cuido de todos com carinho, mas, do marido, não gosto. Ele nunca ajudou em nada.
Como assim não ajudou em nada?
Ele trabalhava e ganhava algum dinheiro, mas nunca me dava nada nem comprava coisa alguma para as crianças. Quem fazia tudo era sempre eu. Então, achei melhor acabar o casamento, não adiantava nada. Hoje, eu sou pai e mãe das crianças.
Como a senhora faz para cuidar dos seis e ainda trabalhar fora?
Dá-se um jeito. Como eu trabalho só à tarde, pela manhã, eu fico em casa cuidando de todos e, durante a tarde, coloco alguém pra cuidar deles. Pago R$ 50 só para ficar olhando. Não é muito, mas não posso pagar mais, mas, na maior parte do tempo, eles cuidam uns dos outros.
Quantos estudam?
Todos, menos o mais novo, que ainda não tem idade para estudar. Tem só quatro anos. O mais velho tem 13.
segunda-feira, junho 12, 2006
Um Livro Lançado
FOLHA - Por que o hiperconsumidor é alguém que vive uma relação ambígua e quase esquizofrênica com o prazer, como diz em seu livro?
FOLHA - Esse é o lado positivo do consumo?
FOLHA - Apenas na imaginação?
FOLHA - E quais as conseqüências sociais dessa impossibilidade de hiperconsumir?
FOLHA - O hiperconsumidor é alguém que vive para um futuro que nunca se cumpre?
FOLHA - Como Naomi Klein?
FOLHA - Pode-se dizer que o hiperconsumidor é alguém em busca de si mesmo?
FOLHA - O surgimento da sociedade de hiperconsumo está ligado à ascensão de uma "lógica igualitária" -como o sr. diz em seu livro-, criada pela democracia?
FOLHA - Por que o sr. diz que a sociedade de hiperconsumo é marcada por uma "feminização"?
FOLHA - Mas um zen com ansiedade. Isso não é contraditório?
FOLHA - Esse é o pós-hedonismo?
FOLHA - O sr. fala de uma "cultura preventiva" do consumidor. Isso é uma relação um pouco paradoxal com o prazer da compra, não? O que é exatamente isso?
FOLHA - Mas essa preocupação não é boa?
FOLHA - É um exemplo de hedonismo fraturado?
sábado, junho 10, 2006
Dia dos Namorados 2
“No fundo, o mundo foi feito para acabar num belo livro”, escreveu o poeta simbolista Mallarmé.
Dia dos Namorados 1
Criado para ser encontro, o Corpo sussurra, na pele do ser apaixonado, a mais profunda carência. Sozinho, o corpo seria triste, visto que negaria sua própria natureza, que é sentir outro corpo, sentindo-se. O Prazer nos alegra! E é assim que o desejo e é assim que, aos poucos, me aproximo. Em gestos delicados, condenso agora toda emoção em um toque, mas, antes que eu o tocasse, precipitei-me em suor. As mãos gelaram-se. Meu Corpo, orgulhoso, estremeceu-se. Ao te tocar, perceba, fragilizo-me. Sim, eu sinto. Mais: por meio de ti, eu me sinto. Se não fosse você, sozinho, eu desconheceria a desmedida de minha felicidade, que é, sob os desvios de tuas carícias, sentir minha carne suavizar-se. Tua pele... na minha... minha carne, já molhada e febril, confessa: ofereces a mim o prazer de estar onde sempre desejei estar – em teu Corpo, lugar-carne que me acolhe; extrai de mim a certeza de que estou viva, imensa, alegre. Quase infinita.
sexta-feira, junho 09, 2006
"Álbum de Família" 2
quinta-feira, junho 08, 2006
"Álbum de Família" 1
quarta-feira, junho 07, 2006
06.06.06
Concordância Verbal
terça-feira, junho 06, 2006
segunda-feira, junho 05, 2006
Goooooooooooooool!!! contra da CBF
Por dia, Ronaldo Gaúcho recebe mais de R$ 160 mil. Eu acho pouco para a miséria brasileira. Quando se fala em grana, a situação piora com a CBF. Segundo Aline Sá Teles, do portal contasabertas.uol.com.br, a CBF deve muitas cifras à Previdência Social. Enquanto gritamos goooooooool!, o dinheiro público brasileiro perde de goleada para Ricardo Teixeira. Leia este parágrafo do portal. "Os problemas da CBF com o poder público, no entanto, vêm de outras Copas do Mundo. Pouco antes da seleção brasileira conquistar o penta, a entidade foi alvo de investigações de uma Comissão Parlamentar de Inquérito instalada na Câmara dos Deputados em 2000, que evidenciou a situação caótica da administração do futebol brasileiro, comandada pela CBF. A CPI, que tinha como objetivo inicial analisar o contrato entre a Confederação e a Nike, acabou descobrindo uma série de irregularidades na entidade e nas federações, como uso indevido de recursos, doações ilegais para políticos em campanha eleitoral, dentre outros."






















