segunda-feira, novembro 20, 2006
UfAc: CaDidatO & VagA
Direito
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 27
Total de inscritos: 1.093
Medicina
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 22
Total de inscritos: 908
Enfermagem
Número de vagas: 30
Candidato-vaga: 22
Total de inscritos: 661
Engenharia Florestal
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 17
Total de inscritos: 710
Educação Física (licenciatura)
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 16
Total de inscritos: 653
Enfermagem (Cruzeiro do Sul)
Número de vagas: 25
Candidato-vaga: 16
Total de inscritos: 405
Ciências Sociais
Número de vagas: 45
Candidato-vaga: 15
Total de inscritos: 717
Biologia
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 14
Total de inscritos: 598
Economia
Número de vagas: 45
Candidato-vaga: 13
Total de inscritos: 600
Letras-Espanhol
Número de vagas: 25
Candidato-vaga: 13
Total de inscritos: 342
História (noturno)
Número de vagas: 50
Candidato-vaga: 13
Total de inscritos: 684
Jornalismo
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 12
Total de inscritos: 514
Letras-Português (Cruzeiro do Sul)
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 11
Total de inscritos: 447
Educação Física (bacharelado)
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 11
Total de inscritos: 442
Geografia
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 10
Total de inscritos: 402
Engenharia Florestal (Cruzeiro do Sul)
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 10
Total de inscritos: 436
Pedagogia
Número de vagas: 50
Candidato-vaga: 10
Total de inscritos: 547
Sistema de Informação
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 10
Total de inscritos: 439
Biologia (bacharelado em Cruzeiro do Sul)
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 9
Total de inscritos: 368
Engenharia Civil
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 9
Total de inscritos: 397
História (diurno e licenciatura)
Número de vagas: 50
Candidato-vaga: 9
Total de inscritos: 491
Letras-Inglês
Número de vagas: 25
Candidato-vaga: 8
Total de inscritos: 204
Letras-Português
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 8
Total de inscritos: 344
Pedagogia (Cruzeiro do Sul)
Número de vagas: 50
Candidato-vaga: 7
Total de inscritos: 399
Geografia (bacharelado)
Número de vagas: 20
Candidato-vaga: 7
Total de inscritos: 154
Engenharia Agronômica
Número de vagas: 50
Candidato-vaga: 7
Total de inscritos: 356
Música
Número de vagas: 30
Candidato-vaga: 7
Total de inscritos: 213
Matemática
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 6
Total de inscritos: 250
Química
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 5
Total de inscritos: 211
História (bacharelado e vespertino)
Número de vagas: 50
Candidato-vaga: 5
Total de inscritos: 284
Letras-Inglês (Cruzeiro do Sul)
Número de vagas: 25
Candidato-vaga: 5
Total de inscritos: 145
Artes Cênicas
Número de vagas: 30
Candidato-vaga: 4
Total de inscritos: 149
Letras-Francês
Número de vagas: 25
Candidato-vaga: 4
Total de inscritos: 108
Física
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 4
Total de inscritos: 149
terça-feira, novembro 14, 2006
Mário Quintana para Altino Machado
segunda-feira, novembro 13, 2006
do qual
- O verbo "ocuparia" pede a preposição de (de + o = do) e, também, as preposições "com" e "em". "Do qual" está correto.
À época
- Segundo Celso Pedro Luft, "à época" é usado pela linguagem jurídica, mas não encontra defesa na gramática. O correto é "na época".
- 2004 e 2005 - onde
- "Onde" é usado quando o termo anterior refere-se a lugar. Nesse caso, o que temos é "tempo": 2004 e 2005. Ora, se há o tempo, usa-se "quando".
sexta-feira, novembro 10, 2006
"Pai, eu sou carioca"
quinta-feira, novembro 09, 2006
Disputas internas dentro do PT
TV Cultura - Amor
Cruz e Souza

Imortal atitude
Abre os olhos à Vida e fica mudo!
Oh! Basta crer indefinidamente
Para ficar iluminado tudo
De uma luz imortal e transcendente.
Crer é sentir, como secreto escudo,
A alma risonha, lúcida, vidente...
E abandonar o sujo deus cornudo,
O sátiro da Carne impenitente.
Abandonar os lânguidos rugidos,
O infinito gemido dos gemidos
Que vai no lodo a carne chafurdando.
Erguer os olhos, levantar os braços
Para o eterno Silêncio dos Espaços
E no Silêncio emudecer olhando...
quarta-feira, novembro 08, 2006
"Dom Casmurro", por Márcia Lígia Guidin
0,18% destinados
- 0,18% destinado ou 0,18% destinados? - O correto é 0,18% destinado, o termo concorda com o zero.
À diversos
- "À diversos" - Há pessoas que duvidam da existência de Deus. Eu já duvido de um repórter, em sua sanidade profissional, escrever "à diversos". É não ter a mínima não noção do fenômeno da crase. Nem macumba tira esse mal.
Mais de uma chapa deverão
- "Locais onde" - Basta só "onde"; e
"Mais de uma chapa deverão" - O correto é cerca de mil pessoas ocuparam a praça, perto de trinta deputados perdem o mandato, mais de um governador assumiu a promessa e mais de uma chapa deverá.
terça-feira, novembro 07, 2006
Se tornaria
- "Se tornaria" - Quando o verbo encontra-se no Futuro do Pretérito ou do Presente, o pronome fica no meio do verbo, é a chamada mesóclise. Os jornais, há algum tempo, não obedecem a essa regra. Para mim, texto de repórter deve ser elegante, porque o leitor merece o melhor. O correto é iria se tornar ou tornar-se-ia.
Desde por volta
- "Desde por" - "Desde" é preposição. Por causa disso, não se escreve desde às 22h, mas "desde as 22h", porque não usaremos duas preposições: desde + a(o). A exceção, "até às" ou "até as" 22h. O correto é "desde as 7 horas".
Junto a
- "Junto ao Procon" - Isso que dizer que elas devem entrar com uma petição perto do Procon, "junto a" significa "perto de". Ora, não é essa a idéia. A idéia é "elas devem entrar com uma petição no Procon".
À essas
- "À essas" - Não há acento grave, indicador do fenômeno da crase, antes de "essa", muito antes de "essas", plural. Só rezando!
segunda-feira, novembro 06, 2006
Lula & Cicarelli

O Lula e a galega!!! E onde está a nossa musa??? Desta vez o Lula não pode falar que não viu!!! Rárárá!!! A Cicarelli está lá para manter o seu posto de musa do verão que a Dona Marisa quer desbancar!!! Dona Marisa é forte concorrente à musa do verão!!! O maiô dela foi comoção nacional!!! O que paralisou a nação mesmo foi o maiô da Dona Marisa. Agora, vamos combinar? Maiô branco com estrela vermelha na pança??? Pança não, PANCEPS!!! Dona Marisa com seu maiô branco e estrela vermelha na panceps!!! E já falaram de tudo, que ela parece caixa de bombinha de São João!! Rárárá!!! Mas o que eu acho que parece mesmo é um barril da Texaco!! Se vier cheio de petróleo eu vou adorar!!! Outros disseram que a Dona Marisa já apareceu com este maiô que é um atentado ao pudor, e a gente ainda quer que ela fale???? Rárárá!!! Melhor ficar assim!!
Juntamente com
- "Juntamente com" - Por favor, só "com".
Tinham entregue
- "Tinham entregue" - O correto é "tinham entregado". Incorreto dizer "tinha pago". O correto é "tinha pagado."
Houveram 41 casos
- "Houveram 41 casos" - Houve 451 casos.
A incidência têm & este ano
- "Têm" - Onde está o sujeito que concorda com o verbo "têm"? O verbo concorda com "incidência", não há, portanto, "têm", mas "tem";
- "Este ano" - O correto é "neste ano";
- "E sem mortes, contra oito em 2005". "(...) em relação ao ano passado e, comparado a 2005, não houve morte";
- "No que concorda" - O verbo concordar pede a preposição "em" ou "com". Podemos falar "concordo com tudo" ou "concordo em tudo". Há caso em que não se usa "em que", por exemplo, "todos concordaram que aquele parecer era o mais avisado". Eu tenho preferência por "com que concorda o secretário (...)."
sábado, novembro 04, 2006
Conselho de Área
- Nos três anos do ensino médio, o professor precisa lecionar texto dissertativo;
- No primeiro ano, deve haver, também, texto narrativo, mas sua carga horária precisa ser menor;
- Primeiro ano: 8o% de dissertação e 20% de narração;
- Devemos seguir a orientação da Copeve sobre Redação;
- Devemos seguir os Parâmetros Curriculares de Língua Portuguesa sobre reconstrução textual;
- É preciso definir essa construção de forma bem detalhada;
- Precisamos massificar exercícios gramaticais a partir de problemas apresentados pelos alunos em suas dissertações;
- Precisamos criar um modelo de folha para a dissertação.
Esses, alguns pontos.
Na próxima reunião de área, pedirei que os professores mostrem, concretamente, como lecionam dissertação em sala de aula (ou na "caixa-preta"). Desejo questionar e ser questionado, e muito.
Notas da Ufac
Dados do MEC - Inep
Agronomia E 2003
Agronomia E 2002
Agronomia C 2001
Agronomia D 2000
Ciências Biológicas C 2003
Ciências Biológicas C 2002
Ciências Biológicas C 2001
Ciências Biológicas C 2000
Direito B 2003
Direito A 2002
Direito B 2001
Direito C 2000
Direito C 1999
Direito E 1998
Direito C 1997
Direito E 1996
Economia D 2003
Economia C 2002
Economia C 2001
Economia C 2000
Economia B 1999
Enfermagem C 2003
Enfermagem C 2002
Engenharia Civil C 2003
Engenharia Civil C 2002
Engenharia Civil C 2001
Engenharia Civil C 2000
Engenharia Civil C 1999
Engenharia Civil C 1998
Engenharia Civil - 1997
Engenharia Civil - 1996
Física D 2003
Física E 2002
Física - 2001
Física - 2000
Geografia C 2003
História C 2003
História A 2002
Letras D 2003
Letras C 2002
Letras C 2001
Letras C 2000
Letras D 1999
Letras E 1998
Matemática C 2003
Matemática C 2002
Matemática C 2001
Matemática C 2000
Matemática C 1999
Matemática E 1998
Pedagogia C 2003
Pedagogia B 2002
Pedagogia B 2001
Química E 2003
Química E 2002
Química - 2001
Química - 2000
sexta-feira, novembro 03, 2006
MachadO de aSSis
Em "Por um Novo Machado de Assis", o crítico inglês John Gledson busca decifrar o sentido último das ficções do autor de "Dom Casmurro"
ADRIANO SCHWARTZESPECIAL PARA A FOLHA
Poucos críticos literários praticam seu ofício com tanta retidão quanto John Gledson, que está lançando "Por Um Novo Machado de Assis", uma coletânea de ensaios sobre o autor de "Dom Casmurro", tema principal de seus estudos há muitos anos. Isso fica claro quando se constata como ele valoriza e defende outros críticos de sua própria linhagem, sem, no entanto, deixar de fazer restrições ou apresentar discordâncias -e o exemplo maior aqui é Roberto Schwarz. Mas, principalmente, isso fica ainda mais claro pelo modo como discute os autores com os quais não se alinha.
ADRIANO SCHWARTZ é professor de literatura da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP e autor de "O Abismo Invertido - Pessoa, Borges e a Inquietude do Romance em "O Ano da Morte de Ricardo Reis'" (Globo).POR UM NOVO MACHADO DE ASSISAutor: John Gledson Editora: Companhia das Letras (tel. 0/ xx/11/3707-3500) Quanto: preço indefinido, 440 págs.
quarta-feira, novembro 01, 2006
À Lula
À Brasília
JornalisTa 1
terça-feira, outubro 31, 2006
PoeSia, a Minha
Te amar
é navegar
no Galeão dos Loucos
e ter
como bússola
a própria loucura.
E te amo
nem muito e nem pouco
apenas o suficiente
para aprender a envelhecer contigo,
buscando as eternas conquistas
que outros navegantes não tiveram,
pois não foram loucos o bastante
a ponto de dizerem como Eu
que você está em mim
como a morte está na vida.
E que seja ela,
a morte,
o limite do Galeão dos Loucos,
que é naufragar
no Oceano Moreno
de teu...
sereno corpo
Naufrágio Insano
Aldo Nascimento
No JornaL 3
"Já que foram definidos há quase um ano. Para ele, não haveria como fixar um índice tanto tempo antes, pois não haveria como prever o que aconteceria na economia."
1. Que hábito é esse usar tanto "já"? Repórter, evite tanto já-já.
No JornaL 2
"Os túmulos se resumem à uma placa no gramado."
1. Por favor, repórter, não coloque essa crase. É obsceno!
No JornaL 1
- Melhor "não está descartado chamar a polícia" ou "não se descarta chamar a polícia"; e
- Por que colocar vírgula antes de "caso"? Nossos jornalistas, sempre, colocam-na. Trata-se de uma Oração Subordinada em sua Ordem Sintática Direta e, dessa forma, não cabe a vírgula.
domingo, outubro 29, 2006
VelinhA em SeÇão EleiToraL
sábado, outubro 28, 2006
O que é isso?
sexta-feira, outubro 27, 2006
Assessor do governo
Sem Hifen
quarta-feira, outubro 25, 2006
Crase & Crase
sábado, outubro 21, 2006
Conselhos de Classe e de Disciplina
sexta-feira, outubro 20, 2006
Gestão Pública
quinta-feira, outubro 19, 2006
"Apenasmente"
terça-feira, outubro 17, 2006
Conselho de Área
segunda-feira, outubro 16, 2006
Jornalistas e Binho Marques
quarta-feira, outubro 11, 2006
Introdução de um aluno
terça-feira, outubro 10, 2006
PSDB 1
segunda-feira, outubro 09, 2006
CrasE
sábado, outubro 07, 2006
Eleito
quinta-feira, outubro 05, 2006
Quem nasce em Boca do Acre é...
quarta-feira, outubro 04, 2006
Assessor ganha bem e escreve mal
O Rio Branco
segunda-feira, outubro 02, 2006
Doze anos de PT
sábado, setembro 30, 2006
13inho
sexta-feira, setembro 29, 2006
No jornal
quinta-feira, setembro 28, 2006
Ainda Sobre Cicarelli
Um filme de amor
O interesse pelo vídeo de Cicarelli revela que somos sobretudo frustrados no amor À FORÇA de receber links para o vídeo de Daniella Cicarelli, acabei dando o clique e assisti ao filme. São quatro minutos e meio, editados a partir de duas horas de gravação e entrecortados por subtítulos, que introduzem diferentes momentos do convívio do casal.
segunda-feira, setembro 25, 2006
Cicarelli
A dinâmica do espetáculo depende do consumo de conteúdos irrelevantes
JULIANA MONACHESI - COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
FOLHA - O vídeo da Daniella Cicarelli com o namorado em uma praia na Espanha se torna, em questão de horas, objeto de interesse de milhões de internautas, sem que se saiba quem filmou. O fenômeno midiático na era da internet é necessariamente sem autoria e de propriedade coletiva?
sábado, setembro 23, 2006
A Superficialidade das SuperficialidadeS
2º - Encontro entre professores da mesma disciplina duas vezes por mês (1º sábado e 3º sábado);
3º - Elaborar conteúdo e prática pedagógica específica para alunos do 3º ano, porque o último ano do ensino médio deverá ser destinado ao pré-vestibular da Universidade Federal do Acre e ao Exame Nacional de Ensino Médio (ENEM);
4º - Professores-coordenadores administrarão as reuniões de áreas pelo período de seis meses ou um semestre do ano letivo;
5º - As reuniões serão registradas e o conteúdo será aprovado em ata;
6º - Por meio do registro em ata, a coordenação deverá fiscalizar seu cumprimento e cobrar resultados;
7º - Os Conselhos de Disciplinas serão compostos pelos professores e pela coordenação de ensino e serão subordinados ao Conselho Escolar;
8º - Plano de curso não deve ser uma ação isolada do professor, mas uma prática elaborada pelo corpo docente da área, e os planos de aula surgirão a partir de um diálogo entre os professores das áreas, tendo como base os planos de curso.
2º - Criar um modelo de prova, modelo de teste e modelo de trabalho de pesquisa e elaborar um processo avaliativo que implica a prova, o teste e o trabalho de pesquisa; e
3º - Criar os planos de curso para o 1º ano, o 2º ano e o 3º ano, sendo que o 3º ano será destinado ao vestibular da Universidade Federal do Acre e para o Exame Nacional de Ensino Médio.
________________________
Em 23 de setembro de 2006
1. Nesse dia, professores da manhã, professores da tarde e professores da noite, da Escola Heloísa, aprovaram os Pontos Gerais;
2. Para os Pontos Específicos, os professores provaram o valor 6 para a prova de N1 e de N2;
3. Escolheram 7 de outubro para que os professores da mesma disciplina possam dialogar e definir por escrito sobre a natureza da prova;
4. Sobre a forma como a prova de N1 e a prova de N2 serão aplicadas;
5. Sobre os Planos de Cursos do 1º ano; e
6. Sobre a natureza da prova e sobre a aplicação dessa prova para o 3º ano, visando o pré-vestibular da Ufac e o Enem.
sexta-feira, setembro 22, 2006
Introdução que dói
quinta-feira, setembro 21, 2006
TV TV TV TV TV TV TV TV TV
quarta-feira, setembro 20, 2006
Um JesuS que TiroU o Fiel da EscolA
Parei e dei a ele a minha insignificante atenção.
terça-feira, setembro 19, 2006
Prefeitura de Rio Branco
Aqueles que administram a coisa pública deveriam ter atenção dobrada, porque esse poder, em um país com pouca escolaridade, pode dar um péssimo exemplo quando o assunto é LÍNGUA Portuguesa.
O slogan "Juntos, agente faz mais" revela uma prefeitura que faz, mas, quando a questão é concordância, não faz o correto.
Seria correto se fosse "juntos, nós fazemos mais". Entretanto, como existe "a gente", o correto é "junto, a gente faz mais".
A gente não faz "juntos". A gente faz "junto". A gente faz "unido", e não "unidos". Nós não fazemos "unido". Nós fazemos "unidos". Não tenho dúvida de que a prefeitura do PT faz uma política pública correta, mas, quando o assunto é gramática...
sábado, setembro 16, 2006
Admirável Mundo Novo 2


Na escola Heloísa Mourão, leciono Literatura, Leitura, Gramática e Redação, havendo duas aulas para cada disciplina durante a semana. Para a aula de Leitura, escolhi o livro Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, a fim de apresentar aos alunos o realismo-naturalismo atual. Infelizmente, a Literatura, na escola, ainda, fixa-se no naturalismo do século 19. Com o livro de Huxley, depois passarei os filmes Matrix (1) e Código 46, porque defendo a idéia de usar filme como extensão de uma leitura desde a época em que eu lecionava no Rio de Janeiro, no Souza Marques, isso em 1990. Com esse livro e com esses filmes, o realismo e o naturalismo se atualizam, apresentam-se de forma muita mais acabada e perversa.
Admirável Mundo Novo 1

Americana é primeira a receber braço "biônico"
Jason Read/Reuters
Claudia Mitchell e seu braçoPrótese se mexe com precisão, guiada pela mente
Folha de São Paulo
sexta-feira, setembro 15, 2006
Matar & Matar
Publicada em 14/09/2006 às 15h48m
MONTREAL - O atirador que abriu fogo em uma escola secundária de Montreal, matando uma mulher e ferindo outras 19 pessoas na quarta-feira, referia-se a si mesmo como o "anjo da morte'', segundo o diário que mantinha na internet.
A polícia confirmou nesta quinta-feira que o atirador, que morreu no local do incidente de quarta-feira depois de um tiroteio com a polícia, chamava-se Kimveer Gill, tinha 25 anos e morava em um subúrbio da cidade canadense.
Em website dedicado à cultura gótica, Gill disse que seu lema era “Viva rápido, morra jovem e deixe um corpo mutilado”.
Ele usava o apelido “Trench”' e também escreveu no site que adorava armas e odiava as pessoas.
Testemunhas do incidente, que aconteceu no centro de Montreal, disseram que o atirador usava um casaco preto comprido e botas, e tinha o cabelo cortado no estilo moicano.
Autoridades da área de saúde de Montreal disseram que, dos 19 feridos, seis estavam em estado grave e dois corriam perigo.
O ataque aconteceu no Dawson College, uma faculdade de língua inglesa com cerca de 10 mil estudantes entre 16 e 19 anos, no coração de Montreal, a segunda maior cidade do Canadá.
Em seu blog, escrito em inglês, Gill publicou várias fotos que o mostravam com armas e uma faca, e com o cabelo no estilo moicano. Uma das fotos mostra o homem, que era alto e magro, com um casaco preto comprido e segurando um fuzil automático e com a legenda: “Pronto para a ação”. “A raiva e o ódio fervem dentro de mim”, diz outra legenda de foto.
Uma outra imagem mostra-o com uma arma automática preta descrita por ele como uma carabina semi-automática CX4 Storm. Em outra, ele diz: "Acho que tenho uma obsessão por armas.''
A estudante não resistiu a ferimentos e morreu no hospital. As vítimas foram encaminhadas para hospitais da região com ferimentos na cabeça, no abdômen, no peito, nas pernas e braços. (Pânico na Dawson College) .
“Eu pude vê-lo disparar várias vezes. Corri para uma sala de aula. Era como em um filme”, disse o aluno Michael Boyer à TV CBC. “Ele tinha menos de seis pés de altura (1,80m), mas não pude ver seu rosto, estava completamente coberto”.
Robert Soroka, que dá aulas na faculdade, disse que estava no quarto andar quando ouviu os disparos. Correu imediatamente pelo corredor e disse aos outros professores que mantivessem os alunos nas salas e fechassem as portas.
“Esta poderia ser uma situação péssima, se acontecesse cinco minutos depois, quando os alunos estariam saindo das salas durante o intervalo” afirmou.
Segundo Soroka, o incidente começou às 12h45m (13h45m em Brasília) e os tiros continuaram por meia hora. Ele disse ter ouvido pelo menos 20 disparos.
Atirador disparou sem aviso
Segundo testemunhas, o atirador estava todo vestido de preto, tinha um rosto “gélido” e abriu fogo sem avisar. Ele teria começado o ataque fora da escola, entrado pela porta da frente e continuado a atirar lá dentro.
“Ele não disse nada. Tinha o rosto gélido como pedra, não havia nada em seu rosto, ele não gritou nenhum slogan nem nada. Ele só começou a disparar. Era um assassino a sangue frio”, disse o estudante Soher Marous.
Uma jovem disse, chocada, que havia saído para fumar com amigos quando o ataque começou.
“Tinha um cara andando com um sobretudo preto e botas pretas enormes, com esse corte de cabelo maluco e uma enorme arma. Ele estava descendo [a rua] em plena luz do sol com a arma, ninguém disse nada a ele, e aí começou a atirar”, contou ela à emissora CBC.
“Ele atirou nas pessoas bem ao nosso lado. Todo mundo estava correndo, nós nos escondemos nos arbustos, havia destroços voando das balas que caíam ao nosso lado. Vimos todo tipo de gente sendo baleada do lado de dentro”, contou.
A moça disse que o atirador era branco, cerca de 20 anos, e parecia um “esterótipo, com o longo casaco preto e cheio de tachas, piercings, coisas assim”.
O aluno Soher Marous estava saindo quando o homem entrou.
“Eu estava na porta da frente e vi esse cara com sobretudo e botas do Exército, e ele tinha um fuzil de duas coronhas. Eu o vi abrir fogo - paf, paf, paf - e aí todo mundo começou a correr”, relatou ele à CBC.
“Corremos para a porta da frente e ele veio atrás de nós. Ele estava alguns metros atrás”, disse Marous, que contou ainda ter tentado alertar outros alunos ao fugir.
Outro aluno, Michael Boyer, disse que estava no corredor esperando uma aula quando viu o pânico.
Marous afirmou que ficou sem ação ao ver o incidente e que só se salvou porque um amigo insistiu que ele corresse.
“Na verdade, é difícil, naquela situação, reagir como se deve. Eu fiquei hesitando, nunca tinha ouvido um tiroteio antes, não sei o que é isso.”
SignO
Como exemplo, ele citou o significante “bom” com seu duplo sentido. Para as classes sociais incultas, sem poder, usava-se “bom” na Alemanha para dizer que alguém era “dócil”. Para os que detinham poder, “bom” era todo aquele que fosse “guerreiro”.
“Genealogia da moral”, eis a obra desse que influenciou o futuro.
Mais tarde, no século 20, Volochinov ou Mikhail Bakhtin publica “Marxismo e filosofia da linguagem” em 1929. No capítulo 1, página 32, lê-se que “o signo lingüístico pode distorcer a realidade”.
O signo “bom”, acima, distorce. Com esse exemplo de Nietzsche, Bakhtin completa anos mais tarde: “O signo se torna a arena onde se desenvolve a luta de classe.”
LITERATURA
Em sala, a Literatura caducou. Períodos de época reduzem o literário ao funcional há anos. Na faculdade de Letras, alguma professora-doutora reproduz o historicismo, condenado há anos por professores de História.
Ainda fala-se de características do Barroco. Em sala, o professor de Literatura precisa pensar os signos segundo Nietzsche, segundo Bakhtin. Qual o sentido e a função do conceito sensível, por exemplo?
A pergunta existe, porque sensível pertence ao Barroco. E em que fonte doce irei beber esse conceito? Não outro, ele: Merleau-Ponty.
O professor, mesmo no ensino médio, deve ler e reler esse autor para compreender o conceito sensível, termo tão importante no mundo atual.
Em outras palavras, sensível não é uma característica do Barroco, mas um signo que, se não for estudado, “pode distorcer a realidade”.
quarta-feira, setembro 13, 2006
CruzCruzCruz&SouzaCruzSousa
Na escola Heloísa Mourão Marques, novas turmas: A e B, ensino médio. No primeiro dia, reparei que há muitos alunos atentos. O pessoa participa.Em Literatura, saí há anos dos estilos de época. Apresentei uma poesia de Cruz e Sousa, Grande Amor, para, primeiro, buscar o significado das palavras no dicionário e, depois, buscar o sentido delas no texto.
O signo, por meio de textos, deve ser repensado, porque, segundo Bakthin, o signo, mais do que significado, tem função.
Quais são as características desse estilo de época? Não respondo, pois rejeito a pergunta. Nego a instrumentalização da Literatura em sala de aula.
Grande Amor
Grande amor, grande amor, grande mistério
Que as nossas almas trêmulas enlaça...
Céu que nos beija, céu que nos abraça
Num abismo de luz profundo e céreo.
Eterno espasmo de um desejo etéreo
E bálsamo dos bálsamos da graça,
Chama secreta que nas almas passa
E deixa nelas um clarão sidéreo.
Cântico de anjos e de arcanjos vagos
Junto às águas sonâmbulas de lagos,
Sob as claras estrelas desprendido...
Selo perpétuo, puro e peregrino
Que prende as almas num igual destino,
Num beijo fecundado num gemido.
Como estou trabalhando essa poesia em sala de aula, escreverei na próxima atualização.
Divisão entre as Partes
Número, sim, são importantes. Não se escreve uma introdução com duas linhas, porque, além da idéia, é preciso haver elaboração dessa idéia. Ora, não se elabora uma introdução, apenas, com duas linhas.
Se a dissertação tem 30 linhas, repare na divisão:
Introdução - 5 ou 7 linhas;
Desenvolvimento 1 - 10 ou 8 linhas; Desenvolvimento 2 - 10 ou 8 linhas; e Conclusão ou solução - 5 ou 7 linhas.
Somadas, teremos 30 linhas. O professor precisa ler mais.
segunda-feira, setembro 04, 2006
Outra introdução de aluno
Hoje no Brasil vivemos a mais vergonhosa corrupção no plenário brasileiro, o mensalão. Que se resume em tirar dinheiro de um povo humilde onde luta todos os dias para ter uma vida digna, tendo educação e saúde.
Incrível como alunos do ensino médio não sabem usar a vírgula; "No Brasil vivemos (...) no plenário brasileiro." Não pode ser plenário marciano; "Que se resume." Quem disse que na introdução deve haver resumo?; "Onde." Não há, antes de "onde", um lugar para se haver "onde". Uso errado do "onde"; E o título?
sábado, setembro 02, 2006
CopEVeCoPevEcOpEvECOpeVE
- Peca-se quando generaliza. O Brasil inteiro não está com os olhos voltados para São Paulo. Em maio deste ano, as emissoras de TV transmitiram a falta de segurança por que passou São Paulo;
- A população não está literalmente nas mãos dos criminosos, porque 40 milhões de habitantes não cabem nas mãos dos criminosos. Quando se escreve literalmente, significa valor denotativo e não conotativo. Literal, letra, isto é, exato, ao pé da letra;
- A cidade não se transformou em um caos total. O aluno precisa especificar e, para tanto, deve ler o que se escreve em ótimas revistas e em ótimos jornais.
sexta-feira, setembro 01, 2006
Dois portaiS
Boa leitura.

















