terça-feira, setembro 04, 2007

Minha

A V ida
é uma viagem


só de

V
ida


O V

bateu asas
e...

V
oou

O Riso


Não fui


Faltei

Altino, outra vez?

"Lei de Gerson".

O correto é lei de Gérson.

Altino, é assim mesmo?

"O pessoal da procuradoria ganha mais porque é quem redige o edital?"

6 de setembro, feriado

Um acordo entre professores da escola Heloísa Mourão Marques definiu que, se não fosse relevante, não haveria feriado. A gestora esteve presente, só não sei se registraram em ata.

Pois bem, na sexta-feira, 7 de Setembro, não haverá aula embora a pátria não seja reverenciada nas escolas toda semana.

Hoje, no entanto, uma surpresa: a gestora da escola, por meio de uma coordenadora, informou que não haverá aula na quinta-feira, dia 6. Feriado!?

De forma arbitrária - e não é a primeira vez -, a gestora, indiferente ao acordo entre corpo docente e gestão escolar, decide quando é "feriado", nesse caso, 6 de setembro.

Isso significa aula atrasada para ser reposta. Só professor repõe aula, ou seja, retarda o ano letivo por causa de um feriado que inexiste. Gestora não repõe carga horária.

Para isso, professores passaram por uma universidade.

Sanear ou sanar?

O professor Sérgio Nogueira Duarte da Silva publicou um ótimo livro, O português do dia-a-dia.

"O empréstimo visa a sanar nossas finanças" é incorreto.

"O empréstimo visa a sanear nossas finanças" é correto.

Soltando a franga para Altino Machado


Mandaram uma mensagem. Só pode ser do meu amigo Altino Machado. Ei-la:

"Rapaz, deixa de ser bobão. Estava escrito daquele jeito no jornal O Globo, de onde o artigo foi reproduzido. Manda uma cartinha pra família Marinho. Ou então espera que ela leia seu blog. Acessa o site ou então pega a edição do Globo, de sábado, e confere: "Jorge Viana, delegado do III Congresso do PT, foi prefeito de Rio Branco e governador do Acre". Seu blog está necessitando de leitores. Sacode a franga. E aldeias Yawanawá?

Altino, em seu blog, você comentou, de forma arrogante, sobre a coluna Bom-Dia!, da TRIBUNA, sabendo que eu reviso o jornal. A tua empáfia merecia uma resposta. Se deseja tecer críticas à escrita de colegas ou a correções, faça com muita segurança, muito bem fundamentado, porque, se vacilar, eu ofertarei a teus olhos a gosma de minha antipática imodéstia.

Não manderei uma cartinha "pra família Marinho", porque "pra" inexiste. O correto é "para". Além disso, prefiro "à família Marinho".

"Ou então espera". Escreva "ou então espere". "Acessa o site". Escreva "acesse o site". "Pega a edição". Escreva "pegue a edição". "E confere". Escreva "e confira".

Você deveria ter retificado o texto de O Globo, mas, assim como aldeias Yawanawá, você copia sem pensar como escreve.

Sei que você é muito lido no Acre e no Brasil. Reconheço que você tem seus méritos, mas vacila quando, ao tentar corrigir um colega de forma presunçosa, não apresenta fundamentação. Seus textos possuem erros de tua ignorância, mas nunca os comentei. Tenho também minha ignorância.

Agora, quando você expõe tua soberba contra mim, aí, meu caro amigo, eu solto a franga de minha arrogância. Viu a foto?

No meu caso, só eu, você e minha mamãe lêem meu blog. Tá bom assim. Basta.

Não é "sacode a franga", Altino. Use o MODO IMPERATIVO: sacuda a tua gramática.

E, acredite, mesmo escrevendo o que escrevi, eu o admiro.

segunda-feira, setembro 03, 2007

A Língua do Sinteac















Na condição de sindicato da educação, o Sinteac tem obrigações gramaticais.

Vírgula entre sujeito e verbo revela sindicalistas relaxados com a língua portuguesa. Há outros erros. Texto muito confuso.

Trata-se de uma vergonha publicar isso em uma escola. Aluno que lê pensa que está certo, por exemplo, emergêncial.

Isso já é abusar da ignorância. Tenham mais respeito pela LÍNGUA.

Festa Iauá 3


Foto de Romerito Aquino










No interior do Acre, entre Feijé e Cruzeiro do Sul, a nação iauanauá.

Antropologia de Altino Machado

Quando uma pessoa escreve aldeias Yawanawá, como é o caso de Altino Machado, ele deixou de ser jornalista para ser antropólogo. Não é só isso. Ele confunde número ordinário com romano, pensando que este pode substituir aquele. Não pode.

"Jorge Viana, delegado do III Congresso do PT, foi prefeito de Rio Branco e governador do Acre, assina o artigo publicado hoje no jornal O Globo."

1. Desde quando, Altino, III substitui 3o? Não é pelo fato de escreverem assim, meu caro, que você também escreverá. Copie o que é correto; e

2. Agora, ficarei no pé de tua ignorância.

sábado, setembro 01, 2007

Festa Iauá 2

Filmagem de Romerito Aquino

Festa Iauá 1

Foto de
Romerito Aquino

No íntimo da Floresta Amazônica.

Resposta a Altino Machado

Foto de Romerito Aquino

Altino escreveu:

A imprensa acreana continua um velho latifúndio de ignorância quando se refere aos índios - desconhece até a grafia correta das tribos. E agora surgem até mirações prêt-à-porter. Veja as duas notinhas intituladas "Iauanuauá" (sic), na coluna Bom Dia, d'A Tribuna de hoje
.

Altino, aprecio certos procedimentos teus, mas, quando o assunto é Língua Portuguesa, você não tem condições de discutir comigo, porque compreender o meu idioma é dedicação de uma vida. Não aprendi a escrever pelo hábito, mas por meio de estudo. O que você tem de CDs em casa, eu tenho de livro, muito bem lidos.

Você sabe muito bem que os povos indígenas não têm grafia, porque, claro, vivo, tim, pertencem à tradição oral. Ora, a grafia "Yawanwawá" surgiu da antropologia, ou seja, foi essa ciência que definiu como os repórteres devem escrever, como você deve escrever, Altino, porque, como teu jornalismo ignora certos aspectos da língua portuguesa, tua escrita reproduz o que outra ciência definiu como verdadeiro. A tua escrita jornalística, portanto, foi alienada por outro saber, o da antropologia.

A questão é esta: você escreve conforme a antropologia ou conforme bons manuais de redação do jornalismo?

Caso seja conforme os bons manuais de redação do jornalismo, visto que você não é antropólogo, abra Manual de Redação e Estilo, de Eduardo Martins, na página 145. Copio para ti, porque acho que você só abre livros de antropologia.

Página 145

Índios 1- Os nomes das tribos indígenas terão singular e plural, e serão adaptados ao português e escritos com inicial minúscula: os ianomâmis (e não os Yanomami), os caingangues (e não os Kaingang), os uaimiris (e não os Waimiri), os guaranis (e não os Guarany), os calapalos (e não os Kalapalo), os tupis, os bororos, os xavantes, os parecis, etc. 2 - Como adjetivo, terão apenas plural, mas não feminino: a índia calapalo, as nações coroados, os índios aimorés, etc.

Será que eu preciso dizer aos teus olhos quem é Eduardo Martins? O autor é reconhecido por Lygia Fagundes Telles e por Rachel de Queiroz. E garanto-lhe: escrevem bem melhor do que você e eu.

Por falar em teu texto, reconheço que você escreve bem, mas, ainda sim, comete muitos erros gramaticais, por exemplo, quando usa vírgula. Altino, você aprendeu a escrever por causa do hábito da redação de jornal e não pelo hábito da reflexão. Você repete o que outros escrevem, por exemplo, "Yawanawá".

Você escreve povos Yawanawá. Onde está o substantivo? O adjetivo concorda com o substantivo? Onde está o adjetivo pátrio? Se você não responde correto a essas perguntas, Altino, você está reinventando a língua portuguesa por meio da ignorância.

Hoje, um encarte da TRIBUNA foi de acordo com o autor do texto, meu colega Romerito Aquino. Ele pensa que deve ser povos Yawanawá. Não quis altercar com ele e deixei como Romerito escreveu. No caso dele, até compreendo, ele tem um irmão antropólogo, mas você, Altino, não tem. Sem irmão antropólogo, sugiro que consulte os manuais de tua profissão.

sexta-feira, agosto 31, 2007

As vírgulas dos meus alunos













Após quatro aulas sobre vírgulas (Ordem Sintática Direta), os alunos submeteram-se a um teste hoje.

Foram apresentados seis textos sobre literatura e, entre perênteses, eles deveriam colocar vírgula ou X. Gostei muito do resultado. As turmas são boas.

Turma D (27 alunos): 20 alunos conseguiram ponto extra.

Turma E (22 alunos): 17 alunos conseguiram ponto extra.

Foram 30 questões em seis textos. Acertando até 15 questões, ganha 0,5 ponto extra. Dois alunos foram os melhores: 25 questões, ou seja, 1,5 ponto extra. Um acertou 24, conseguindo 1,0 ponto extra. Dois pontuaram 23 acertos, ficando com 1,0 ponto. Os outros 31 alunos ficaram com 0,5 ponto.

Bem, agora, posso mudar de conteúdo gramatical.

Diante desse bom resultado, os alunos estudarão não mais sobre Ordem Sintática Direta, mas sobre Orações Subordinadas Adjetivas para que possam usar bem as vírgulas.

Redações virtuais

Interessados em redação escolar poderão acessar os blogs de meus alunos para ler observações que eu escreverei sobre os textos do corpo discente.

A turma do segundo ano D criou um blog, ei-lo: http://galerinhadosegundao.blogspot.com/.

quinta-feira, agosto 30, 2007

Sobre poesia














Grande amor



Grande amor, grande amor, grande mistério
que as nossas almas trêmulas enlaça...
Céu que nos beija, céu que nos abraça
num abismo de luz profundo e céreo.

Em quatro aulas, concluí a compreensão sobre o soneto de Cruz e Sousa. Concentrei-me em quatro aspectos: organização sintática, significado de palavras, sentido de conceitos e relação entre termos.

Dessa forma, encontramos o verbo que dá ação ao sujeito a fim de colocar os dois primeiros versos na ordem sintática direta:
grande mistério que enlaça as nossas almas trêmulas...

Colocado na ordem direta, a próxima etapa, o significado das palavras, no caso, trêmulas, enlaça e céreo. O aluno consulta o dicionário e, diante de muitos sinônimos, escolhe o mais adequado ao texto poético.

Alma, por exemplo, é conceito e, para tanto, precisamos encontrar um sentido original a partir de outras leituras. Por ser inerente ao Simbolismo, alma não basta em um dicionário, mas se amplia na mitologia de Eros e Psiquê e nA República, de Platão.

Por último, a combinação entre as partes, por exemplo, grande amor-mistério-céu ou enlaça-beija-abraça.

Evidente que tais procedimentos implicam uma relação com o texto dissertativo: sintaxe, vocabulário, conceito e relação entre as partes.

Depois, os alunos tiveram que escrever um texto-interpretação sobre a primeira estrofe.

terça-feira, agosto 28, 2007

Affonso Romano

O que te dou é apenas
sombra do que queria.
Dou-te prosa, e o desejo
era dar-te poesia.

Brasil é um país bom

Caso 1

STJ liberta um dos acusados de agredir doméstica na Barra da Tijuca

O ministro Nilson Naves, da 6ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça), concedeu liminar ao estudante Felippe de Macedo Nery Neto, um dos acusados de agredir a empregada doméstica Sirlei Dias de Carvalho em junho deste ano.

Felippe agora irá responder em liberdade à ação judicial que corre na Justiça do Rio de Janeiro. O crime ocorreu em 23 de junho de 2007. Felippe, de 20 anos, Julio Junqueira Ferreira, 21, Rodrigo dos Santos Bassalo da Silva, 21, Leonardo Pereira de Andrade, 19, e Rubens Pereira Arruda Júnior, 19, teriam saído de carro após uma festa e parado em um ponto de ônibus, na Barra da Tijuca, onde teriam agredido a doméstica. Todos os acusados foram presos no mesmo dia.

Caso 2

Promotor de Justiça Thales Serri Schoedl matou e está recebendo por mês R$ 10 mil, livre.

Faltei 6





Não fui
Faltei

Arbitrariedade

Leia neste blog: http://opmat.blogspot.com/