quarta-feira, março 19, 2008

Semana Profana 2

O que pode ser mais profano que a miséria, a pobreza? O que pode ser mais profano que a miséria, a pobreza? O que pode ser mais profano que a miséria, a pobreza? O que pode ser mais profano que a miséria, a pobreza? O que pode ser mais profano que a miséria, a pobreza? O que pode ser mais profano que a miséria, a pobreza? O que pode ser mais profano que a miséria, a pobreza? O que pode ser mais profano que a miséria, a pobreza? O que pode ser mais profano que a miséria, a pobreza? O que pode ser mais profano que a miséria, a pobreza? O que pode ser mais profano que a miséria, a pobreza? O que pode ser mais contra Deus?

Ela ainda sorri.

Foto de Selmo Melo, A TRIBUNA

Semana Profana 1









Foto de Selmo Melo, A TRIBUNA

Pela quantidade de peixe, 700 quilos, o comerciante Raimundo Micael não crê nenhum pouco em Jesus Cristo e muito menos põe fé nos devotos da Semana Santa.

Se Jesus sofreu na cruz, Raimundo botaria os consumidores cristãos a sofrer à mesa com peixe podre, tudo em nome do lucro mais diabólico.

Esse "milagre dos peixes podres multiplicados" ocorreu em Rio Branco, no Mercado Novo, tudo transportado por meio do batelão Irmãos Bruno.

Não sabemos se Raimundo pagará esse pecado na igreja mais próxima ou diante de Deus, mas, com certeza, pagará uma multa na sede da Vigilância Sanitária.

Ao Francisco

Meu querido, que belas palavras você jogou neste blog e são mais ainda porque nelas pulsa a intensidade de um caráter. Após alguns anos nesta Terra, tenho a mais pesada serena certeza de que a vida é deixar boas lembranças nos outros.

Um beijo em tua alma e um abraço fraterno em teu destino.

terça-feira, março 18, 2008

Exemplo de Negro (2)

Para você que debruça teus olhos sobre este insignificante blog, esta bolha, oferto estes versos de Cruz e Sousa. Hoje, 19 de março, 110 anos de sua morte carnal, prove de suas palavras.

Sorriso interior

O ser que é ser e que jamais vacila
Nas guerras imortais entra sem susto,
Leva consigo este brasão augusto
Do grande amor, da grande fé tranqüila.

Os abismos carnais da triste argila
Ele os vence sem ânsia e sem custo...
Fica sereno, num sorriso justo,
Enquanto tu em derredor oscila.

Ondas interiores de grandeza
Dão-lhe esta glória em frente à Natureza,
Esse esplendor, todo esse largo eflúvio.

O ser que é ser transforma tudo em flores...
E para ironizar as próprias dores
Canta por entre as águas do Dilúvio!




Exemplo de Negro (1)















Não sei se Matilde Ribeiro leu Cruz e Sousa, mas, se o poeta negro tivesse um cartão corporativo, não teria envergonhado a raça. Disse-me esse negro aos meus olhos: "Que importa que morra o poeta? Importa que não morra o poema!"

Hoje, 19 de março de 1898, faleceu João da Cruz e Sousa. Ele nasceu em 24 de novembro de 1861 em Nossa Senhora do Desterro, capital da Província de Santa Catarina, atualmente, Florianópolis.

Texto abaixo do portal http://www.spectrumgothic.com.br/

O nome João da Cruz é uma alusão ao Santo homenageado no dia de seu nascimento, San Juan de la Cruz. Filho dos escravos alforriados Guilherme, pedreiro; e de Eva Carolina da Conceição, cozinheira e lavadeira, João da Cruz foi criado pelo Coronel Guilherme Xavier de Sousa (que viria tornar-se Marechal) e sua esposa Clarinda Fagundes de Sousa, que não tiveram filhos.

Assim, acabou por herdar o nome Sousa e obteve uma educação proporcional à educação dos brancos abastados de seu tempo. Com apenas 9 anos de idade, já escrevia e recitava seus poemas para os familiares. Com o falecimento de seu protetor em 1870, as condições de vida tornaram-se menos confortáveis para o jovem João da Cruz.

Em 1871, entrou no Ateneu Provincial Catarinense. A partir de 1877, lecionava aulas particulares por necessidade financeira e impressionava seus companheiros de estudo pela capacidade intelectual.

Conhecedor profundo de francês, chegou a ser citado numa carta do naturalista alemão Fritz Muller. Nesta carta dirigida ao próprio irmão em 1876, o naturalista citava João da Cruz como um exemplo contrário das teorias de inferioridade intelectual dos negros.

No ano de 1877, suas obras poéticas passaram a ser publicadas em jornais de Santa Catarina. Ao lado dos amigos Virgílio Várzea e Santos Lostada, João da Cruz fundou um jornal literário intitulado "O Colombo", em 1881. No ano seguinte fundo a "Folha Popular".

Nesta mesma época, partiu em excursão pelo Brasil com uma companhia teatral e declamava seus poemas nos intervalos das apresentações. Também se engajou na luta social e passou a liderar conferências abolicionistas.

Em 1883, foi nomeado promotor da cidade de Laguna. Mas não chegou a assumir o cargo devido ao furor preconceituoso de chefes políticos da região.

Em 1885 publica seu primeiro livro de co-autoria de Virgílio Várzea, intitulado Tropos e Fantasias. Até 1888 atuou em jornais, revistas e no centro da Imigração da Província de Santa Catarina. Neste mesmo ano, viajou para o Rio de Janeiro a convite de Oscar Rosas.

Em 1891 transferiu-se definitivamente para a então capital da República, Rio de Janeiro. A partir daí entrou em contato com novos movimentos literários vindos da França. Neste caso, João da Cruz e Sousa identificou-se especialmente com o chamado Simbolismo. O negro sulista que se enveredava pelos caminhos do Simbolismo, sofria duras críticas do meio intelectual de sua época; já que nesse momento, o Parnasianismo era a referência literária emergente.

Em novembro de 1893 casou-se com Gavita Rosa Gonçalves, também descendente de escravos africanos. Deste matrimônio nasceram quatro filhos, Raul, Guilherme, Reinaldo e João. Mas todos faleceram de tuberculose pulmonar. Sua esposa, ainda sofreu de distúrbios mentais que chegaram a refletir até mesmo nos escritos do poeta.

Ainda em 1893 publicou dois livros: Missal (influenciado pela prosa de Baudelaire) e Broquéis; obras que marcaram o lançamento do movimento simbolista brasileiro. Em 1897, concluiu um livro de prosa poética denominado Evocações. Quando preparava-se para publicá-lo, viu-se abatido pela tuberculose e partiu para Minas Gerais em busca de tratamento. Faleceu em 19 de março de 1898 aos 36 anos de idade.

Seu corpo foi levado para o Rio de Janeiro num vagão para transporte de gado. O amigo José do Patrocínio pagou as despesas com o funeral e o enterro no cemitério São Francisco Xavier. No ano de sua morte ainda foi publicado Evocações. Em 1900, Faróis; e em 1905, o volume de Últimos Sonetos.

O negro que contrariou o preconceito racial e se pôs a liderança do Simbolismo brasileiro, é autor de uma obra que traz versos como: "Anda em mim, soturnamente / Uma tristeza ociosa / Sem objetivo, latente / Vaga, indecisa, medrosa" (Tristeza Do Infinito - Últimos Sonetos). Além de: "De dentro da senzala escura e lamacenta / Aonde o infeliz / De lágrimas em fel, de ódio se alimenta / Tornando meretriz" (Da Senzala – O Livro Derradeiro).

Percebe-se num primeiro momento o sofrimento de uma alma que ecoou diretamente em sua obra. Mas posteriormente, a consciência social e humanista de um cidadão. Cruz e Sousa, o Dante Negro ou Cisne Negro, foi um poeta Simbolista que ainda não obteve o reconhecimento literário devido, mas agrega em sua obra a essência única de um autor que cativa e comove por sua autenticidade.

"Amigo-urso"

Tempo atrás, chamaram-me de "amigo-urso". Sei que tenho um defeito: sou claro, muito mais do que a água do Saerb; não compactuo com o cinismo a fim de tirar proveito de algo ou de alguém. No meu trabalho, não articulo por trás para derrubar alguém. Sempre exponho idéias à luz do dia e, à noite, sempre levo vela ou lanterna.

Você que me chamou de "amigo-urso" deveria escrever para este blog, publicando quando e como fui falso com algum colega de profissão. O "amigo-urso" não fica em cima do muro. Minhas posições sempre foram evidentes.

Se eu fosse falso, acredite, seria tão perfeito que você nem perceberia, porque meus olhos leram mais de uma vez O Príncipe, de Maquiavel. Se eu fosse falso, faria um trabalho irreparável como fazem os canalhas.

segunda-feira, março 17, 2008

Entre Saquarema e Maricá (Ponta Negra)

Piratininga, Niterói

Ótimo Filme








Um modelo de socialismo não concebe a sociedade sem vigiar a individualiade. Nem tudo, entretanto, é conspiração.

Lírico, romântico, uma obra de arte.

A Cultura do DEM

O carioca não vê a hora de ver César Maia, prefeito do Rio de Janeiro, fora da administração pública após oito anos. Várias associações de bairro boicotaram o IPTU-2008, depositando em juízo o valor.
Fora isso, o DEM (antigo PFL, antiga Arena) projeta na Barra da Tijuca uma cultura magalômona, coisa do francês Christian de Portzamparc, premiado em 1994 com o Pritzker, o Nobel da arquitetura.

Para quem passa pela Avenida das Américas e Ayrton Senna, poderá contemplar em breve R$ 460 milhões em forma de cimento.

Trata-se da Cidade da Música, futura sede da Orquestra Sinfônica Brasileira e da cultura brasileira. Nessa cidade, haverá shows, óperas, balés e concertos. Serão 1,8 mil lugares para orquestra sinfônica. São 87 mil metros quadrados de cultura.

Muito dinheiro-cultura.

sábado, março 15, 2008

Produção de Texto

Lecionar Produção de Texto em uma sala de aula com 40 alunos exige paciência, muita paciência. São quatro turmas, 160 alunos. O texto abaixo pertence a uma aluna do primeiro ano do ensino médio.

Introdução 1 - 1º ano
A televisão faz parte da nossa vida há muito tempo atrás, ela é muito útil e nos mantem informado de tudo o que acontece no mundo, nós ajuda a passar os momentos vagos em novelas, desenhos, jornais...

Os alunos de nossas escolas chegam ao terceiro do ensino médio sem noção de pontuação. No primeiro ano, deveria haver um trabalho intenso só para que os alunos limitassem suas frases-oracionais com pontos contínuos.

Nesse texto, a turma teve que participar para pontuar.


Reconstrução 1
A televisão faz parte da nossa vida há muito tempo atrás. Ela é muito útil e nos mantem informado de tudo o que acontece no mundo. Nós ajuda a passar os momentos vagos em novelas, desenhos, jornais...

Com os pontos contínuos, reorganizamos as três partes.

Na primeira (A televisão faz parte da nossa vida há muito tempo atrás), pedi aos alunos que especificassem "muito tempo" e que encontrassem um verbo apropriado para "faz parte", considerando que a televisão está sempre conosco. Um aluno sugeriu "convivência", e isso foi o primeiro passo para que chegássemos ao verbo "habituar-se".

Na segunda parte (Ela é muito útil e nos mantem informado de tudo o que acontece no mundo), pedi que transformasse "mantem informado" em um verbo, além de evitar a generalização "acontece no mundo". Muito participativos, eles reescreveram.

Na terceira (Nós ajuda a passar os momentos vagos em novelas, desenhos, jornais...), a mais complicada, sugeri que encontrássemos um verbo conforme as palavras "novelas" e "desenhos".

No final, ficou assim:


Reconstrução 2
Desde a década de 50, no século 20, as pessoas habituaram-se à televisão. Ela nos informa sobre política. Nos ilude com suas novelas, com seus desenhos.

Na próxima aula, partiremos para a terceira reconstrução.

sexta-feira, março 14, 2008

Fui Fluminense

Neste dia, eu e Mony fomos Fluminense. O Mengão perdeu de 4. Foi o jogo onde se iniciou o "créu". No vídeo, momento de entrar no Mário Filho, o Maracanã.

Livros



Na Barra da Tijuca, em um shopping, livros e mais livros, um oásis fértil de palavras. Comprá-los em espaço charmoso. Cadeira. Mesa.

Aqui, comprei um livro muito bom sobre Desejo.

Jaconé












Depois de Maricá, no município de Saquarema, temos a praia linda e selvagem de Jaconé. Uma cadeira diante do mar.

Literatura 2

Defendo de forma intolerante a presença de narrativas e de poesias em sala de aula. O professor, comprometido com a Literatura, deve promover a leitura dramatizada diante de seus alunos como se fosse um sacerdote diante de seus fiéis à imaginação. A escola, um templo do saber.

Para quem deseja questionar o historicismo literário ou mantê-lo no ensino médio, ler e reler História da literatura: o discurso fundador, de Carmen Zink Bolognini (org.), é obrigação. Sem essa leitura, permanece impossível manter um debate sobre o historicismo literário no ensino médio.

Outra questão refere-se à televisão, isto é, às novelas. Como professores de Literatura, excluímos a novela nas escolas. Os alunos não estudam sua ideologia, sua estética a serviço da cultura de massa.

Precisamo, antes, definir nossa linha teórica sobre consolidados ensaios comuns à Literatura.

Literatura 1

Em uma Assembléia Legislativa ou no Senado, forças políticas se opõem em nome do erário. Podem usar ternos, podem até ser formais, mas não predomina no discurso de parlamentares o teor acrítico.

Literatura, caixa-alta

Há outras instâncias públicas, espaços mantidos pelo dinheiro da população menos favorecida, por exemplo, a escola. Mais: conselhos escolares. Ainda: conselhos de disciplinas. Os pais de meus alunos precisam de um ótimo serviço público, porque pagam para que seus filhos tenham ótimas aulas de Literatura.

No entanto, sabemos, certos profissionais transpiram péssima formação quando reduzem a Literatura ao historicismo. Não podem receber críticas? Se, em um Senado, homens públicos criticam idéias, por que servidores públicos de uma escola, seja ela qual for, não podem criticar e ser criticados sem que seus nomes sejam revelados?

Nomes neste blog não interessam, mas defesa de idéias sim. Ratifico, portanto, minha crítica quando professores submetem a Literatura ao historicismo, conseqüência de uma péssima formação teórica.

Que linha teórica vós defendeis? Qual lastro de leitura para se justificardes? Vós assistis ao filme Escritores da liberdade? Há professores que se assemelham à diretora da escola dessa película quando ela não possiblita leitura aos alunos, porque tais alunos são incapazes de compreender. Os livros originais permanecem trancados na biblioteca da escola enquanto os paradidáticos são oferecidos a eles. A professora, oposta à diretora, rompe com regras internas para que seus alunos leiam.

Por que professores não lêem uma obra universal em sala de aula? "Nossos alunos não têm condições de aprender", disse-me uma professora em uma reunião de área. Dizer nomes? Isso, aqui, menos importa. Não me interessa o nome do carteiro, mas a mensagem que insiste em ser verdadeira.

Negar o historicismo implica levar o texto à sala, e isso dá muito trabalho. Ler um romance em sala cansa alguns, porque "aluno de escola pública não tem condições de ler Clarice, Machado."

quinta-feira, março 13, 2008

Açeçoriá de Inpremçá

Escolhido a dedo de amigos internos, o açeçôr escreveu isto:

"Jogos Escolares 2008: homenagens e participação de pára-olímpicos"

Evidente que não sou nenhum Bechara ou Celso Cunha da língua portuguesa, mas procuro não permanecer dopado com o vício de erros.

Ganha-se muito bem como açeçôr para escrever tão mal.
Escrever pára-olímpico é coisa bruta. Já inventaram o dicionário.

Braga & Braga

Meu velho amigo Braga, você sabe o quanto aprecio seus traços como chargista. Sempre o motivei a rir da sociedade acreana e, principalmente, do poder. Sinto falta de teu talento corrosivo nos jornais.

Você pode ter ganhado três vezes o Chalub, mas cuidado com os prêmios que o poder oferece, são ilusões de uma vaidade que nos emudece.

O Riso, Braga Charges, cada vez perde força na sociedade. Passei os olhos sobre umas páginas do livro Felicidade Paradoxal, de Gilles Lipovetsky, e ele ensaia sobre isso. O Riso não busca mais o avesso na pós-modernidade.

No Carnaval (coloco em caixa-alta) carioca, o prefeito César Maia (DEM) ordenou que a São Clemente não alegorizasse contra a Família Real, porque o poder não pode ser visto pelo avesso.

Das escolas de samba, a São Clemente é a única que mantinha ainda um Carnaval crítico, risível. Isso acabou.

Lembro quando, no Página 20, o Oly, extensão de um micropoder, proibiu que você risse do governador Jorge Viana por meio de uma charge. Um modelo de esquerda precisa assistir aos filmes A vida dos outros e A culpa é do Fidel.

Sem charges, restou somente isto: pagar as contas, o aluguel. Restou pedir a sobrevivência ao Carioca. O poder venceu, Braga: não ria dele.

quarta-feira, março 12, 2008

Sobre uma disciplina

A escola Heloísa Mourão Marques não é a mesma. Hoje, a gestora se faz presente. No passado, funcionários não outros gestores, as faltas abusavam de nossa paciência.

Osmarina mudou a escola, mas sua vitória é a conseqüência responsável e ética de alguns professores, de alguns funcionários e de alguns alunos que não admitiam mais o descaso de certos gestores com a escola pública.

No entanto, alguns professores resistem ao novo, a transformações, por exemplo, nesta disciplina: Literatura. Esses sempre colocavam meu nome como obstáculo por causa de minhas posições, mas, em uma última reunião, problemas ocorreram. Estive ausente.

Um dos problemas é como certos profissionais questionam, mas, se for dada a responsabilidade para transformar, não colocarão a mão na massa. Não sabem fazer e não deixam que outros façam. O exemplo clássico, a Literatura.

Não sabem nem ler em sala, porque ignoram o que deve ser considerado no ato da leitura e a relação desse ato com a produção textual, por exemplo.

Assumir uma sala de aula com a Literatura não significa gesto menor do que ser promotor, do que ser médico ou do que ser juiz, a não ser para quem não tinha para aonde ir e foi para uma sala de aula reproduzir uma Literatura sem vida, com suas formas congeladas de Barroco, de Arcadismo, de Romantismo.

Com péssima formação intelectual, submetem a Literatura à infantilização, ao historicismo, negando em sala de aula a leitura de poesias e de romances. Literatura não é para tolos. Como escreveu Sarte, "a literatura é uma forma de perdermos a inocência".

Quando se fala em poesia, isto é, a linguagem do eu-lírico, infantilizam-na. Leiam Adorno para que o eu-lírico adquira uma dimensão política, ideológica - linguagem oposta à cultura de massa.

Sinto pena da LITERATURA na mão e na boca de quem a considera menor do que um atestado médico, do que um processo judicial.

Escola se nega a paralisar



Com suas anacrônicas práticas, o sindicato diz uma coisa, mas, no microespaço, nega-se o sindicato. No vídeo, professores discordam do Sinteac: lecionarão na sexta-feira.