sábado, fevereiro 09, 2013

Algum deputado acriano?

09/02/2013 - 7:30

Apenas 29 deputados abrem mão dos 14º e 15º salários 

Desde ontem, pelo menos 484 deputados federais – entre eles o presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN), e o vice, André Vargas (PT-PR) – caem na folia com bolso cheio.
Além do 13º, eles receberam o 15º salário, e em Março embolsam o 14º, direitos concedidos por regimento aos mandatários  (Ato Conjunto de 30 de janeiro de 2003, art. 3º, §2º).  Todos os anos, a Câmara paga o 15º em Dezembro, para quem exerceu no mínimo três quartos das sessões. O 14º é pago 30 dias após o início do Ano Legislativo, ou seja, em Março.
Documento oficial da assessoria da Câmara mostra que só 29 deputados abriram mão destes salários extras. Os nomes do presidente e vice não constam (lista abaixo). O vice André Vargas diz que recebeu os extras. “Não sabia da lista e nem fui procurado”, justifica. O presidente Alves não foi localizado pelo blog.
Curiosamente, desde meados do ano passado ficou travado o projeto que extingue os dois salários extras, aprovado pelo Senado e recebido por comissão especial na Câmara. Em setembro, chegou-se ao cúmulo de o relator, deputado Afonso Florence, adiar por cinco vezes em um mês a leitura de seu relatório por falta de quórum. A manobra da trupe funcionou, o projeto não andou e Florence desabafou ao repórter: “Não tem lógica um deputado receber 14º e 15º num país em que o trabalhador só vai ao 13º”.
O resultado do achaque consentido no bolso do cidadão: apenas de Dezembro até mês que vem, cada um dos 484 nobres receberá R$ 106.800 (brutos)  - R$ 26.723 por mês. E o bloco da Folia com Verba Pública retoma os trabalhos só dia 19, quando a pauta do plenário estará decidida e o ano realmente começa para o escrete.
Os 29 deputados que abdicaram dos extras vão se reunir após o Carnaval para cobrar celeridade na tramitação do projeto que põe fim à farra.
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Veja lista
AFONSO FLORENCE
ALEXANDRE ROSO
AUGUSTO CARVALHO
BETO ALBUQUERQUE
BOHN GASS
CARLAILE PEDROSA
CARLOS SAMPAIO
ERIKA KOKAY
EROS BIONDINI
FABIO TRAD
FERNANDO FRANCISCHINI
FRANCISCO ARAUJO
FRANCISCO PRACIANO
HENRIQUE OLIVEIRA
IZALCI
JANETE CAPIBERIBE
JOAO CAMPOS
LAERCIO OLIVEIRA
LINCOLN PORTELA
LUIZ PITIMAN
MAGELA
POLICARPO
REGUFFE
RONALDO FONSECA
RUBENS BUENO
RUY CARNEIRO
SERGIO ZVEITER
SEVERINO NINHO
WALTER FELDMAN

quinta-feira, fevereiro 07, 2013

Mensagem do prefeito (3)



5. OS HUMILDES 

Faremos um governo “pé no chão”, trabalhando sempre pelas pessoas que mais precisam, pelos bairros mais humildes. Nossa meta principal é chegar aonde ainda não chegamos e buscar, incessantemente, melhorar a qualidade de vida da nossa população.
O PT diz, há muitos anos, que faz pelos que mais precisam. Há muitos anos. No entanto, os pobres ainda esperam. "Nossa meta principal é chegar aonde ainda não chegamos" e, quando o PT chegou, o asfalto se desmanchou por causa da chuva em Cruzeiro do Sul, por exemplo.


6.
 
REPETIÇÕES: SAÚDE (2), EDUCAÇÃO (4), TRANSPORTE COLETIVO (3)

Vamos priorizar as ações básicas, papel principal do prefeito. Saúde, com o fortalecimento dos Centros de Saúde e das URAPs e educação, com as creches e as escolas de tempo integral, serão nossas prioridades. Daremos atenção especial ao nosso trânsito e ao transporte coletivo, buscando soluções criativas e intervenções nos corredores urbanos, ainda carentes de investimentos, como: a Apolônio Sales e a Jarbas Passarinho, a Estrada da Floresta, da Sobral, a Campo Grande e São Salvador e a Getúlio Vargas, por exemplo. Concluiremos a modernização da frota de ônibus e vamos construir terminais de integração nos bairros. Garantir mobilidade urbana é o maior desafio que as médias e grandes cidades enfrentam em todo país e no mundo. Em Rio Branco não é diferente, pois nossa frota de veículos cresce a 12% ao ano, três vezes mais que a população.

Escola com tempo integral existe desde Darcy Ribeiro, do PDT, e isso nos anos de 1980. Não existe nada de novo nisso, mas, pelo contrário, um atraso de mais de 30 anos.

Carentes de investimentos, e os bairros citados, os periféricos, onde o dinheiro público demora a chegar e, quando chega, a execução é lenta.

O que significa "modernização da frota de ônibus"? Para mim, modernização é ônibus confortável, ou seja, ar-condicionado e sem superlotação, só para começar. Há anos, o PT assiste a bairros periféricos com seus ônibus superlotados.
           

Professor exige leitura mas não lê


Menos da metade dos professores
da rede pública leem no tempo livre

Mariana Tokarnia
Da Agência Brasil, em Brasília


Menos da metade dos professores das escolas públicas brasileiras tem o hábito de ler no tempo livre aponta uma pesquisa feita pelo QEdu: Aprendizado em Foco, uma parceria entre a Meritt e a Fundação Lemann, organização sem fins lucrativos voltada para educação.
Baseado nas respostas dadas aos questionários socioeconômicos da Prova Brasil 2011, aplicados pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), e divulgados em agosto do ano passado, o levantamento do QEdu mostra que dos 225.348 professores que responderam à questão, 101.933 (45%) leem sempre ou quase sempre, 46.748 (21%) o fazem eventualmente e 76.667 (34%), nunca ou quase nunca.
No caso da professora Denise Pazito, a leitura levou a prática da leitura para as salas de aula, no entanto, muitos brasileiros terminam o ensino básico sem ler um livro inteiro. Para além da falta do hábito de leitura, a questão pode estar ligada à infraestrutura.
"O número de professores que não leem é chocante, mas isso pode estar ligado ao acesso. É preciso lembrar que faltam bibliotecas e que um livro é caro. Um professor de educação básica ganha em média 40% menos que um profissional de ensino superior. Acho que faltam políticas de incentivo. Não acredito que seja apenas desinteresse", diz a diretora executiva do movimento Todos pela Educação, Priscila Cruz.

Falta de bibliotecas

Um levantamento divulgado em janeiro pelo movimento mostra que o Brasil precisa construir 128 mil bibliotecas escolares em sete anos para cumprir uma lei federal que vigora desde 2010. Para sanar esse déficit até 2020, deveriam ser erguidos 39 espaços por dia, em unidades de ensino públicas e particulares.
Atualmente, a deficiência é maior nas escolas públicas (113.269), o que obrigaria a construção de 34 unidades por dia até 2020.
Para Priscila, uma possível solução seriam os livros digitais. O (Proinfo Integrado) Programa Nacional de Formação Continuada em Tecnologia Educacional do MEC (Ministério da Educação) distribui equipamentos tecnológicos nas escolas e oferece conteúdos e recursos multimídia.
Além disso, o governo facilita o acesso aos conteúdos por meio da distribuição de tablets, tanto para professores quanto para estudantes. No ano passado, o MEC transferiu R$ 117 milhões para 24 estados e o Distrito Federal para a compra de 382.317 tablets, destinados inicialmente a professores do ensino médio.
Sobre o acesso digital, os dados do levantamento do QEdu mostram que 68% dos professores (148.910) que responderam à pergunta usam computador em sala de aula. O Estado com a maior porcentagem é Mato Grosso do Sul: 95% dos professores disseram que usam o equipamento.
O Maranhão é o Estado com a menor porcentagem (50,5%) de professores fazem o uso do computador. É lá também onde se constatou a maior porcentagem de escolas onde não há computadores: 38,3%.
Estão no Sudeste, no entanto, as maiores porcentagens dos professores que acreditam não ser necessário o uso de computador nas salas: Minas Gerais (16%), Rio de Janeiro (15,4%) e São Paulo (15%).

Tecnologia

O responsável pelo estudo, o coordenador de Projetos da Fundação Lemann, Ernesto Martins, diz que o país vive uma época de inovações no ensino e de incorporação dos meio digitais, como disse recentemente em palestra no Brasil o professor norte-americano Salman Khan, que usa o meio digital para promover acesso ao ensino.
"Existem muitos desafios no país ligados a problemas de infraestrutura. Não apenas de acesso às máquinas, mas de acesso à internet, à qualidade dos sinais", disse.
Ao recepcionar o professor norte-americano, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, ressaltou a importância dos meios digitais: "O conteúdo ao qual o filho dos mais ricos tem acesso pode ser dado aos menos servidos de educação. Queremos tornar a educação não algo escasso, mas um direito humano que todas as pessoas possam ter", disse.

As vinte mais

USP está entre as 20 melhores 
universidades do mundo, segundo pesquisa na internet

Em São Paulo

A USP (Universidade de São Paulo) é a melhor instituição de ensino da América Latina e a 19ª do mundo, segundo um ranking publicado pelo Webometrics (Ranking Web of World Universities).
O levantamento considera a performance das universidades na rede mundial de computadores, observando o tamanho e a visibilidade da instituição, entre outros pontos. No ranking mundial, a USP está à frente de grandes universidades internacionais, como Princeton University, que ficou na 24ª posição, Michigan State University, 26ª, e University of Chicago, 39º lugar.
As cinco primeiras colocadas no ranking mundial foram a Harvard University, Stanford University, Massachusetts Institute of Technology, University of Michigan e University of Pennsylvania.
Em relação ao ranking latino-americano, a USP fica à frente de Universidad Nacional Autónoma de México, UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

Universidades brasileiras

Apesar das universidades americanas, canadenses e inglesas serem maioria no ranking das 500 melhores universidades analisadas, instituições brasileiras tiveram boas colocações.
Atrás da USP, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul aparece na 129ª posição mundial, seguida pela Unicamp, 177ª, Universidade de Brasília (181ª), Universidade Federal de Santa Catarina (205ª), Universidade Federal do Rio de Janeiro (241ª), Universidade Federal de Minas Gerais (254ª), Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (292ª) e a Universidade Federal Fluminense (312ª posição).
Mas é no ranking latino-americano que as universidades brasileiras se destacam e são maioria. Entre as 10 melhores colocadas, apenas três são de outros países: Universidad Nacional Autónoma de México (2ª posição), Universidad de Chile (7ª) e Universidad de Buenos Aires (8ª).

Top 20

Veja abaixo as 20 melhores universidades do mundo e as 20 melhores da América Latina. Clique aqui para conferir o ranking completo.
20 melhores universidades do mundo
 
InstituiçãoPaís
*Webometrics
Harvard UniversityEUA
Stanford UniversityEUA
Massachusetts Institute of TechnologyEUA
University of MichiganEUA
University of PennsylvaniaEUA
University of California Los Angeles (UCLA)EUA 
University of California BerkeleyEUA
Columbia University New York EUA 
Cornell UniversityEUA
University of Minnesota EUA 
Pennsylvania State UniversityEUA
University of Texas Austin EUA 
Yale UniversityEUA
University of CambridgeReino Unido
California Institute of Technology CaltechEUA
University of OxfordReino Unido
Duke UniversityEUA
University of Wisconsin MadisonEUA
Universidade de São Paulo (USP)Brasil
University of Illinois Urbana ChampaignEUA

20 melhores universidades da América Latina
 
InstituiçãoPaís
*Webometrics
Universidade de São Paulo (USP)Brasil
Universidad Nacional Autónoma de MéxicoMéxico
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)Brasil
Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)Brasil
Universidade de Brasília (UNB)Brasil
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)Brasil
Universidad de ChileChile
Universidad de Buenos AiresArgentina
Universidade Federal do Rio de JaneiroBrasil
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)Brasil
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBrasil
Universidade Federal FluminenseBrasil
Universidad Nacional de la PlataArgentina
Universidade Federal do ParanáBrasil
Universidad de Costa RicaCosta Rica
Universidade Federal da BahiaBrasil 
Universidad Nacional de ColombiaColômbia
Universidade Federal do CearáBrasil
Universidad Nacional de CordobaArgentina

quarta-feira, fevereiro 06, 2013

Poesia


Não tenho nada em meu nome
Somente o fado que faço
O meu coração não tem fome
Mora num pequeno espaço

Vive da vida que passa
De amores que vão e vêem
Nada possuo em meu nome
E nem invejo ninguém...

(António Zambujo)

terça-feira, fevereiro 05, 2013

A escola pública acriana não sabe ler e escrever

Vinte anos lecionando no Acre, eu penso que são minutos, horas, dias, semanas e meses suficientes para afirmar que a escola pública do Acre cumpre muito mal o seu dever de ensinar a ler e a escrever.

As causas, várias. Muitas. As soluções, raríssimas. A Secretaria de Educação não apresenta varadouros, trilhas, caminhos; e a escola, habituada ao previsível, não altera seu rumo.

Uma falha na rede pública de ensino do Acre: as escolas não criam, por exemplo, seu material didático para a língua portuguesa.

Simples afirmar isso, mas esse simples inexiste na escola acriana. O óbvio não se enxerga.

Nesses anos lecionando, os alunos ignoram o sentido e a construção sintática das orações  subordinadas adverbiais. Eles não se servem delas, o que não ocorre em escolas de ensino médio do Rio de Janeiro.

Ora, se difere do Rio de Janeiro, não podemos fazer uso de um currículo nacional, mas de um currículo regional de língua portuguesa, porque as condições geo-históricas entre Rio Branco e Rio de Janeiro possuem marcas distintas.

A secretaria acriana deveria há muito tempo ter percebido isso, mas repete a cantilena dos "gêneros textuais".

Nas redações discentes, a concordância verbal, em relação à oração adverbial, apresenta-se mais correta; mas, mesmo assim, erros primários chegaram ao segundo ano do ensino médio.

O que eu fazia?

Em aulas marcadas em um dia da semana com muita antecedência em um calendário de conteúdo entregue ao aluno, estudava-se, por meio de 100 exercícios, várias concordâncias verbais.

E mais: nas aulas de leitura, também marcadas no calendário de conteúdo, além da interpretação, marcava, em um bom texto  literário, as concordâncias verbais.

Pois bem, não existe nas escolas públicas acrianas um currículo regional de língua portuguesa, com seu exercício gramatical sendo consequência dos erros redacionais.

Como se ignora o óbvio.

Deixar o circo e ir para outro circo

05/02/2013 - 06h00

Desiludido, Tiririca quer voltar a ser palhaço

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MÁRCIO FALCÃO
ANDREZA MATAIS
DE BRASÍLIA

Deputado mais votado no país em 2010, Tiririca (PR-SP) quer voltar a ser só palhaço. Desiludido com a política, ele disse àFolha que não disputará mais eleições e, findo seu mandato, em fevereiro de 2015, irá se desfiliar do PR.

Na metade da legislatura, Tiririca, que se elegeu com a promessa de descobrir o que faz um deputado, disse que já entendeu que "não dá para fazer muita coisa".

O desalento, no entanto, não é a razão para deixar o salário de R$ 26,7 mil, verba de gabinete de R$ 97.200 e direito a apresentar R$ 15 milhões em emendas.

A justificativa é a falta de tempo para se dedicar ao que mais gosta: fazer shows (que lhe rendem mais dinheiro do que a Câmara). "Eu sou artista popular. Aqui me prende muito. A procura pelos shows é enorme e não dá para fazer", afirma ele.

segunda-feira, fevereiro 04, 2013

entre Montanhas, Lagoa e Mar, jornais

Lagoa de Maricá. Como é normal no Brasil, o esgoto suja suas águas

Maricá, lindo lugar ofertado pelo criador. Sua paisagem, arte do Senhor.


Administrada por um prefeito do PT, vejo em Maricá ações políticas que nunca vi.

Confesso que é um município melhor depois da presença do Partido dos Trabalhadores. É visível aos olhos, mas ainda carece de outras ações.

O prefeito está investindo em um espaço de cinema.

Hoje, chove. Faz frio. Entre a lagoa, as montanhas e o mar, leio ainda os jornais de domingo, O Globo e Folha de São Paulo.

Perto de meus pais, de irmão, de parentes, meu cão Thor e dela, minha amada esposa,

Mony. Mony. Mony. Mony. Mony. 


Tranquilo. Em paz.


Mensagem do prefeito (2)



Marcus Viana, prefeito de Rio Branco, Acre, disse
em campanha "eu sou o novo"


Dando continuidade a meu propósito inútil de interpretar a mensagem do prefeito de Rio Branco (Acre), Marcus Viana, faltam ainda 4 partes.  


3. TRANSPORTE COLETIVO

No transporte coletivo, inauguramos a primeiro central de monitoramento da frota por GPS, o que agora permite ao usuário acompanhar em tempo real a movimentação dos ônibus e o horário de chegada no Terminal Urbano. Instalamos esta central na OCA e até o final de fevereiro a cidade contará com estes painéis também nas plataformas do Terminal Urbano. Visando melhorar a fluidez do trânsito, iniciamos pela Avenida Antônio da Rocha Viana um conjunto de intervenções na infraestrutura dos principais corredores de transporte da cidade. Medidas como a redução de rotatórias, melhoria da sinalização e da acessibilidade, com a construção de calçadas e rampas adaptadas para cadeirantes, serão executadas ao longo de toda a nossa gestão.


Não poderia faltar o tom de modernidade da autoridade , ou seja, o morador do bairro periférico Aeroporto Velho, rua Terminal, poderá acompanhar no terminal urbano  o tempo que falta para o ônibus chegar a ele. Lindo.

No entanto, em seu bairro, não há sequer um ponto de ônibus para protegê-lo da chuva. Por ser bairro à margem da beleza urbana do centro da capital, os ônibus não são confortáveis nem para bois.


Há oito anos, Angelim, do PT, disse "modernizar a frota". Angelim, porém, não mora no Aeroporto Velho, nem Marcus. 

4. EDUCAÇÃO


Na educação, conduzida pelo nosso vice-prefeito, o Professor Márcio Batista, começamos o trabalho adotando medidas para assegurar o início do ano letivo. Abrimos concurso simplificado para preencher 604 novas vagas para professor e pessoal de apoio, asseguramos 300 novas vagas em creches comunitárias e conveniadas, destinadas a crianças de até 3 anos de idade. Neste mês de fevereiro, fruto do apoio da Presidenta Dilma através do Programa Brasil Carinhoso, licitaremos a construção de 10 novas creches para atender mais 1.650 crianças.

Reparou o "P" maiúsculo? Aqui, quando se trata de vice-prefeito, é Professor.

Assegurar início do ano letivo é obrigação de qualquer governante, não sendo, portanto, "o novo". Preencher vagas, outra obrigação. E, outra vez, números: 300, 3, 10 e 1.650.

Sobre educação, Marcus quantifica, fala do óbvio. Sobre educação, onde está "o novo" em sua mensagem?