sábado, agosto 25, 2007

Quero entrar para a história


À direita, em pé, o repórter Paulo H. Nascimento.

O time, Rio Branco Futebol Clube.




A uma bloguista


Texto de uma bloguista.


Caro professor Aldo,
Já fui sua aluna na faculdade e não vi tal empenho seu.
Em que sentido "empenho"? Eu, na F
aculdade de Letras da Universidade Federal do Acre, fui processado muitas vezes por um grupo de professores. Fui acusado de muitas coisas. Por lado, obtive respeito de uma pessoa por quem tenho enorme apreço, a professora Olinda Batista, atual vice-reitora. Admiro a professora Olinda por seu caráter. Se falo bem desta terra, é por causa de pessoas como a Olinda. Empenho? Empenhei-me a ponto de ser processado, por exemplo, porque uma aluna disse que eu usava A República, de Platão, nas aulas de Literatura Infantil. Empenho? Eu levei Bakhtin à Faculdade de Letras da Ufac, basta olhar os planos de curso. Empenho? Hoje, após anos, não leciono nessa faculdade, e ela continua como uma das piores da Região Norte. Consulte os dados do MEC.

Desculpe, mas vc não acha que está se preocupando muito em dar modelos de redação? Vc não crê que a olímpiada de matemática também é importante?
Sim, acho, mas eu leciono outra disciplina.

Afinal os alunos também estão mostrando suas habilidades. E quanto a passeata, esta também de alguma forma está trabalhando habilidades nos alunos, como o respeito e cidadania.
Discordo. Quando assinei meu contrato como funcionário do estado, não foi para fazer passeata. Assinei para lecionar. Precisamos, primeiro, manifestar nosso interresse por qualidade de ensino. Não adianta irmos às ruas se a escola não cumpre sua função em sala de aula. Habilidades!? Na minha área, habilidade é ler bem e escrever bem, e eu não posso perder tempo com passeata. Respeito!? Cidadania!? Querida, as transformações sólidas iniciam-se dentro de instutuições e não nas ruas. É preciso haver uma ótima formação como advogado, como médico, como juiz, como enfermeiro, como professor, e isso começa quando há boas escolas.

Fatores importantes para um desenvolvimento social. Vc não acha importante? Acho maravilhoso vc se preocupar com esses dias que foram destinados a estas atividades, mas creio que não prejudicarão nosso trabalho.
É perder tempo. Enquanto a escola pública pára e desfila em uma passeata, a escola privada cumpre seu ano letivo e diz que é a primeira no Enem. Eu quero a minha escola pública em primeiro lugar no Enem, e isso não passa pela rua.

Abraço

Outro

sexta-feira, agosto 24, 2007

Gosto de eternidade















Tem colega de Redação que deseja ser eterno. Há quase cinco anos, trabalho na TRIBUNA e, nesse tempo, retifico "Pronto Socorro".

Há quase quatro anos, corrijo o seu texto; e, há quase quatro anos, ele escreve o mesmo "Pronto Socorro".

Repórter, escreva "pronto-socorro". Não podemos melhorar o texto se formos pedras.

quinta-feira, agosto 23, 2007

Ronda Gramatical














Eis os problemas:

1- de 21 á 24/08 - Além do acento grave, indicador do fenômeno da crase, estar para o lado direito (´), colocaram-no antes de número;

2- das 08:00 as 17:00 - Deveria haver o acento, mas não colocaram; e

3- Ou seja, inverteram tudo.

Como representante da ordem, o Exército não pode causar desordem na língua portuguesa.

A polícia e a escola



Hoje, mais uma vez, vi policiais militares na escola Heloísa Mourão Marques. Na foto, um dos alunos que fizeram desordem no espaço público.

Não quero aqui citar nomes de policias ou de alunos, mas tão-somente expor duas instituições: a escola e a Polícia Militar.

Evidente que os policiais portaram-se muito bem, realizando um trabalho que ajuda a escola. A questão, entretanto, é outra.

Da rua, os policiais conduziram os adolescentes à escola. Na coordenação de ensino, os estudantes calaram-se diante de dois homens que impuseram a ordem.

"Se isso se repetir, levarei vocês à delegacia", disse o policial.

O que representa a Polícia Militar em uma instituição de ensino? Bem, evidente que a escola deixou de educar, isto é, de colocar limites, porque a palavra na unidade escolar não se impõe como norma, como conduta, como disciplina, como ordem. A palavra na escola é desarticulada. No quartel, a palavra se articula enquanto ação de um conjunto.

Longe do policial, o aluno afronta professores, inibe servidoras. A escola não exige e nem cobra condutas. Não me refiro à escola Heloísa Mourão Marques. A crise da autoridade escolar espalha-se.

Diante disso, a ordem militar se impõe. Ironia, o policial militar é quem educa, isto é, impõe limites e pune. "Caso faça novamente, levarei você à delegacia." O aluno sente no policial que a palavra representa a lei e será cumprida. É como se a autoridade militar dissesse a ele "você não pode fazer na sociedade tudo que você deseja".

A ordem escolar não se iguala à ordem militar, eu sei, mas aquela ordem não se fundamenta na sala, na avaliação, porque professores e gestores perderam sua identidade no espaço escolar. A identidade de um policial não se perde em um quartel.

Como professor, percebo, portanto, que a escola não cumpre seu papel social e, por causa disso, recorre ao quartel. "Como dizem meus alunos, isso aqui é uma bagunça." Menos em minha sala de aula, e eles sabem disso.

Tribunal de Contas


Na mesma sessão, os conselheiros do Tribunal de Contas do Estado decidiram emitir um alerta ao prefeito de Xapuri, Wanderley Viana, que teria apresentado um déficit de R$ 696 mil já no 2º bimestre deste ano, além de ter investido apenas 52,7% do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), enquanto o mínimo é de 60% na folha de pagamento dos professores.

De Freud Antunes

quarta-feira, agosto 22, 2007

Leitura & Leitura


Hoje, iniciamos na escola Heloísa Mourão Marques a leitura de Werther, de Johann Wolgang Von Goethe. Não lemos em sala, porque na escola não impera o silêncio pelos corredores. Debruçamos nossos olhos sobre páginas no teatro da escola.

Leitura solicita silêncio e conforto. Com os ares-condicionados ligados e com poltronas confortáveis, começamos a nos iniciar na narrativa romântica.

Observações gramaticais foram feitas, mas de uma forma bem específica, isto é, relacionadas aos problemas gramaticais presentes nos textos dos alunos, um deles: marcadores pronominais. Esse pronome substitui que palavra anterior? Por que usou "-los" e não "-lhes"?

Na reconstrução textual, isso será cobrado. Você repetiu a palavra. Substitua-a por um pronome. Refaça!

Além disso, nessa aula de leitura, sublinhamos termos, fomos ao dicionário e apresentamos um sentido autêntico para alguns signos lingüísticos. Na página 15, o narrador escreve "bem-amada", referindo-se a uma mulher, mas, antes, ele situa o leitor em imagens relacionadas ao sagrado. Termos anteriores partilham valores com o sagrado, porque a este pertencem.

Na aula de Leitura, precisamos (re)nomear a palavra a fim de que possamos repensar a vida. Na Leitura de um Goethe, a palavra amor, por exemplo, opõe-se à vulgaridade da rua, à cultura de massa. No romantismo, sagrado & amor comungam-se. "Não posso falar meu pensamento sem antes pensar a palavra."

Minha base teórica para essa aula de Leitura são eles: Nietzsche, Bakhtin e Barthes.

Mais: na semana posterior, apresentar um resumo das 20 páginas lidas na semana anterior.

Escrever aprende-se escrevendo e lendo.

terça-feira, agosto 21, 2007

Drummond

Um visitante deixou aportado em meus olhos estes versos. Lindos. Venha, poesia, retire de mim a gosma azeda dos medíocres. Venham, versos, mostrar a meus olhos o outro lado.

Acordar, viver
Como acordar sem sofrimento?
Recomeçar sem horror?
O sono transportou-me
àquele reino onde não existe vida
e eu quedo inerte sem paixão.

Como repetir, dia seguinte após dia seguinte,
a fábula inconclusa,
suportar a semelhança das coisas ásperas
de amanhã com as coisas ásperas de hoje?

Como proteger-me das feridas
que rasga em mim o acontecimento,
qualquer acontecimento
que lembra a Terra e sua púrpura
demente?
E mais aquela ferida que me inflijoa cada hora, algoz
do inocente que não sou?
Ninguém responde, a vida é pétrea.


Carlos Drummond de Andrade

Açeçor de inprença

"No último sábado (18), foi realizada a Reunião Inicial do Fórum Preparatório para a I Conferência Municipal de Cultura. O encontro entre a comunidade e representantes das esferas nacional, estadual e municipal aconteceu no auditório da Secretaria Estadual de Educação, tendo início às 8horas, com cadastramento dos participantes; finalizando às 18h, com plenária que decidiu pela mudança da data da conferência, que agora acontecerá nos dias 5 e 6 de agosto."

1. I Conferência - O texto foi escrito por "açeçor de inprença". Incomoda ver a confusão entre "I" e "1ª". Açeçor é por Q.I., isto é, quem indica. Não precisa ser competente; e

2. Finalizando - O que esse gerúndio faz aqui? Sem contar outros erros de um "açeçor" que ganha bem para escrever tão mal.

Passeata de Língua Portuguesa













Fazendo uma cobertura dos fatos em um balão, fotografei uma passeata de professores de Língua Portuguesa da capital acreana contra a violência de erros gramaticais na língua-mãe.

"Não podemos aceitar que essa violência continue nas escolas, por isso estamos aqui para protestar e para propor uma solução a fim de que nossos alunos saiam do ensino médio sabendo usar seu idioma", disse a professora Benedita.

Rio Branco parou. A passeata durou duas horas. Pela primeira vez na história do Acre, os sindicatos da educação aderiram a uma manifestação que exigiu qualidade de ensino.

"Sempre brigamos por salários, mas meu filho não sabe escrever e nem eu sei direito, por isso o sindicato está aqui para soletrar qualidade de ensino", emocionado, declarou o sindicalista Rodolfo.

segunda-feira, agosto 20, 2007

Sinplac

Hoje, recebi um convite para participar de um debate sobre as propostas de uma candidatura do Sindicato dos Professores Licenciados, o Sinplac.

Infelizmente, por causa do jornal, não poderei ir. Deixo, aqui, algumas idéias.

1. O Sinplac surgiu para mostrar outros caminhos, não podendo imitar o Sinteac, viciado em um sindicalismo anacrônico. O Sinplac precisa ter outro processo eleitoral, porque, caso permaneça nesse, o sindicato ficará vulnerável à infiltração de partidos políticos;

2. Esse processo deve ser debatido em um congresso e, antes dele, a realização de debates com professores da Universidade Federal do Acre e de outras universidades;

3. Criar uma imprensa sindical autônoma, independente do sindicato e que busque recursos próprios para repensar a educação, a cultura e o movimento sindical do Acre. Uma imprensa que não seja pautada pela realidade, mas que paute a educação, a cultura e o movimento sindical;

4. Criação de um ótimo site para que filiados votem pela internete;

5. Criação de um sindicato-empresa;

6. Criação de uma auditoria no final de cada mandato.

Sem 4 aulas de dissertação

Meus alunos receberam de mim todo conteúdo de Literatura e de Língua Portuguesa para o segundo semestre de 2007. Para cada data, um conteúdo.

Na semana passada, dia 14, não apresentei aos meus alunos os modelos de introdução. Amanhã, dia 21, não apresentarei, mais uma vez, modelos de introdução.

São 4 quatro aulas. Na primeira, a causa: Olimpíada de Matemática. Na segunda, passeata.

Paciência!!! e muito blog.

Resposta da professora Osmarina


Murmúrio

Traze-me um pouco das sombras serenas
que as nuvens transportam por cima do dia!
Um pouco de sombra, apenas,
- vê que nem te peço alegria.

Traze-me um pouco da alvura dos luares
que a noite sustenta no teu coração!
A alvura, apenas, dos ares:
- vê que nem te peço ilusão.

Traze-me um pouco da tua lembrança,
aroma perdido, saudade da flor!
- Vê que nem te digo - esperança!
- Vê que nem sequer sonho - amor!


Com vc, Aldo, só a poesia resolve.
_________________________

Osmarina, não entendi a sua observação final. Gostei, porque, comigo, só a poesia resolve.

Ronda Gramatical

No jornal

"De acordo com Auxiliadora, desde de 1989 o Brasil não registra mais casos da paralisia infantil."

1. Desde de. Há um repórter na Redação que coloca "de" sempre depois de "desde". Errado. Como "desde" é preposição, não se coloca outra preposição depois; e

2. Desde 1989 o Brasil. Faltou a vírgula, porque a frase-oracional encontra-se fora da ordem sintática direta. O correto, portanto, é "
desde 1989, o Brasil".

Abusar da escola pública

Hoje, pela manhã, recebi a informação de que não haverá aula amanhã, porque a escola pública Heloísa Mourão Marques fará uma passeata contra a violência em Rio Branco.

Já pensou se as escolas públicas do Rio de Janeiro resolvem cancelar suas aulas para protestar contra a violência na terra de Tom Jobim?

O que me causa desconforto é que a escola não tem um calendário para cumprir metas e, dessa forma, buscar qualificar o ensino público. Nós não temos nem Plano Político Pedagógico. Em outras palavras, a escola que fará uma passeata contra a violência comete a violência de não qualificar seu ensino. Violência no sentido de cometer rupturas contra suas obrigaçõe e seus deveres.

Só para falar do semestre passado, meus alunos deixaram de ter 33 aulas de Língua Portuguesa. Dez aulas foram consideradas por causa da gincana. Quanto à gincana, tudo bem, porque se trata de uma atividade lúdica que incluiu, também, conhecimento.

Agora, incluir passeata como aula, convenhamos, considero abusar da coisa pública. Mesmo assim, meus alunos ficaram sem 13 aulas. Isso é um tipo de violência.
E eu não falto. Só faltei no semestre passado, porque fiquei internado e, como não sou diretor, apresentei atestado médico e pedido de internação do médico.

Não sou pago pelo Estado do Acre para fazer passeata, sou pago para lecionar, e bem, ainda que não receba tão bem. A escola ficou em luto por dois dias e teve gente que enforcou ainda na sexta, aproveitando-se de um luto. Na terça, amanhã, a escola irá parar ainda por causa desse luto.

Pior, a passeata poderá ainda servir como aula. Já serviu no passado. "Trata-se de uma aula diferente", como já ouvi.
Isso, para mim, não é aula. Isso é abusar da coisa pública.

sábado, agosto 18, 2007

Drummond e os comunistas


“Os lírios não nascem da lei”

As leis não bastam.
Os lírios não nascem da lei.
Meu nome é tumulto, e escreve-se
na pedra.


(Nosso Tempo, da Rosa do povo)

Quando o sol se pôs em 17 de agosto de 1987, Carlos Drummond de Andrade passou a ser somente palavras em páginas. Mas, na terra do samba e do futebol, brasileiro não lê nem dois livros por ano, isso significa que Drummond permanece morto em muitas livrarias, em bibliotecas.

Vinte anos após sua morte, ele só poderia estar esquecido em um mundo onde a superficialidade das palavras cria raízes profundas. Ler esse mineiro de Itabira é (des)cobrir o que o cotidiano oculta. Drummond nos revela.

Sua poesia toma formas políticas em 1935 e, em 1942, por meio do livro José, seus versos sociais intensificam-se. Para o poeta Mário Chamie, “Drummond é o nosso Baudelaire”, poeta francês que colocou na linguagem poética as multidões.

"E agora, José?", seu verso mais conhecido, representa essa multidão que com a chave na mão/quer abrir a porta/ não existe porta/ quer morrer no mar,/ mas o mar secou. Não há saída para esse nome comum, o povo. Só perguntas sem respostas.

Sua poesia social e política, entretanto, nunca foi compreendida pelos comunistas. Em O imaginário vigiado, de Dênis de Moraes, lemos que o discurso ideológico da esquerda constrange e pune a criação.

“Essa doença que lhe faz ver tudo negro, num mundo de problemas e contradições sem saída, é própria de sua gente, da classe pobre, arcaica, degenerada, moribunda”, Emílio Carréra alvejou na revista comunista Para todos contra Carlos Drummond de Andrade.

O poeta ficou no Partido Comunista do Brasil (PCB) de maio a novembro de 1945. Foi membro do conselho diretor de Tribuna Popular, mas discordou das práticas do partido. Como não havia troca de idéias, orientação, o pouco que redigia tinha destino incerto.

Mas o motivo de sair do PCB foi outro. Drummond discordou quando os comunistas defenderam uma aliança com Getúlio Vargas.

Censor

Nesse período da história brasileira, havia um censor das artes e da literatura. Membro do PC da União Soviética, ele defendia o realismo socialista, isto é, uma estética panfletária que excluía o imaginário como forma revolucionária. Seu nome, Andrei Jdanov.

Como escreveu Dênis de Moraes em seu livro, “as classes populares não devem descobrir que a força real do partido brota da castração das possibilidades expressivas do outro”. Drummond foi essa expressão de um Eu castrado pelo manual de Jdanov.

Em 17 de agosto de 1934, no 1º Congresso dos Escritores Soviéticos, as artes e a literatura recebem a sentença final de Andrei Jdanov.

“Sob a direção do partido, sob a direção atenta e diária do Comitê Central, sustentados e auxiliados incansavelmente pelo camarada Stalin, a massa inteira dos escritores acha-se unida em volta do poder soviético e do partido”, julga o representante da censura comunista no Brasil.

No livro A rosa do povo, a poesia Nosso tempo expressa que “este é tempo de partido/, tempo de homens partidos”. Partido que inibe a criação individual em nome uma ideologia panfletista. A literatura, segundo Jdanov, deve ser objetiva e objeto da luta revolucionária. A poesia é coisa. Menos para Drummond.

(...)
As coisas talvez melhorem.
São tão fortes as coisas!

Mas eu não sou as coisas e me revolto.
Tenho palavras em mim buscando canal,
São roucas e duras,
irritadas, enérgicas,
comprimidas há tanto tempo,
perderam o sentido, apenas querem explodir
.
(...)

(Nosso tempo)

Antes de roubarem


BLOQUEANDO SEU CELULAR

A DICA É MUITO INTERESSANTE,
ATÉ PORQUE POUCA GENTE TEM O HÁBITO DE LER

MANUAIS!

Com a venda do 'Chip', o interesse dos ladrões por aparelhos >celulares aumentou. Ficou simples para eles: é só comprar um novo chip por >um preço médio de R$ 30,00 em uma operadora e instalar no aparelho roubado. >Com isso, generalizou-se o roubo de aparelhos celulares.Segue então uma >informação útil que os comerciantes de celulares não divulgam, uma espécie >de vingança para quando roubarem seu celular:Para obter o número de série >do seu telefone celular (GSM), digite *#06#Aparecerá no visor um código de >15 algarismos. Esse código é único!Anote-o, e o conserve com cuidado. Se >roubarem seu celular, telefone para a sua operadora e informe este código. >O seu telefone poderá então ser completamente bloqueado, mesmo que o ladrão >mude o 'Chip'!Provavelmente você não recuperará o aparelho, mas quem quer >que o tenha roubado não poderá mais utilizá-lo!Se todos tomarem esta >precaução o roubo de celulares se tornará inútil!Envie isto a todos os seus >contatos, e não esqueça de anotar o seu número de série!!>>>

Texto não é meu.

sexta-feira, agosto 17, 2007

Faltei 3 & 4 & 5



Não fui

Faltei

Faltamos

Solidariedade Atrasada 2



Charge dele, o Braga. Cearense que reside no Rio de Janeiro e, como sempre, por meio de seus traços, o riso.

Várias fotos. A imagem é clonada. Milhares. Milhares. Espalha-se como metástase. Miríade de imagem. Foto. Foto. Charge. Charge.

Blog do Altino.

Solidariedade Atrasada 1


O maior blogueiro do Acre, Altino Machado, foi processado por publicar essa foto em seu blog.

Como não tenho visitado blogs nos últimos dias, eu soube tarde, mas não de mais.

Em muitos aspectos, gosto do blogueiro Altino, porque o cara incomoda. Aqui, entro na rede de solidariedade, porque esse fato correu o Brasil por meio da rede de blogs.