No país do samba e do futebol, o brasileiro, no começo do século 21, lê menos de dois livros por ano. Na Inglaterra e nos Estados Unidos, são cerca de cinco livros. Na França, sete. Na Finlândia, esse número chega perto de 20.
sexta-feira, dezembro 15, 2006
Os R$ 267,32 da Copeve
No país do samba e do futebol, o brasileiro, no começo do século 21, lê menos de dois livros por ano. Na Inglaterra e nos Estados Unidos, são cerca de cinco livros. Na França, sete. Na Finlândia, esse número chega perto de 20.
quinta-feira, dezembro 14, 2006
Braga & Braga
quarta-feira, dezembro 13, 2006
segunda-feira, dezembro 11, 2006
Os 10 livros da Copeve
sábado, dezembro 09, 2006
sexta-feira, dezembro 08, 2006
Fecury & Astélio


Breves Observações
- é e tem - Muito comum, o aluno iniciar a introdução com os verbos “ser”, “estar” e “ter”. Não é errado, mas é lugar-comum. Caso o conteúdo da introdução tenha uma ótima elaboração, nem percebemos a presença desses verbos; no entanto, se o conteúdo for superficial e se esse conteúdo, ainda, não apresentar uma boa elaboração, usá-los torna-se um equívoco;
- linhas - Em uma folha, essa introdução não apresenta cinco linhas no mínimo. Como sabemos, um texto com 30 linhas precisa de uma distribuição harmoniosa de linhas nos quatro parágrafos. Vejamos: introdução (5 ou 7 linhas), desenvolvimento 1 (10 ou 8 linhas), desenvolvimento 2 (10 ou 8 linhas) e conclusão ou solução (5 ou 7 linhas). Essa introdução, portanto, nesse sentido, precisa ser maior;
- leitura de jornais televisivos - Quando assisto ao jornal da TV Cultura, eu não o leio; eu o ouço;
- leitura de revistas - No desenvolvimento, é necessário especificar, porque, nesse espaço, o leitor precisa ser convencido por meio de detalhes, e ninguém detalha escrevendo generalidades, é óbvio. Nem toda revista permite conhecer o candidato. Nem todo jornal permite conhecer o candidato;
- de que o cidadão observe - "(...) tem o objetivo de o cidadão observar a veracidade das propostas";
- ações como - Eu evitaria. Começaria com "a leitura de".
quinta-feira, dezembro 07, 2006
Vida Dura



Vara de velhinhos só pesca Peixe Podre
Ontem, no bairro 6 de Agosto, à tarde, a PM roubou o espetáculo erótico para homens idosos no exato momento em que uma ex-presidiária, a Peixe Podre, retirava a última peça. "É duro ser velho, e a polícia ainda resolveu tirar de nós a nossa única alegria", disse seu João dos Santos, de 76 anos.
Tudo bem que Maria Antônia Liberdade de Souza, de 31 anos, não tem o apelido de Sereia do Norte, mas pelo menos cobrava muito barato para os velhinhos pescarem: R$ 5 de cada um. Os policiais disseram que se tratava de um atentado contra o pudor. "Contra o pudor?", perguntou seu Carlos Antônio, de 82 anos. "Contra o pudor é velho não sentir prazer com os olhos".
terça-feira, dezembro 05, 2006
- a quem acusou -
- "A quem acusou" - Qual o motivo de colocar a preposição "a" antes de "quem"? Nós acusamos alguém e não a alguém. A regência é direta, isto é, não há preposição. Consulto Celso Luft, e ele oferece um exemplo: "Acusa colegas (Acusa-os) de corrupão. O correto é "quem acusou de".
Para Vestibular

Thaís Nicoleti de Camargo é professora de português desde 1984. Consultora do jornal Folha de São Paulo, ela leciona no ensino médio e em pré-vestibulares.
Desde 2000, escreve sobre gramática, literatura e redação na coluna semanal Vale a Pena Saber, do caderno Fovest, da Folha.
Assina também a coluna Redação do Leitor, que deu origem a este livro.
Neste livro, há 21 dissertações escritas por alunos. No texto, ela registra observações gramaticais e, em uma página ao lado, comenta sobre a dissertação.
Em outras duas páginas, aparece a Redação Corrigida e Orientação de Estudo.
Para apresentar melhor o livro, entrevistei a autora neste espaço chamado ENTRELIVROS.
Professora, o que é preciso para escrever bem?Thaís Nicoleti - Para escrever bem, é preciso ler, adquirir informação e, sobretudo, aprender a pensar. Seria ingenuidade acreditar na existência de um conjunto de técnicas que, milagrosamente, levariam alguém a redigir bem. Na verdade, a prática constante a que todos nos devemos submeter é a leitura crítica do mundo, esse o verdadeiro caminho para o exercício da cidadania.
Nos textos dos alunos, suas observações só são gramaticais?Thaís Nicoleti - Não. Há sugestões de encadeamento das idéias, de reformulação de parágrafos, de alteração de vocabulário e, eventualmente, o acréscimo ou a supressão de alguns trechos.
Logo no primeiro texto, Juventude iletrada, seu comentário indica que uma reflexão superficial prejudica texto.
Thaís Nicoleti - Nessa dissertação, a visão de mundo limitada deve-se mais à falta de formação intelectual adequada que à falta de informações.No século 17, o padre Antônio Vieira criticava as generalizações. Nossos alunos são genéricos?
Thaís Nicoleti - São demais. A reflexão superficial compromete texto. As generalizações fragilizam a argumentação. Generalização dá tom simplista à argumentação.
segunda-feira, dezembro 04, 2006
Habeas corpus, habeas-corpus ou hábeas-córpus?
Prof. Sérgio Nogueira

"O português do dia-a-dia", do professor Sérgio Nogueira merece ser aprecisado por quem deseja escrever melhor.
Para além da gramática, idéias erradas
A gente encontra cada uma em nosso jornalismo.
1. "Um tumulto envolvendo diversas pessoas." - Sim, deveria ser "envolvendo camelos"?
2. "Ele espancou João o deixando lesionado." - Sim, deveria ter deixado "beijos"?
3. "A Operação Papai Noel, com participação da Companhia de Trânsito (Ciatran), começou a averiguar o volume e a freqüência dos sons produzidos por equipamentos de carros de passeios dos acreanos." - Quer dizer, se um paulista ou um rondoniense estiverem na avenida Chico Mendes dirigindo, seu carro não será averiaguado.
- à produzir -
- - à produzir - Como um repórter coloca o acento grave, indicador do fenômeno da crase, antes de "produzir"? Não há (`) antes de verbo.
sábado, dezembro 02, 2006
Vestibulando
A MatemÁtica de GleiDsoN
- aplicar conteúdos básicos da disciplina de Matemática à economia doméstica;
- entender a Estatística como um ramo da Matemática necessário à tomada de decisões; e
- promover o senso de responsabilidade para com a renda familiar.
Por meio disso, o corpo discente estudará porcentagem, razão e proporção, funções (construção e análise de gráficos) e planilhas eletrônicas.
Bem que a Matemática poderia publicar essa pesquisa em um jornal escrito pelos alunos de Língua Portuguesa. Dessa forma, as duas disciplinas seriam úteis às famílias dos próprios alunos, mostrando preços diferentes do mesmo produto.
Alguns dirão que não há nada de novo nisso. A questão, entretanto, não essa. A questão é que alguns fazem "o novo" e outros não o fazem, porque permanecem imóveis com os seus anacrônicos hábitos. É mais cômodo.
A FloresTania de ToinHo aLveS

sexta-feira, dezembro 01, 2006
quinta-feira, novembro 30, 2006
- empatar em ou empatar por -
quarta-feira, novembro 29, 2006
Maus-lençóis ou maus lençóis?
Condições para a hifenização em palavras compostas:
1.a) unidade semântica: significação global distinta da significação individual das parcelas.
Com essa observação, entendemos o porquê de "mau-olhado"; não encontrei, no entanto, "maus-lençóis". Mau-olhado é causar melefício. Maus-lençóis é deixar "sem jeito", deixar em "situação perigosa", que se encontra "ameaçado". Fiz a minha opção como fiz por "mesa-diretora". Detalhes de um revisor.
O Mal - página 69

Há nomes que são eternos. Eu não sou. Você também não. Seremos pulverizados pelo tempo depois da missa de sétimo dia. Nós nunca existimos.
terça-feira, novembro 28, 2006
Dinheiro Público
Mesa-diretora ou mesa diretora?
segunda-feira, novembro 27, 2006
O NOvo JornaLismO
Pirâmide Invertida
Quem?
Quando?
Onde?
Como?
Por quê?
Volte para onde veio?

Texto de Dílson Catarino
"Volte para onde veio"
sábado, novembro 25, 2006
sexta-feira, novembro 24, 2006
- Junto a -
- "Junto a" - Se escreve "junto a", é o mesmo que "por conta de débito perto do comércio local". "Junto a" é o mesmo que "perto de". O correto é "por causa de débito no comércio local".
- , e teve -
- Como só há o mesmo núcleo do sujeito, nesse caso, reunião, não se coloca vírgula antes de "e". Com dois núcleos diferentes, a vírgula é facultativa.
- que foi analisado -
- "que foi analisado" - Não há necessidade de escrever "que foi", porque "analisado", sendo Particípio Regular, remete ao passado. Melhor escrever "no julgamento do relatório do terceiro bimestre, analisado na mesma sessão, a falta de investimentos nas áreas da saúde e da educação também apareceu (...)".
quinta-feira, novembro 23, 2006
Fala do governador
- Como pode um repórter iniciar sua matéria com fala e, ainda, com esse tamanho? Bem, vamos ler o Manual de Redação e Estilo, do Eduardo Martins. Na página 18, item 26, o autor escreveu "não inicie matéria com declaração entre aspas e só faça se esta tiver importância muito grande (o que é a exceção e não a norma)".
Aos jornalistas da TRIBUNA
Trás
- "Trás" - Eu trago/tu trazes/ele traz/nós trazemos/vós trazeis/ eles trazem. Deus, tenha piedade, porque eles, os colunistas, não sabem o que fazem, digo, escrevem.
quarta-feira, novembro 22, 2006
EntreVista com Mano Brow, 35 anos
FOLHATEEN - Qual a sua opinião sobre os colegas que fizeram contratos com a grande mídia?MANO BROWN - Somos jovens cheios de vontade de vencer e, às vezes, somos arrogantes. Quando a mídia abriu as pernas e disse "vem", a gente falou "não". Mas, se hoje chegou o momento de alguns companheiros ocuparem a mídia, eu não vou oprimir a vontade deles. Sou a favor da liberdade.
FOLHATEEN - O crescimento do rap atrapalha ou ajuda o movimento?
FOLHATEEN - Como você vê o alcance do discurso do rap?
Rap & Rap & Rap
Colaboração para a Folha, Denise Brito A forma de divulgar o rap e toda a produção cultural do hip hop é motivo de polêmica no seu próprio meio. Para alguns, é preciso mudar o discurso, descartar o tom crítico e politizado e se abrir ao grande público para se tornar um produto vendável, gerador de lucro, com o mero objetivo de divertir as massas.Os puristas, no entanto, acreditam que desvincular o movimento de seu discurso inicial é sinal de corrupção ao sistema que tanto já combateram. Nesse cenário polêmico, figuram com diferentes posições alguns ícones da primeira geração do hip hop nacional.O MC Thaíde e DJ Hum, que estrearam juntos em 1988 com "Corpo Fechado", de batida seca e letra dura e crítica, hoje desfrutam de forte projeção na mídia e se vêem cobrados pelos colegas do underground atual. Thaíde, 39, saiu da apresentação de um programa da MTV após cinco anos para ir para a Globo, a emissora mais combatida por ele no passado, participar da série "Antônia"."Naquela época, a gente tinha necessidade de martelar aquilo (as críticas). Hoje eu acredito em popularizar o hip hop para fazê-lo dar lucro, para adquirir bens através do nosso trabalho. A gente não consegue isso fechado dentro do nosso próprio mundo, fazendo música para os amigos... O amigo sempre fala que está tudo bom e aí fica difícil melhorar a qualidade para entrar na programação de uma rádio", afirma."Muita gente me acusa de vendido, e as críticas já me incomodaram muito, hoje, não mais. Eu vou fazer 40 anos, não posso ter a mesma mentalidade daquela época."DJ Hum, 40, tornou-se produtor musical e lançou o projeto Motirô, do hit "Senhorita", que ganhou as pistas e as rádios com melodia dançante e letra sobre amor adolescente. "O rap de protesto acabou, foi daquela geração", justifica Hum. "Já relatamos muito a violência, mas o cotidiano não é só isso, é também casar, ir ao mercado, se divertir. Falar da violência é mais fácil que vender a paz."GrafiteOs irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo, os Gêmeos, 32, que ainda pivetes dançavam break e grafitavam no largo São Bento, hoje desenvolvem carreira internacional como artistas plásticos e se desvincularam do movimento."Quisemos sair fora para não ficarmos presos em uma cultura só, americanizada, e partir para uma nossa, do nosso país, muito mais rica", diz Otávio."É normal que aconteça assim quando um movimento se expande. A galera da São Bento hoje está casada, com filhos, mas o trabalho social e a atitude continuam. Nos mantemos fiéis aos valores difundidos por Afrika Bambaataa (um dos fundadores do hip hop): paz, união e diversão", diz Gustavo.
Bastantes satisfeitos
- "Bastantes satisfeitos" - Por favor, "bastante satisfeitos". Nesse caso, trata-se de um advérbio e, por isso, não se flexiona.
- "Tratar o assunto" - Melhor escrever "tratar sobre o assunto".
Previsão é que & Lei Chico Mendes
"Previsão é que" - Ao consultar o Dicionário Prático de Regência Nominal, de Celso Pedro Luft, encontramos "previsão de, previsão sobre e previsão quanto a. Nesse caso, "a previsão é de que o Estado a 2.245 toneladas.
- "Lei Chico Mendes" - Sobre isso, O Manual de Redação e Estilo, de Eduardo Martins, esclarece na página 160. Assesssor de comunicação deveria consultar esse bom manual. O correto é "lei Chico Mendes".
terça-feira, novembro 21, 2006
CrasE
- "À esse" - O poder público, sem critério ou com o critério da amizade, convida "jornalistas" para trabalhar e o resultado é "à esse" em suas matérias. O revisor corrige, e o jornalista sai bem na foto ao lado do governador Jorge Viana. Quem sabe, não sei, ganhará o prêmio Chalub Leite. Realmente, revisor apaga as vergonhas de alguns jornalistas.
Vai fazer
- "Vai fazer" - Nas redações dos vestibulandos, muito comum escrever uma locução verbal desnecessária, nesse caso, o uso do verbo "vai". Conjugue o "fazer". "A Central Única dos Trabalhadores (CUT) fará uma manifestação", e é isso aí.
Vírgula
- "Seguras, tiveram". Essa vírgula não existe. Não há vírgula quando ocorre uma Ordem Sintática Direta. Sem mais comentários.
segunda-feira, novembro 20, 2006
UfAc: CaDidatO & VagA
Direito
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 27
Total de inscritos: 1.093
Medicina
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 22
Total de inscritos: 908
Enfermagem
Número de vagas: 30
Candidato-vaga: 22
Total de inscritos: 661
Engenharia Florestal
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 17
Total de inscritos: 710
Educação Física (licenciatura)
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 16
Total de inscritos: 653
Enfermagem (Cruzeiro do Sul)
Número de vagas: 25
Candidato-vaga: 16
Total de inscritos: 405
Ciências Sociais
Número de vagas: 45
Candidato-vaga: 15
Total de inscritos: 717
Biologia
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 14
Total de inscritos: 598
Economia
Número de vagas: 45
Candidato-vaga: 13
Total de inscritos: 600
Letras-Espanhol
Número de vagas: 25
Candidato-vaga: 13
Total de inscritos: 342
História (noturno)
Número de vagas: 50
Candidato-vaga: 13
Total de inscritos: 684
Jornalismo
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 12
Total de inscritos: 514
Letras-Português (Cruzeiro do Sul)
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 11
Total de inscritos: 447
Educação Física (bacharelado)
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 11
Total de inscritos: 442
Geografia
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 10
Total de inscritos: 402
Engenharia Florestal (Cruzeiro do Sul)
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 10
Total de inscritos: 436
Pedagogia
Número de vagas: 50
Candidato-vaga: 10
Total de inscritos: 547
Sistema de Informação
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 10
Total de inscritos: 439
Biologia (bacharelado em Cruzeiro do Sul)
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 9
Total de inscritos: 368
Engenharia Civil
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 9
Total de inscritos: 397
História (diurno e licenciatura)
Número de vagas: 50
Candidato-vaga: 9
Total de inscritos: 491
Letras-Inglês
Número de vagas: 25
Candidato-vaga: 8
Total de inscritos: 204
Letras-Português
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 8
Total de inscritos: 344
Pedagogia (Cruzeiro do Sul)
Número de vagas: 50
Candidato-vaga: 7
Total de inscritos: 399
Geografia (bacharelado)
Número de vagas: 20
Candidato-vaga: 7
Total de inscritos: 154
Engenharia Agronômica
Número de vagas: 50
Candidato-vaga: 7
Total de inscritos: 356
Música
Número de vagas: 30
Candidato-vaga: 7
Total de inscritos: 213
Matemática
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 6
Total de inscritos: 250
Química
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 5
Total de inscritos: 211
História (bacharelado e vespertino)
Número de vagas: 50
Candidato-vaga: 5
Total de inscritos: 284
Letras-Inglês (Cruzeiro do Sul)
Número de vagas: 25
Candidato-vaga: 5
Total de inscritos: 145
Artes Cênicas
Número de vagas: 30
Candidato-vaga: 4
Total de inscritos: 149
Letras-Francês
Número de vagas: 25
Candidato-vaga: 4
Total de inscritos: 108
Física
Número de vagas: 40
Candidato-vaga: 4
Total de inscritos: 149
terça-feira, novembro 14, 2006
Mário Quintana para Altino Machado
segunda-feira, novembro 13, 2006
do qual
- O verbo "ocuparia" pede a preposição de (de + o = do) e, também, as preposições "com" e "em". "Do qual" está correto.
À época
- Segundo Celso Pedro Luft, "à época" é usado pela linguagem jurídica, mas não encontra defesa na gramática. O correto é "na época".
- 2004 e 2005 - onde
- "Onde" é usado quando o termo anterior refere-se a lugar. Nesse caso, o que temos é "tempo": 2004 e 2005. Ora, se há o tempo, usa-se "quando".
sexta-feira, novembro 10, 2006
"Pai, eu sou carioca"
quinta-feira, novembro 09, 2006
Disputas internas dentro do PT
TV Cultura - Amor
Cruz e Souza

Imortal atitude
Abre os olhos à Vida e fica mudo!
Oh! Basta crer indefinidamente
Para ficar iluminado tudo
De uma luz imortal e transcendente.
Crer é sentir, como secreto escudo,
A alma risonha, lúcida, vidente...
E abandonar o sujo deus cornudo,
O sátiro da Carne impenitente.
Abandonar os lânguidos rugidos,
O infinito gemido dos gemidos
Que vai no lodo a carne chafurdando.
Erguer os olhos, levantar os braços
Para o eterno Silêncio dos Espaços
E no Silêncio emudecer olhando...
quarta-feira, novembro 08, 2006
"Dom Casmurro", por Márcia Lígia Guidin
0,18% destinados
- 0,18% destinado ou 0,18% destinados? - O correto é 0,18% destinado, o termo concorda com o zero.
À diversos
- "À diversos" - Há pessoas que duvidam da existência de Deus. Eu já duvido de um repórter, em sua sanidade profissional, escrever "à diversos". É não ter a mínima não noção do fenômeno da crase. Nem macumba tira esse mal.
Mais de uma chapa deverão
- "Locais onde" - Basta só "onde"; e
"Mais de uma chapa deverão" - O correto é cerca de mil pessoas ocuparam a praça, perto de trinta deputados perdem o mandato, mais de um governador assumiu a promessa e mais de uma chapa deverá.
terça-feira, novembro 07, 2006
Se tornaria
- "Se tornaria" - Quando o verbo encontra-se no Futuro do Pretérito ou do Presente, o pronome fica no meio do verbo, é a chamada mesóclise. Os jornais, há algum tempo, não obedecem a essa regra. Para mim, texto de repórter deve ser elegante, porque o leitor merece o melhor. O correto é iria se tornar ou tornar-se-ia.
Desde por volta
- "Desde por" - "Desde" é preposição. Por causa disso, não se escreve desde às 22h, mas "desde as 22h", porque não usaremos duas preposições: desde + a(o). A exceção, "até às" ou "até as" 22h. O correto é "desde as 7 horas".
Junto a
- "Junto ao Procon" - Isso que dizer que elas devem entrar com uma petição perto do Procon, "junto a" significa "perto de". Ora, não é essa a idéia. A idéia é "elas devem entrar com uma petição no Procon".
À essas
- "À essas" - Não há acento grave, indicador do fenômeno da crase, antes de "essa", muito antes de "essas", plural. Só rezando!
segunda-feira, novembro 06, 2006
Lula & Cicarelli

O Lula e a galega!!! E onde está a nossa musa??? Desta vez o Lula não pode falar que não viu!!! Rárárá!!! A Cicarelli está lá para manter o seu posto de musa do verão que a Dona Marisa quer desbancar!!! Dona Marisa é forte concorrente à musa do verão!!! O maiô dela foi comoção nacional!!! O que paralisou a nação mesmo foi o maiô da Dona Marisa. Agora, vamos combinar? Maiô branco com estrela vermelha na pança??? Pança não, PANCEPS!!! Dona Marisa com seu maiô branco e estrela vermelha na panceps!!! E já falaram de tudo, que ela parece caixa de bombinha de São João!! Rárárá!!! Mas o que eu acho que parece mesmo é um barril da Texaco!! Se vier cheio de petróleo eu vou adorar!!! Outros disseram que a Dona Marisa já apareceu com este maiô que é um atentado ao pudor, e a gente ainda quer que ela fale???? Rárárá!!! Melhor ficar assim!!
Juntamente com
- "Juntamente com" - Por favor, só "com".
Tinham entregue
- "Tinham entregue" - O correto é "tinham entregado". Incorreto dizer "tinha pago". O correto é "tinha pagado."
Houveram 41 casos
- "Houveram 41 casos" - Houve 451 casos.
A incidência têm & este ano
- "Têm" - Onde está o sujeito que concorda com o verbo "têm"? O verbo concorda com "incidência", não há, portanto, "têm", mas "tem";
- "Este ano" - O correto é "neste ano";
- "E sem mortes, contra oito em 2005". "(...) em relação ao ano passado e, comparado a 2005, não houve morte";
- "No que concorda" - O verbo concordar pede a preposição "em" ou "com". Podemos falar "concordo com tudo" ou "concordo em tudo". Há caso em que não se usa "em que", por exemplo, "todos concordaram que aquele parecer era o mais avisado". Eu tenho preferência por "com que concorda o secretário (...)."
sábado, novembro 04, 2006
Conselho de Área
- Nos três anos do ensino médio, o professor precisa lecionar texto dissertativo;
- No primeiro ano, deve haver, também, texto narrativo, mas sua carga horária precisa ser menor;
- Primeiro ano: 8o% de dissertação e 20% de narração;
- Devemos seguir a orientação da Copeve sobre Redação;
- Devemos seguir os Parâmetros Curriculares de Língua Portuguesa sobre reconstrução textual;
- É preciso definir essa construção de forma bem detalhada;
- Precisamos massificar exercícios gramaticais a partir de problemas apresentados pelos alunos em suas dissertações;
- Precisamos criar um modelo de folha para a dissertação.
Esses, alguns pontos.
Na próxima reunião de área, pedirei que os professores mostrem, concretamente, como lecionam dissertação em sala de aula (ou na "caixa-preta"). Desejo questionar e ser questionado, e muito.
Notas da Ufac
Dados do MEC - Inep
Agronomia E 2003
Agronomia E 2002
Agronomia C 2001
Agronomia D 2000
Ciências Biológicas C 2003
Ciências Biológicas C 2002
Ciências Biológicas C 2001
Ciências Biológicas C 2000
Direito B 2003
Direito A 2002
Direito B 2001
Direito C 2000
Direito C 1999
Direito E 1998
Direito C 1997
Direito E 1996
Economia D 2003
Economia C 2002
Economia C 2001
Economia C 2000
Economia B 1999
Enfermagem C 2003
Enfermagem C 2002
Engenharia Civil C 2003
Engenharia Civil C 2002
Engenharia Civil C 2001
Engenharia Civil C 2000
Engenharia Civil C 1999
Engenharia Civil C 1998
Engenharia Civil - 1997
Engenharia Civil - 1996
Física D 2003
Física E 2002
Física - 2001
Física - 2000
Geografia C 2003
História C 2003
História A 2002
Letras D 2003
Letras C 2002
Letras C 2001
Letras C 2000
Letras D 1999
Letras E 1998
Matemática C 2003
Matemática C 2002
Matemática C 2001
Matemática C 2000
Matemática C 1999
Matemática E 1998
Pedagogia C 2003
Pedagogia B 2002
Pedagogia B 2001
Química E 2003
Química E 2002
Química - 2001
Química - 2000
sexta-feira, novembro 03, 2006
MachadO de aSSis
Em "Por um Novo Machado de Assis", o crítico inglês John Gledson busca decifrar o sentido último das ficções do autor de "Dom Casmurro"
ADRIANO SCHWARTZESPECIAL PARA A FOLHA
Poucos críticos literários praticam seu ofício com tanta retidão quanto John Gledson, que está lançando "Por Um Novo Machado de Assis", uma coletânea de ensaios sobre o autor de "Dom Casmurro", tema principal de seus estudos há muitos anos. Isso fica claro quando se constata como ele valoriza e defende outros críticos de sua própria linhagem, sem, no entanto, deixar de fazer restrições ou apresentar discordâncias -e o exemplo maior aqui é Roberto Schwarz. Mas, principalmente, isso fica ainda mais claro pelo modo como discute os autores com os quais não se alinha.
ADRIANO SCHWARTZ é professor de literatura da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP e autor de "O Abismo Invertido - Pessoa, Borges e a Inquietude do Romance em "O Ano da Morte de Ricardo Reis'" (Globo).POR UM NOVO MACHADO DE ASSISAutor: John Gledson Editora: Companhia das Letras (tel. 0/ xx/11/3707-3500) Quanto: preço indefinido, 440 págs.
quarta-feira, novembro 01, 2006
À Lula
À Brasília
JornalisTa 1
terça-feira, outubro 31, 2006
PoeSia, a Minha
Te amar
é navegar
no Galeão dos Loucos
e ter
como bússola
a própria loucura.
E te amo
nem muito e nem pouco
apenas o suficiente
para aprender a envelhecer contigo,
buscando as eternas conquistas
que outros navegantes não tiveram,
pois não foram loucos o bastante
a ponto de dizerem como Eu
que você está em mim
como a morte está na vida.
E que seja ela,
a morte,
o limite do Galeão dos Loucos,
que é naufragar
no Oceano Moreno
de teu...
sereno corpo
Naufrágio Insano
Aldo Nascimento
No JornaL 3
"Já que foram definidos há quase um ano. Para ele, não haveria como fixar um índice tanto tempo antes, pois não haveria como prever o que aconteceria na economia."
1. Que hábito é esse usar tanto "já"? Repórter, evite tanto já-já.
No JornaL 2
"Os túmulos se resumem à uma placa no gramado."
1. Por favor, repórter, não coloque essa crase. É obsceno!
No JornaL 1
- Melhor "não está descartado chamar a polícia" ou "não se descarta chamar a polícia"; e
- Por que colocar vírgula antes de "caso"? Nossos jornalistas, sempre, colocam-na. Trata-se de uma Oração Subordinada em sua Ordem Sintática Direta e, dessa forma, não cabe a vírgula.











