domingo, fevereiro 24, 2013

O governador e os seus livros (2)


"Nosso amigo Tião Viana deve ter sido o único governador que, logo após eleger-se, montou em seu Gabinete uma Biblioteca. 'E ela está aberta para qualquer pessoa que queira um livro emprestado', ele me disse esta manhã, após uma rápida conversa. Fiz questão da foto por dois motivos: Primeiro, o Tião é um leitor voraz desde longe e são sempre muito boas as suas indicações: agora mesmo está nos estimulando a reler “Os Miseráveis”, de Victor Hugo. Discutimos sobre livros há anos. Tempo? Ele confidenciou-me que lê nas madrugadas (deve ser a prática dos plantões, como médico); e, por segundo, é gratificante um Governador escolher livros para seu ambiente de trabalho, um exemplo a ser seguido. A foto é do amigo Leonildo Rosas."
Se o assunto é biblioteca, estamos falando tão somente de dois valores: LEITURA e ESCRITA. Nesse sentido, as Bibliotecas do Estado e da Floresta não têm uma política de leitura e de escrita, não havendo nenhuma relação com as escolas públicas.


Na Biblioteca da Floresta, poderia haver redação com alunos do ensino fundamental e com alunos do ensino médio. Esses alunos deveriam se escolhidos por meio de concurso redacional nas escolas e por suas condições sociais.


Um jornal escrito por alunos sem gerenciamento de partido, um jornal sobre LEITURA e sobre ESCRITA. Esses alunos receberiam uma ajuda financeira e receberiam um certificado.

Eles trabalhariam durante um ano, e, depois desse tempo, outros alunos se submeteriam a novo concurso.

Claro que tenho mais ideia sobre isso, mas náo quero cansar quem lê este texto.

Marcos Afonso, na condição de diretor de uma biblioteca, pessoas dependem de vc para ter acesso a uma outra realidade, por exemplo, a de LEITURA e a de ESCRITA. A biblioteca precisa se aproximar da escola pública com um projeto de estado, algo acima do PT, do PMDB, do PC do B.




Aos meus colegas de Língua Portuguesa

Se hoje ainda permanece a luta política em mim, eu a faço na escola pública. Na Heloísa Mourão Pública, em Rio Branco, Acre, eu sempre lutei; mais errado ou menos, mais certo ou menos certo, jamais fui indiferente à escola, meu espaço político sem partidos.

Discordei muito de colegas da profissão com uma forma nenhum pouco franciscana, mas sempre sincera. Nunca tramei algo para receber benefícios depois.

A escola HMM não obteve bom resultado em 2011 segundo o Enem, ficando, entre 51 escolas acrianas, na 32ª posição.

No entanto, meus colegas de Língua Portuguesa não ficaram no 32º lugar. Entre as 51 escolas que se submeteram ao Enem em 2011, Língua Portuguesa ficou na 10ª posição; e Redação, na 11ª.

Mas, no Acre, o professor que leciona mal recebe o mesmo salário de quem leciona bem.

Em 2012, salas com mais alunos (45 alunos) e muito abafadas, e o governo, sem pagar bem para quem trabalha melhor, exige dos professores, mas ninguém no Acre exige do governo qualidade de ensino.

Por isso e por outras, colegas de profissão deixarão o magistério. No Rio de Janeiro, falta professor. No Acre, há carência em certas disciplinas.

O estado, dessa forma, faz a sua própria greve.
         

O desejo de Jorge Viana

O Globo
Publicado em 23/02/2013
Saia-justa na Corte
PanoramaPolítico
 
Saia-justa na Corte 

Há mal-estar no STJ por causa de acordo feito pelo presidente, Felix Fischer, com partidos para aprovar o nome de Sérgio Kukina a ministro em troca da escolha posterior do procurador de Justiça do Acre Sammy Barbosa, candidato do governador Tião Viana (PT). O acordo foi feito em nome do STJ e desagradou a ministros, que não foram consultados e não aceitam os termos.

sábado, fevereiro 23, 2013

Minha família


O espírito humano edifica-se por meio do Amor e da Dor familiar. A família é o lugar, ao mesmo tempo, do encontro e do exílio, lugar em que as palavras silenciam-se também por medo.

O Amor de minha mãe manteve-me vivo, e a Lei (injusta e vazia) de meu pai me provocou para o futuro.

Cresci no meio da contradição; criei-me na casa-exílio de meus pais durante 23 anos.

Hoje, após tanto tempo, o passado é o mais sólido silêncio, porque nada nele pode ser tocado pela palavra. O que passou, sabemos, passou.

O corpo de meu pai é todo despedida. Sobre ele, o peso do tempo faz tombar todo orgulho de sua Lei.

Meu pai, gradualmente, vê suas normas se declinarem, e eu não poderia tirar proveito desse momento, porque a sua condição humana fala acima de tudo, muito acima de um passado (re)visitado por palavras pretensas a acusar.

O que passou encontra-se petrificado como memória. Para que o barulho não nos atormente no convívio de hoje, a pedra não será quebrada por minha palavra.

Que Deus!!! dê a mim não a salvação, mas me dê sabedoria e brisa leve e fresca a meu espírito para eu compreender as contradições da vida a ponto de amar meu pai até o final de sua presença com a mansidão de meu espírito.

Dessa forma, preciso e quero me reclinar diante do tempo e retirar de minha alma qualquer presunção de verdade que faça quebrar a pedra.

"Pai, amanhã, se o tempo estiver bom, vamos passear de barco na lagoa com a Mony, o Ânderson e a mãe."

"Filho, a meteorologia informou que choverá amanhã no Rio e a chuva vai durar um bom tempo."

"O jeito é ter paciência. Se esperei 20 anos para passear de barco com o senhor, o jeito agora é apreciar a chuva."

Meu pai foi a primeira injustiça que conheci nesta vida; porém Deus me ofertou um espírito que sempre cresceu na adversidade.

Devo ao meu pai - sem ele saber - a minha mão firme impedir o fogo entre dedos de cair no chão de pólvora.

Sua injustiça fortificou-me,  e eu o amo por isso.     
  

O que um lugar deixa em nós (1)


Não falo do Acre porque há pontes, estradas, viaduto; falo do Acre porque pessoas nos afetam. 

Falo muito bem da terra de minha amada filha, Lara Valentina, porque acrianos me afetaram, e foram muitos. Tantos.

Que mulher maravilhosa se chama Olinda Batista Assmar. Frequentei a sua casa quando seu inteligente e culto esposo ainda estava vivo.

Cláudio Mota Porfiro, sua escrita muita lida por mim. Quando cheguei ao Acre, Cláudio me ajudou a procurar uma casa. Generoso e uma inteligência que provoca.

Outro, o acriano Stélio. Conheço seus defeitos, mas fico com o melhor dele: a generosidade.

Toinho Alves, escrita simples, cheia de acrianidade.

Altino, provocador, insolente, debochado, boa pessoa.

Marina, que se enganou quando, ao me apresentar a Aleac, disse-me "quando você for deputado" - não sabia ela que fui para o Acre a fim de ser melhor do que deputado: professor.

Nilson Mourão, que me acolheu em sua casa em momento tão difícil.

Josafá Batista, ser humano de um caráter sólido como a meiguice.

O colunista Vagno, que sempre levava bolinho de macaxeira para a redação do jornal. Pessoa simples, boa de coração.

Enfim, outros nomes não estão aqui, sendo que um nome deixo agora: Carlos Alberto Alves de Souza (foto).

Guardo por esse nome um profundo respeito, uma  profunda admiração. Esse acriano, eu sei, também sabe conjugar o verbo "falhar", sim, ele tem lá seus defeitos; porém, ao longo de 20 anos de amizade, poucas vezes eu vi suas falhas.

Assim como meu inesquecível amigo, irmão e mineiro Matheus, Carlos Alberto é um desses acrianos que eu, segundo o pensamento de Jesus Cristo, amo muito.

Carlos, como historiador, ensinou-me a importância da "memória". O Acre, de Thaumaturgo a Brasileia, das cidade a suas entranhas, pertence à minha memória por causa dessas e de outras boas pessoas.

Te amo, terra fertilizada em mim.

  





O governador e os seus livros (1)


"Nosso amigo Tião Viana deve ter sido o único governador que, logo após eleger-se, montou em seu Gabinete uma Biblioteca. 'E ela está aberta para qualquer pessoa que queira um livro emprestado', ele me disse esta manhã, após uma rápida conversa. Fiz questão da foto por dois motivos: Primeiro, o Tião é um leitor voraz desde longe e são sempre muito boas as suas indicações: agora mesmo está nos estimulando a reler “Os Miseráveis”, de Victor Hugo. Discutimos sobre livros há anos. Tempo? Ele confidenciou-me que lê nas madrugadas (deve ser a prática dos plantões, como médico); e, por segundo, é gratificante um Governador escolher livros para seu ambiente de trabalho, um exemplo a ser seguido. A foto é do amigo Leonildo Rosas."

No Face de Marcos Afonso, encontrei foto e texto. O governado é leitor; e Marcos, diretor de uma biblioteca. Ambos, muito amigos.

A imagem dos que exercem o poder, mas, por favor, entendamos poder aqui homens que realizam políticas públicas, ou seja, as pessoas dependem deles.

Ora, eu dependo do governador para consumir água em minha casa ou eu dependo do governador para ser pago como professor e lecionar em uma ótima escola pública.

Isso me angustia: eu dependo do poder. Essa dependência - sem favores - provoca a minha crítica, porque, se eu não dependesse, não haveria crítica.

Leitura

Há muitos anos, esses dois homens públicos, do 
PT, deveriam apresentar à sociedade acriana uma política de leitura, e, para tanto, Marcos 
Afonso deveria repensar a função das bibliotecas acrianas.

Mas apresentar depois de encontros entre segmentos da sociedade, por exemplo, sindicatos da educação e de jornalismo, escolas, universidades, leitores de modo geral.

A biblioteca tem como tema vital, tema principal, ele: a leitura. Ela tem de ter uma política de leitura para a cidade, o que não é o caso das bibliotecas acrianas.

Mas a primeira parte da cidade a que deve se destinar uma política de leitura é a escola. 
Nesse sentido, não há nenhum tipo de relação, a não ser a Biblioteca do Estado limitando-se a receber alunos da rede pública, o que é muito pouco.

As bibliotecas do Acre, por causa de homens públicos, têm um dívida com a sociedade. 

A biblioteca do governador é linda, mas biblioteca é mais que foto; é leitura na escola.









 

  

segunda-feira, fevereiro 18, 2013

A importância da gramática

Leio o texto de Tarso Genro (PT), governador do Rio Grande do Sul, entitulado "O Congresso deve revidar", na Folha de São Paulo.


Repare nesta sintaxe: "Mas, porque essas Casas são avaliadas periodicamente pelo voto dos cidadãos, são, assim, menos enquadráveis por atos de arbítrio de qualquer regime autoritário."

Por que as vírgulas? Não há vírgula antes de "mas"? 

Guardo centenas de redações do ensino médio e posso afirmar que construções sintáticas desse tipo são desconhecidas pelos alunos. 

Não se aprende na escola pública acriana organizações sintáticas invertidas e muito menos sendo elas subordinadas adverbiais.

Qualidade de ensino encontra-se nos detalhes, e um desses detalhes chama-se Gramática. Até hoje vou a ela para aprender a escrever.
 




domingo, fevereiro 17, 2013

"Amor", de Michael Heneke


No sábado, dia 16 de fevereiro, quando comemoramos 7 anos e 9 meses de união, eu e Mony fomos ao Ponto Cine, em Guadalupe, subúrbio do Rio, para assistir ao denso filme "Amor".   


Ponto Cine é acolhedor. Sala pequena (100 lugares), muito confortável e uma tela ótima com ótimo som, o Ponto Cine guarda uma pequena biblioteca.

Puxa-se um assento branco e abrem-se, por exemplo, páginas de Vinícius de Moraes. Um cinema com biblioteca, isso é chique! Mais chique, o ingresso: 6 reais. Muita mais chique: só passa filme autoral. 


Considerado por críticos londrinos como melhor filme de 2012, "Amor" foi criado para olhares maduros.

Se pulsa beleza em suas cenas, ela lateja na dor, na velhice, na solidão. Na morte.

Por meio dessas palavras, ergue-se a alma de um esposo que cuida de Anne, senhora professora de música.


Ela tem a parte direita do corpo paralisada. Aos poucos, a degeneração a desfigura.

Mas o Amor ergue-se porque Ele nutre-se da dor, do sofrimento, da morte. Quanto mais obstáculo, quanto mais fim, mais e mais Amor.

Belíssimo filme. Muito melhor do que Expo-Acre. Muito melhor do que sambódromo. Muito melhor do que igrejas fanáticas.       

Eles não valem isso tudo

Congressista brasileiro é o segundo mais caro entre 110 países

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PAULO GAMA
DE SÃO PAULO
O congressista brasileiro é o segundo mais caro em um universo de 110 países, mostram dados de um estudo realizado pela ONU (Organização das Nações Unidas) em parceria com a UIP (União Interparlamentar).

Análise: Gastos do Congresso seguem lógica de todo o setor público
Cada um dos 594 parlamentares do Brasil --513 deputados e 81 senadores-- custa para os cofres públicos US$ 7,4 milhões por ano.
Editoria de Arte/Folhapress
Para permitir comparações, o estudo usa dados em dólares, ajustados pela paridade do poder de compra --um sistema adotado pelo Banco Mundial para corrigir discrepâncias no custo de vida em diferentes países.
O custo brasileiro supera o de 108 países e só é menor que o dos congressistas dos Estados Unidos, cujo valor é de US$ 9,6 milhões anuais.
Com os dados extraídos do estudo da ONU e da UIP, a Folha dividiu o orçamento anual dos congressos pelo número de representantes -- no caso de países bicamerais, como o Brasil e os EUA, os dados das duas Casas foram somados. O resultado não corresponde, portanto, apenas aos salários e benefícios recebidos pelos parlamentares.
Mas as verbas a que cada congressista tem direito equivalem a boa parte do total. No Brasil, por exemplo, salários, auxílios e recursos para o exercício do mandato de um deputado representam 22% do orçamento da Câmara.
Entre outros benefícios, deputados brasileiros recebem uma verba de R$ 78 mil para contratar até 25 assessores. Na França --que aparece em 17º lugar no ranking dos congressistas mais caros-- os deputados têm R$ 25 mil para pagar salários de no máximo cinco auxiliares.
Assessores da presidência da Câmara ponderam que a Constituição brasileira é recente, o que exige uma produção maior dos congressistas e faz com que eles se reúnam mais vezes --na Bélgica, por exemplo, os deputados só têm 13 sessões por ano no plenário. No Brasil, a Câmara tem três sessões deliberativas por semana.
No total, as despesas do Congresso para 2013 representam 0,46% de todos os gastos previstos pela União. O percentual é próximo à média mundial, de 0,49%.
Em outra comparação, que leva em conta a divisão do orçamento do Congresso por habitante, o Brasil é o 21º no ranking, com um custo de cerca de US$ 22 por brasileiro. O líder nesse quesito é Andorra, cujo parlamento custa US$ 219 por habitante.
O estudo foi publicado em 2012, com dados de 2011. O Brasil não consta no documento final porque o Senado atrasou o envio dos dados, que foram padronizados nos modelos do relatório e repassados à Folha pela UIP.
Ao todo, a organização recebeu informações de 110 dos 190 países que têm congresso. Alguns Estados com parlamentos numerosos, como a Itália, não enviaram dados.
Custo dos parlamentares pelo mundo

PAÍSCUSTO POR PARLAMENTAR (Orçamento/nº de parlamentares, em US$, com paridade de poder de compra)ORÇAMENTO (US$, com paridade de poder de compra)MEMBROS
1ºEUA9.570.093,46 5.120.000.000,00 535
2ºBrasil7.432.814,24 4.415.091.657,00 594
3ºNigéria4.357.653,60 2.043.739.537,05 469
4ºCoreia do Sul2.091.915,75 625.482.810,00 299
5ºArgentina1.917.506,91 630.859.774,38 329
6ºJapão1.863.072,99 1.345.138.700,15 722
7ºMéxico1.777.936,06 1.116.543.847,77 628
8ºVenezuela1.734.773,86 286.237.687,12 165
9ºIsrael1.401.305,67 168.156.680,48 120
10ºChile1.300.040,28 205.406.364,63 158
11ºAlemanha1.191.851,44 821.185.642,18 689
12ºColômbia1.158.565,46 310.495.543,16 268
13ºRepública Dominicana1.142.232,15 245.579.911,25 215
14ºAngola1.137.324,50 250.211.389,97 220
15ºBélgica1.116.683,85 246.787.131,17 221
16ºCosta Rica1.099.075,08 62.647.279,35 57
17ºFrança1.079.852,36 998.863.435,54 925
18ºUruguai1.077.124,35 140.026.165,26 130
19ºFilipinas998.650,24 310.580.223,40 311
20ºEmirados Árabes986.662,97 39.466.518,88 40
21ºCanadá976.939,04 403.475.825,46 413
22ºTurquia941.801,88 517.991.036,43 550
23ºNova Zelândia921.759,69 112.454.682,73 122
24ºGrécia913.714,07 274.114.221,07 300
25ºIndonésia866.241,04 485.094.979,63 560
26ºQuênia841.337,34 188.459.563,53 224
27ºTrinidad e Tobago829.928,39 60.584.772,16 73
28ºTailândia822.990,38 534.943.748,13 650
29ºPortugal785.087,00 180.570.009,84 230
30ºÁustria741.492,17 181.665.582,73 245
31ºFinlândia726.626,88 145.325.375,26 200
32ºDinamarca684.358,03 122.500.087,98 179
33ºAndorra672.999,04 18.843.973,23 28
34ºNoruega629.007,73 106.302.307,01 169
35ºPolônia578.557,13 323.991.995,07 560
36ºUcrânia573.127,62 257.907.430,07 450
37ºLíbano530.701,81 67.929.831,52 128
38ºLuxemburgo520.679,18 31.240.751,04 60
39ºAustrália519.494,78 117.405.819,64 226
40ºBenin516.426,19 42.863.373,36 83
41ºUganda515.494,92 198.981.040,99 386
42ºNicarágua511.116,51 47.022.718,66 92
43ºCamboja497.271,28 91.497.915,20 184
44ºSuécia480.281,42 167.618.215,27 349
45ºZâmbia440.191,93 69.550.324,33 158
46ºTanzânia433.482,25 154.753.163,62 357
47ºChipre415.264,94 33.221.195,23 80
48ºBósnia-Herzegovina414.020,49 23.599.167,82 57
49ºRepública Tcheca410.560,00 115.367.361,10 281
50ºCongo390.347,41 79.240.524,29 203
51ºBurkina Faso385.517,65 42.792.458,94 111
52ºRomênia374.813,00 176.536.923,45 471
53ºÍndia374.803,91 296.095.092,11 790
54ºEslováquia374.201,87 56.130.280,31 150
55ºLituânia372.252,78 52.487.641,98 141
56ºReino Unido360.601,86 532.608.947,51 1477
57ºEslovênia344.329,33 44.762.812,68 130
58ºCamarões342.295,65 61.613.217,68 180
59ºCingapura337.378,72 33.400.493,13 99
60ºArgélia336.993,72 179.617.654,94 533
61ºEspanha332.642,49 204.242.485,89 614
62ºEstônia330.901,27 33.421.028,72 101
63ºLetônia329.476,47 32.947.647,02 100
64ºBulgária325.717,41 78.172.178,18 240
65ºHungria322.289,04 124.403.569,35 386
66ºAzerbaijão313.403,60 39.175.449,43 125
67ºMicronésia302.481,23 4.234.737,16 14
68ºSuíça298.731,21 73.487.877,05 246
69ºGeorgia288.508,81 43.276.320,80 150
70ºMacedônia287.733,63 35.391.235,96 123
71ºNamíbia287.418,37 29.891.510,60 104
72ºRuanda287.401,03 30.464.509,06 106
73ºTimor-Leste282.822,02 18.383.431,55 65
74ºMaláui255.925,05 49.393.534,34 193
75ºIslândia253.620,91 15.978.117,48 63
76ºChade250.836,71 47.157.302,19 188
77ºCroácia250.533,66 37.830.582,60 151
78ºMali235.911,82 34.679.038,22 147
79ºAlbânia217.764,33 30.487.006,71 140
80ºMaldivas211.947,56 16.319.962,06 77
81ºMontenegro180.454,58 14.616.820,85 81
82ºPaquistão179.100,58 79.162.456,60 442
83ºSudão176.074,34 67.964.695,49 386
84ºBelarus164.017,69 28.539.077,92 174
85ºBurundi153.481,32 22.561.754,05 147
86ºGuiné Equatorial144.953,00 14.495.300,19 100
87ºMalásia144.516,29 42.198.757,69 292
88ºGana141.917,48 32.641.021,07 230
89ºSuriname138.111,68 7.043.695,43 51
90ºJamaica136.769,98 11.488.678,11 84
91ºSri Lanka135.498,43 30.487.147,51 225
92ºBangladesh122.601,06 42.910.371,36 350
93ºTogo122.486,88 9.921.437,29 81
94ºLiechtenstein120.679,01 3.016.975,28 25
95ºJordânia114.142,06 20.545.570,20 180
96ºLesoto112.719,07 17.246.017,39 153
97ºMaurício112.372,48 7.753.701,41 69
98ºMoldávia107.182,90 10.825.472,96 101
99ºArmênia100.169,24 13.122.170,71 131
100ºDjibuti98.184,07 6.381.964,71 65
101ºTonga92.725,79 2.596.322,02 28
102ºMauritânia91.966,53 13.886.945,31 151
103ºSeychelles89.284,31 3.035.666,69 34
104ºMalta88.480,01 6.105.120,38 69
105ºGâmbia83.481,56 4.424.522,84 53
106ºSão Tomé e Príncipe81.936,13 4.506.487,29 55
107ºSão Vicente e Granadinas78.969,51 1.816.298,72 23