Antônio Kleber, onde o raciocínio encontra-se errado?
sábado, maio 19, 2007
Ronda Policial
Antônio Kleber, onde o raciocínio encontra-se errado?
sexta-feira, maio 18, 2007
Os ombros suportam o mundo

Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus
Tempo de absoluta depuração
Tempo em que não se diz mais: meu amor
Porque o amor resultou inútil
Essa poesia foi ofertada aos olhos dos alunos. O que desejamos com ela?Como no texto dissertativo as relações semânticas internas ausentam-se, o aluno, por meio da poesia, precisa estabelecer essas relações.
O que foi, por exemplo, depurado? Qual a relação entre "inútil" e "depuração"? Qual a relação entre Deus e depuração?
Uma vez mantidas as relações, o aluno dissertará em sala e reconstruirá o texto com ajuda do professor. É preciso que o conhecimento não se fragmente em sala e que as partes (gramática, literatura, leitura e redação) se combinem por meio de uma linha de raciocínio.
Ronda Gramatical
Cruzei semana passada com o jornalista Chico Araújo em um shopping de Brasília e, feliz da vida, ele me contou do sucesso de sua agência “Amazônia de Notícias".
1. Uma pessoa cruza a rua. Uma pessoa cruza a semana?; e
2. Na semana passada, cruzei...Ronda Gramatical
Ronda Gramatical
"Este ano, misteriosamente, serão mais de 100 eleitores. A águia deu cria misteriosamente."
1. O verbo "serão" concorda com "este ano"? Não pode. Esse erro repete-se muito por aqueles que injetam na veia a droga da ignorância, mas dizem que são repórteres; e
2. Como se trata de tempo, nesse caso, o correto é "neste ano".
Ronda Gramatical
"Uma comitiva de 40 campesinos e agentes em visita ao Acre desde a tarde de quarta-feira e retornam hoje a Puerto Maldonado no Peru."
1. - Uma comitiva de 40 campesinos e de agentes visita o Acre -
Blog à Secretaria de Educação

Defenderei alguns pontos, quais sejam:
1. Reconstrução textual em sala de aula, seguindo o que há nos parâmetros curriculares;
2. Duas aulas de Redação por semana;
3. O aluno deve usar o dicionário quando reconstruir o texto em sala;
4. Os professores da área precisam criar uma pontuação específica para os problemas redacionais e essa pontuação deve estar na folha de Redação;
5. Os professores precisam criar exercícios relacionados aos problemas redacionais;
6. No final de cada semestre, a turma escreverá e seus textos deverão ser apreciados pela Coordenação de Ensino a fim de constatar se o professor obteve bom resultado;
7. É preciso exigir do aluno questões básicas de Redação;
8. Por meio do texto do aluno, o professor deve retirar suas aulas de Gramática.
quinta-feira, maio 17, 2007
A Aluna e a Inspetora
Como o professor não havia chegado, a turma resolveu ficar no corredor para incomodar as aulas de outros professores, por exemplo, a minha.
Existem alunos que jamais ultrapassarão o limite do muro social, o limite do muro do salário mínimo (ou do salário-mínimo), porque não estão na escola para estudar, para respeitar. O muro que essa jovem encontrará no futuro poderá ser intransponível. Tudo é uma questão de tempo. E "o tempo não pára", canta Cazuza.
Ainda sobre Sinteac
Texto de Jornalista
"Os parlamentares também discutirão a participação da mulher no Legislativo, cuja mesa será presidida pela deputada Naluh Gouveia (PT-AC), coordenadora da Secretaria de Mulheres da Unale e o atual momento político brasileiro, bem como participarão de painéis sobre questões que envolvem o meio ambiente, habitação popular, o Mercosul e as relações internacionais e as políticas de inclusão do jovem." 1. Tem repórter que só sabe olhar defeito no texto dos outros e não olha para seus erros. Repare o tamanho desse parágrafo e a confusão de idéia;
2. Há mais de cem anos na imprensa acreana, esse "proficional" ignora que frases-oracionais no jornalismo devem ser curtas. Curto, mesmo, é o cérebro.
Reconstrução
Os parlamentares também discutirão a participação da mulher no Legislativo e o atual momento político brasileiro. Além disso, participarão de painéis sobre questões que envolvem meio ambiente, habitação popular, Mercosul, relações internacionais e políticas de inclusão do jovem. A mesa-diretora será presidida pela deputada Naluh Gouveia (PT-AC), coordenadora da Secretaria de Mulheres da Unale.
Ronda Gramatical
- Contra às drogas -
1. "Contra", como sabemos, é preposição e "às" é preposição "a" + artigo "a";
2. Há duas preposições. Não pode. O correto é "contra as drogas"; e3. A única preposição que admite outra preposição é "até". "Estudarei até às 14 horas", podendo ser também "estudarei até as 14 horas".
quarta-feira, maio 16, 2007
Abrir a sala de aula

Ele concorda com a idéia dos conselhos de disciplinas para que as áreas dialoguem sobre seus rumos nas unidades escolares.
Para haver qualidade, precisamos mudar, também, a organização da escola. Hoje, às 17 horas, houve uma reunião dos professores de Literatura e Língua Portuguesa para escolher o professor que coordenará o Conselho de Literatura e de Língua Portuguesa e para saber quando nos reuniremos a fim de definir propostas sobre procedimentos redacionais em sala de aula.
Uma professora discorda, por exemplo, que tenha que refazer texto em sala. Ela não aceita "imposições metodológicas". Não irá reconstruir textos entre quatro paredes.
Para mim, trata-se de uma postura que vai contra os parâmetros curriculares e, além do mais, se o Conselho de Literatura e Língua Portuguesa assim definir após um debate, as partes deverão acatar por meio de uma ata assinada, um documento, registrando o que o corpo docente realizará na escola.
Uma vez debatido, uma vez assinado por todos, à Coordenação de Ensino, resta fiscalizar o trabalho dos professores. Defendo a idéia de que coordenador de ensino entre em sala sem aviso prévio para assistir às aulas e, depois, em uma reunião com a área, tecer críticas para qualificar o ensino.
Além disso, por meio de um questionário sério, ético, o professor deve ser avaliado pelo aluno e essa avaliação deve servir para que o educador mude sua postura em sala.
No sábado, às 8 horas, haverá a reunião do Conselho de Disciplina. Não contará como aula, porque "a folga" na semana - aquela que deveria ser para planejar - será transferida para o sétimo dia.
terça-feira, maio 15, 2007
Minissérie

Trata-se de um trabalho que supera os limites estéticos de Amazônia - de Galvez a Chico Mendes, uma reles cópia da realidade.
Em uma entrevista, Luís Fernado responde a Rogério Pacheco na ótima revista Bravo!
Ao me aproximar da literatura, pretendo fugir de qualquer forma naturalista de encenação - aquela em que o ator busca uma atuação que se assemelha à "realidade". Entendo que o naturalismo que normalmente se faz hoje, seja na TV, no cinema ou até mesmo no teatro, não chega nem a se consolidar como linguagem. Estou atrás da literatura porque desejo reafirmar o valor da palavra e da linguagem.
Proposta, portanto, diferente da chatice da Glória Perez.
Ronda Gramatical
segunda-feira, maio 14, 2007
Referenciais Curriculares
O governo do Estado publicou Referenciais Curriculares de várias disciplinas. Tive acesso ao livro Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e li sobre o conteúdo de literatura. Na página 19, escreve-se que o ensino de Literatura na Educação Básica deve privilegiar a leitura do fato literário, ao invés da História, da periodização, da classificação e outros aspectos que "rondam" a produção do texto literário. Com isto, não se propõe a exclusão do estudo da história da literatura (...). O que se quer dizer é que este não deve ser o aspecto mais re-levante dos estudos literários no Ensino Médio.
Nas Orientações Curriculares para o Ensino Médio, do governo federal, na página 54, registra-se (...) não se deve sobrecarregar o aluno com informações sobre épocas, estilos, características de escolas literárias (...).
Em sala de aula, o historicismo literário deve ser excluído. O pioneiro dessa periodização literária foi Friedrich Bouterwek, que submeteu a literatura à história. Até hoje, existem professores que lecionam literatura com biografia do poeta. Ora, para estudar produto cartesiano, ninguém precisa saber sobre a vida de René Descartes.
O texto literário deve ser soberano em sala. Aristóteles, por exemplo, em Arte Retórica e Arte Poética, focaliza a literatura e não a história da literatura. No capítulo 9, o pensador grego estabelece a diferença entre o historiador e o poeta. A poesia é de caráter mais elevado do que a história.
No final do século 19, isso muda. Sugiro aos professores a leitura de História da Literatura: o Discurso Fundador, de Carmen Zink Bolognini, Mercado de Letras; e Educação Literária como Metáfora Social, de Cyana Leahy-Dios, Martins Fontes.
Direito de Greve

Caso seja aprovado, o Sinteac e o Sinplac terão que repensar suas assembléias de rua, porque uma minoria não poderá votar a favor da "greve" ou das "férias antecipadas" pela maioria.
O projeto determina que 2/3 da categoria deve votar, além de avisar às autoridades com 48 horas de antecedência. Mais: serviços essenciais à população deverão ter 40% de funcionamento.
Se não obedecerem, o contracheque mostrará um amargo desconto.
sábado, maio 12, 2007
Dilma
sexta-feira, maio 11, 2007
Escola Estadual
Embora eu seja contra "as férias antecipadas", posicionei-me contra o retorno às aulas. Se votaram a favor da "greve", ou melhor, da "reposição das aulas", devem agora retornar quando o sindicato assim determinar em assembléia. É preciso ser coerente.
Se não analisaram profundamente o que estava em torno da isonomia, se não debateram sobre o que ocorre com o movimento sindical, se não discutiram sobre as duas propostas no Sinteac e no Sinplac, se votaram porque é fácil levantar os braços sem antes questionar, que a maioria, agora, assuma o erro de ter votado a favor de uma "reposição de aula".
quinta-feira, maio 10, 2007
Mosca
quarta-feira, maio 09, 2007
O Crente e O Palhaço
Diferente dos homens públicos deste Estado, eu uso ônibus. O terminal rio-branquense me espera com seus evangélicos que pregam a salvação, mas a fé e a verdade desses homens não baixam preço de passagem.
Gritam com gestos que dramatizam o texto bíblico, mas a pregação torna o terminal mais desencantado e sem vida. Alguns evangélicos incomodam Deus e a mim. Mas nem tudo é triste. Um palhaço nos diverte com sua música, com seu rosto que retira de minha face o riso. Nesta capital, deveria haver menos evangélicos chatos e mais palhaços.
Ronda Gramatical
O correto é "deveria ter pagado" (e não "pago"), "deveria ter morrido" (e não "morto"), "deveria ter chegado" (e não "chego"), "deveria ter pagado" (e não "pago"), "deveria ter apanhado" (e não "apanho"), "deveria ter assinado" (e não "assino").
Deveria ter dado um soco em meu dentista ou eu deveria ter furado (não "eu deveria ter furo") a greve, ou melhor, as férias antecipadas.
terça-feira, maio 08, 2007
Dinheiro do Sinteac
Cansaram-me!!!
Hoje, a minha paciência e a minha pouca inteligência cansaram-se por causa do Sinteac e do Sinplac.
Na assembléia de rua dos professores e do pessoal de apoio, houve um pseudoforró de péssimo gosto e um bingo para o azar de muitos.
Depois de ouvir "de bar em bar, de mesa em mesa, bebendo cachaça, tomando cerveja", fui embora ouvir Legião Urbana em casa.
Cansaram-me!!!
Reunião de rua
segunda-feira, maio 07, 2007
Do blog OPINANDO

Na foto, o Pateta Sindical com uma professora mais pateta. Ela votou a favor da "greve" e, até o momento, não descobriu que se trata de uma reposição de aula ou de férias antecipadas. Tolinha.
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Entrevista com o deputado Moisés Diniz, que é professor, mas não é pateta.
"Posso não concordar com nenhuma das tuas palavras, mas defenderei até a morte o teu direito de dizê-las." (Voltaire)
Sábado, 5 de Maio de 2007
A entrevista que o deputado Moisés Diniz deu ao jornal O Rio Branco descreve bem a mediocridade demonstrada pela atual diretoria do Sinteac:
“Greve da educação não olha para quem ganha menos.”
* Deputado Moisés Diniz fala ao Rio Branco sobrea paralisação dos servidores da educação.
O deputado do PC do B é professor, formado em pedagogia e foi dirigente sindical por vários anos. O parlamentar concedeu entrevista para abordar sobre a atual greve da educação e apresenta sugestões ao governo. Segundo ele, o Sinteac perdeu o rumo e não consegue apresentar uma proposta que unifique a categoria.
“Nos meus vinte anos de movimento sindical, eu nunca vi um negócio desses. Nessa confusão quem sai prejudicado são os setores mais frágeis, especialmente os professores de nível médio e o pessoal de apoio”, afirma.
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Leia trechos da entrevista:
O RIO BRANCO - Deputado, qual o principal problema dessa greve?
MOISÉS DINIZ - Falta de comando, somada à divisão do movimento. Não tem um dirigente que imponha respeito aos demais. Eu nunca tinha visto um dirigente tomar o microfone, na marra, das mãos de quem estava falando. Agridem-se publicamente, na frente dos professores e da imprensa. Os professores do Acre não merecem isso.
O RIO BRANCO - O que está dificultando as negociações?
MOISÉS DINIZ - O problema está na bandeira do movimento, aquilo que unifica a categoria. Isso é básico em qualquer negociação. Durante anos, alguns dirigentes pregaram a isonomia como se ela fosse a salvadora da pátria. Não explicaram para a categoria, não olharam para a tabela e, agora, estão vendo que a isonomia é um instrumento de divisão dos professores.
O RIO BRANCO - Onde está o ponto de discórdia?
MOISÉS DINIZ - Primeiro, a greve foi decretada tendo a isonomia como bandeira. Depois viram que a isonomia atende menos da metade dos professores. Dos atuais 6.000 professores formados, cerca de 45% vão se aposentar antes de chegar à última letra. Isso ocorre porque professores com 10 ou 15 anos de serviço, ao passar para a tabela de nível superior, voltaram para a letra A. Assim, o bom salário isonômico da última letra será o céu onde esses professores não vão entrar.
O RIO BRANCO - E quanto aos professores que não têm nível superior?
MOISÉS DINIZ - Aí o problema é mais grave. Considerando que os cerca de 4.900 professores vão demorar de 4 a 5 anos para ingressar no nível superior e voltar, portanto, à letra A, o percentual é ainda maior, pode ultrapassar 60%. Isso significa dizer que, no conjunto, cerca de 5.700 professores vão se aposentar antes de atingir a última letra.
O RIO BRANCO - Então, a isonomia não é universal?
MOISÉS DINIZ - Exatamente. Ela poderá beneficiar cerca de 5.000 professores, no final da carreira. Isso se mantiver a tabela antiga. Como a proposta do governo acrescenta duas letras, então a isonomia vira conquista para uma minoria.
O RIO BRANCO - Qual a saída?
MOISÉS DINIZ - Discutir melhor a isonomia, formando um grupo de trabalho de alto nível, capaz de debater o assunto nas escolas, a partir de números reais. Eu sou deputado, mas vou me aposentar como professor e não quero ser enganado, fruto de uma negociação mal feita e atrapalhada. Os dirigentes que estão aí, devido às brigas internas, perderam a legitimidade para nos representar.
O RIO BRANCO - O senhor tem alguma sugestão?
MOISÉS DINIZ - Defendo que aprofundemos mais o estudo e o debate sobre a isonomia e, provisoriamente, apresentemos ao governo um conjunto de propostas que beneficiem quem ganha menos. Até porque o governador Binho Marques não abre mão de realizar ações que diminuam o fosso entre as classes mais abastadas e os menos favorecidos.
O RIO BRANCO - Que propostas seriam essas?
MOISÉS DINIZ - Vou aqui dar um exemplo. Existem hoje cerca de 5.000 professores, entre permanentes e provisórios, que iniciaram agora a faculdade e outros que vão começar. Isso significa dizer que esses professores vão demorar de 4 a 5 anos para poder ter um salário de nível superior, que é mais do que o dobro do que eles ganham. Para se ter uma idéia, um funcionário de apoio que tenha dobra, ganha mais do que um professor de nível médio.
O RIO BRANCO - Qual seria a idéia?
MOISÉS DINIZ - O governo conceder um abono substancial aos professores de nível médio, considerando que, no término do curso superior, eles terão um aumento robusto nos seus salários. Sem contar que os professores de nível médio, na sua maioria, têm apenas um contrato e são os que enfrentam as primeiras séries. É só olhar os resultados do IDEB, de 1ª a 4ª série, para perceber a importância dessa proposta.
O RIO BRANCO - E quanto aos servidores de apoio?
MOISÉS DINIZ - Defendo que o governo encontre uma fórmula jurídica para que eles possam fazer a sua faculdade.
O RIO BRANCO - O senhor defende, então, mais apoio para os que ganham menos?
MOISÉS DINIZ - O que mais me constrange é ver os governantes dando aumentos unificados. Um aumento de 10%, por exemplo, para quem ganha R$ 500,00, significa apenas R$ 50,00 a mais no bolso. Mas, para quem ganha R$ 6.000,00, haverá uma entrada robusta de R$ 600,00, ou seja, só o aumento do bacana é maior do que o salário do outro. Sou contra essas injustiças!
O RIO BRANCO - Por que esses profissionais de nível médio não se mobilizam nas assembléias?MOISÉS DINIZ - Porque 2.400 deles estão nas margens dos rios acreanos e nos ramais. São os nossos professores rurais. Tem ainda os professores dos municípios que, em alguns lugares, ocorrem verdadeiras barbáries. Mas, o SINTEAC só tem os olhos para os professores estaduais e os de Rio Branco. Os sindicalistas pegaram a doença de alguns governantes: pensam que o Acre é só Rio Branco.
O RIO BRANCO - O SINTEAC envelheceu as bandeiras de luta?
MOISÉS DINIZ - Nosso sindicato, o maior do Acre, não compreende que o Acre mudou. Onde estão os simpósios e seminários para discutir qualidade do ensino, humanização na escola, problemas sociais que afetam o aluno e que, portanto, chegam até a escola? Eles não sabem que há dezenas de escolas rurais onde o professor é quem limpa a escola e faz a merenda? Sem contar a corrupção em algumas secretarias municipais de educação.
O RIO BRANCO - Como assim?
MOISÉS DINIZ - Se o SINTEAC saísse dos gabinetes de Rio Branco e enfrentasse o interior do Acre, seus ramais e rios, ia descobrir que ainda tem merenda estragada sendo oferecida às nossas crianças, que há prefeitos que fazem o que bem entendem com o dinheiro da Educação. O SINTEAC precisa se articular com os vereadores nos municípios e realizar uma cruzada contra essas mazelas. Quem não evolui é engolido. E é isso que está acontecendo com a atual equipe de sindicalistas do SINTEAC.
O RIO BRANCO - Definitivamente, o senhor vai defender quem ganha menos?
MOISÉS DINIZ - Eu tenho nível superior, mas já tem muita gente nos defendendo. Tem até sindicato da nossa categoria de professores licenciados. Eu vou defender, junto ao governo, os professores de nível médio e o pessoal de apoio. Se a gente não equilibra o jogo, quem perde são os mais fracos.
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Postado por José, professor de matemática at 21:16 0 comentários
A falta de direção com que o SINTEAC vem conduzindo a greve já não é segredo para mais ninguém. Encontro pessoas de todos os níveis que esboçam uma opinião firme e coesa acerca da vergonha que os sindicalistas impõem à classe. A credibilidade se esvaiu. E pior: o SINPLAC poderia assumir papel mais ativo, ignorando a briga por carniça do outro sindicato, mas está se deixando engolir por ela. Espero que um norte único saia das discussões da semana que se inicia. Caso contrário meu colega Aldo Nascimento terá plena razão: não é uma greve, é apenas reposição de aula.
A dor de professor

Esse homem é um colega da escola Heloísa Mourão Marques que votou a favor da "greve" - ou será reposição de aula?. Depois de uns dias coçando o saco em casa, ele agora está parindo as dores de uma "greve", porque irá repor as aulas. O parto foi natural. O que não é natural, meu amigo, é votar a favor de uma "reposição de aula" e chamar isso de greve.
Guilherme Arantes
Enquanto o petróleo e o gás não chegam, o água vai...
Perto da Bessa, a panificadora, na Floresta, jorrava H2O.
Água que na nasce na fonte serena do mundo
e que abre um profundo grotão.
Água que faz inocente riacho
e deságua na corrente do ribeirão.Águas escuras dos rios
que levam a fertilidade ao sertão.Águas que banham aldeias
e matam a sede da população.
Águas que caem das pedras
no véu das cascatas, ronco de trovão.
E depois dormem tranqüilas
no leito dos lagos, no leito dos lagos.
Ou no bueiro de uma rua.
Sinplac e Sinteac 2
Sinteac e Sinplac 1
Mais uma vez, o Sinteac e o Sinplac realizaram uma assembléia de rua. Na microrreunião de hoje, menos professores e menos pessoal de apoio. A foto não nega a falência do movimento parado sindical.
No Sinteac, defendem-se duas propostas. A professora Alcilene, presidente do Sinteac, sustentou a continuidade da "greve" (ou será reposição de aula?), porque o governo não pagará o "alinhamento salarial".
O governo argumenta que o Estado não tem condições de pagar esse "alinhamento" aos professores e ao pessoal de apoio, porque não há dinheiro. Os que defendem a professora Alcilene, no entanto, ignorando o orçamento público, não dizem de onde o dinheiro sairá para pagar o que eles desejam.
Não há um estudo, realizado por uma consultoria muito séria e competente, sobre o orçamento do Estado a fim de remanejar verba para a educação.
sábado, maio 05, 2007
Matéria de Jairo Barbosa
Ouvirei várias pessoas, inclusive, o vereador Márcio Batista e a professora Elza Lopes. Já comecei a investigar, a comparar dados e a olhar documentos relacionados à auditoria.
Por enquanto, bloguista, leiamos a matéria do jornalista Jairo Barbosa.
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Vereador comunista é acusado
de gastos irregulares no Sinteac
O Ministério Público Estadual analisa desde o mês passado denúncia de desvio de dinheiro e de gastos irregulares praticados pelos ex-presidentes do Sindicato dos Trabalhadores da Educação (Sinteac), Márcio Batista (PC do B) e Elza Lopes (PT).Batista, atual líder do prefeito na Câmara de Vereadores, comandou o maior sindicato do Estado no período de setembro de 2001 a setembro de 2003. Elza Lopes substituiu o camarada até 2005.Em uma auditoria do contador Paulo Ferreira de Sousa, especialista em auditoria, a pedido da atual direção do sindicato, ficou comprovado que os ex-dirigentes praticaram uma série de irregularidades que vão desde a compra “fantasma” de gasolina a pagamento de despesas com bebida alcoólica com cheque da entidade.No documento, que contém 180 páginas, o auditor afirma que as administrações deixaram de atender aos princípios básicos da legalidade, da impessoalidade e da eficiência.Durante meses, as contas do Sinteac, no período da administração do vereador Márcio Batista e da professora Elza Lopes, foram analisadas com muito rigor e reprovadas na prestação de contas.Os dois, segundo o relatório, deixaram ainda de elaborar um projeto de orçamento anual, exigido no artigo 20°, do estatuto social da entidade.
Gastos com passagens aéreas
No mês que assumiu o sindicato, Márcio Batista autorizou despesas de R$ 2.132,49 para a compra de passagens aéreas, mas, diz o documento, não apresentou comprovantes das passagens com utilização dos respectivos trechos, bem como a finalidade da viagem.No ano seguinte, Batista gastou R$ 3,3 mil no frete de um avião, no entanto, argumenta o auditor, não consta nenhuma justificativa para o fretamento da aeronave e, muito menos, trecho a ser percorrido. Parece que voar era o hobby do ex-presidente.Em agosto de 2002, ele gastou R$ 3,5 mil novamente com passagens aéreas sem apresentar comprovantes de embarques e sem justificar o motivo da viagem.
Gasolina e despesas em bares
O relatório mostra que nunca o Sindicato da Educação gastou tanto com combustível como na gestão do vereador do PC do B. Em 7 de março de 2003, o sindicato pagou ao Posto Líder R$ 10 mil para comprar combustível, quantia considerada excessiva diante da pequena frota da entidade. No mês seguinte, os gastos chegaram a R$ 12 mil, e a frota continuava a mesma.Em uma churrascaria da cidade, o presidente assinou uma nota de R$ 1 mil, mas, na prestação de contas, não apresentou o recibo da despesa.
sexta-feira, maio 04, 2007
Pateta Sindical com duas professoras loiras
Carioca e o Pateta Sindical

Carioca é assessor especial do governo do Acre e, à mesa, ele tem negociado com os patetas da educação. Como ele tinha prometido a este Pateta Sindical, Carioca permitiu que fosse entrevistado.
Como sempre, a assembléia dos professores começou atrasada, e eu cheguei à entrevista depois da hora. Carioca, ao contrário, estava muito alegre. (foto)
Pateta Sindical- Por que o senhor está tão alegre? (foto)
Carioca - Muito simples, porque eu sou o Carioca e você, o Pateta.
Pateta Sindical - Mas esse é meu nome.
Carioca - E muito apropriado.
Pateta Sindical - Por quê?
Carioca - Porque Pateta, quando negocia, não sabe o que diz. Certa vez, você pagou a um Pateta Contador para negociar com o governo e ele foi desmoralizado.
Pateta Sindical - Bem, o fato é que o governo não possibilitará a isonomia que tanto queremos, não é verdade?
Carioca - Eu também quero tanta coisa, mas não tenho dinheiro. Por exemplo, eu quero ser bonito como o Tiago Lacerda, mas tenho que me conformar com a minha condição social de papagaio. Como papagaio, eu falo muito, falo todo dia que o governo não tem dinheiro para pagar os valores da isonomia.
Pateta Sindical - Então, como eu não sei de onde o dinheiro irá sair para pagar a isonomia, faremos greve.
Carioca - Podem fazer!!! Façam!!! Depois, os patetas irão repor as aulas. Pateta Sindical, ISSO não é greve, isso tem outro nome: reposição de aula. Os patetas estão somente tirando férias antecipadas.
Reposição de aula
Isso, professores, repito, não se caracteriza como greve, porque a reposição de aula anula os dias parados. O que estamos fazendo, eu batizo de "férias antecipadas", mas, jamais, greve no sentido autêntico do termo.Carga horária deverá ser cumprida. Como essa falsa greve pode pressionar se iremos repor as aulas, os dias parados?
quinta-feira, maio 03, 2007
Carioca
Sinplac 2
Em minha fala de três minutos, defendi uma imprensa sindical inteligente, ética e livre; votação-texto pela internete; a criação de um site muito bem-feito; e profissionais muito competentes que saibam debater à mesa com o governo sobre o orçamento público.
Sindicato precisa deixar de ser obreiro e amador.
Vamos sujar a cidade
Sinteac 2
Sinteac 1
Vamos desobedecer
quarta-feira, maio 02, 2007
Irregularidades no Sinteac
Lerei o documento pela terceira vez e, agora, anotarei alguns gastos temáticos, por exemplo, passagem de avião, gasolina, verba do sindicato que serve como empréstimo a pessoas físicas etc. No documento, quanto ao "fornecimento de passagem" em 8 de fevereiro de 2002, cheque 361, o Sinteac gastou R$ 3,5 mil, mas não houve comprovação da viagem por meio de bilhete de viagem e finalidade da viagem. Procurarei ex-presidente para saber se, realmente, houve alguma comprovação. É preciso investigar de forma séria e ética antes de expor o nome de pessoas.
Mulheres no Sinteac e no Sinplac
Não penso ser anacrônico votação pela internete. Os sindicatos, até hoje, não usam a tecnologia para que o professor de Mâncio Lima, de Rodrigues Alves ou de Brasiléia votem por meio de um site.
Por causa disso, sempre digo que os sindicatos acreanos perderam o mouse da história. Outra questão diz respeito a sindicalistas discutindo com o governo sobre números. Quem deve dialogar com o governo sobre números é uma equipe de profissionais que saiba muito sobre orçamento público, sobre finanças públicas.
É preciso profissionalizar esse diálogo. Obreiro sindical não tem condições intelectuais para tanto.
Outra: a estrutura sindical necessita ser outra. O processo eleitoral, por meio de uma outra estrutura, não pode se manter como se encontra hoje.
Eu soube, por meio de um dirigente do Sinteac, que sobram R$ 80 mil por mês no cofre da entidade. Até hojem, eu não entendo o porquê de não haver uma redação de jornal muito competente e livre a serviço da educação e da inteligência.
O programa sindical na TV é péssimo. Paguem a quem sabe fazer. De tão chato, não tem audiência. Para manter um programa sindical, é preciso haver não somente dinheiro do filiado, mas, também, dinheiro de patrocinador e, para tanto, deve editar programas bem-feitos.
Mulheres da direção do Sinteac e do Sinplac, se vocês só reproduzem o que homens no passado fizeram no sindicato, é melhor cuidar da casa e dos filhos, porque suas ações são cópias masculinizadas de uma estrutura sindical patriarcal. Vocês imitam os homens em suas lutas e, pior, ignoram isso por causa de uma inocência teórica, por causa de uma prática obreira que se recusa a pensar o novo.
Sindicado rachado
Enquanto as sindicalistas falaram, um comentário paralelo entre três professores que assistiam ao espetáculo com poucos ouvintes.
- Me disseram que o sindicato rachou.
- Rapaz, o sindicato está rachado há tempo.
- Por quê?
- Uma mulher como presidente e outra como vice, companheiro, só pode estar rachado.
E o terceiro finaliza.
- Então o pau vai quebrar.
Não existe greve de professor
segunda-feira, abril 30, 2007
Não existe greve na educação

de Aldo Nascimento
Mas mesmo essa paralisação é mentirosa. A greve na educação não existe, porque, depois, lá na frente, os professores irão repor os dias parados. Como então posso chamar de greve dias de trabalho que serão repostos? Trata-se de uma incongruência.
Aqueles que desejam o poder sindical têm a obrigação de recriar o conceito de greve na educação. Eu não desejo poder, não desejo ser líder sindical, mas, como o sindicato sobrevive à custa de meu dinheiro de filiado, não posso me isentar de críticas.
Alunos não precisam ser críticos? Pois bem, sou um eterno aprendiz. Preciso ler mais sobre os anarquistas.
sexta-feira, abril 27, 2007
Os ombros suportam o mundo


Na escola Heloísa Mourão Marques, em uma reunião, os professores decidiram não haver os estilos de época da literatura. Para o aluno, somente análise de texto literário.
Com isso, prevalece o estudo de vocabulário e de conceitos, além de interpretação e de observações gramaticais relacionadas à produção redacional.
Uma poesia que ofertei aos olhos deles foi Os ombros suportam o mundo, de Carlos Drummond de Andrade. Estudamos esse texto para tecer um contraste entre ele e a poesia de Cruz e Sousa, de Vinícius de Moraes e de Camões.
Nesse eu-lírico, vigora a ausência do místico. No mundo hodierno, desejo que eles percebam no texto de Drummond o que representa a ausência do místico e a sua presença, por exemplo, na poesia de Cruz e Sousa.
Leio livros não para saber se é realista ou romântico, mas eu os leio para repensar o mundo em que estou com os outros.
Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.
Tempo de absoluta depuração.
Tempo em que não se diz mais: meu amor.
Porque o amor resultou inútil.
E os olhos não choram.
E as mãos tecem apenas o rude trabalho.
E o coração está seco.
Em vão mulheres batem à porta, não abrirás.
Ficaste sozinho, a luz apagou-se,
mas na sombra teus olhos resplandecem enormes.
És todo certeza, já não sabes sofrer.
E nada esperas de teus amigos.
Pouco importa venha a velhice, que é a velhice?
Teu ombros suportam o mundo
e ele não pesa mais que a mão de uma criança.
As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios
provam apenas que a vida prossegue
e nem todos se libertaram ainda.
Alguns, achando bárbaro o espetáculo,
prefeririam (os delicados) morrer.
Chegou um tempo em que não adianta morrer.
Chegou um tempo em que a vida é uma ordem.
A vida apenas, sem mistificação.
Onde estão minhas luvas?
Resposta a um bloguista
Fui de movimento estudantil no Rio de Janeiro, na década de 80 e, na UNE, no Catete, discutíamos isso naquela época. Em outras palavras, alguns defendiam o protesto como ato cultural e estético.
Protestei nas ruas com o companheiro Willam, ligado a Wladimir Palmeira. Mais tarde, esse petista seria secretário de Educação do Rio de Janeiro no governo de Benedita da Silva. Naquela época, ainda que muito jovens, pensávamos sobre o porquê dos sindicatos não seduzirem.
Como diz Fernando Pessoa: "viver não é preciso; criar é preciso." Deveria haver uma campanha nesta cidade para as pessoas usarem em certos dias úteis somente a bicicleta como forma de protesto. Isso me recorda Martin Luther King. Os negros deixaram de usar os ônibus e andaram a pé como forma de protesto. Deu resultado.
Assim como Gandhi, Martin Luther King leu sobre os anarquistas. Jovens, rebelem-se contra as injustiças, mas saibam que a revolta deve ter o sabor da criatividade.
quinta-feira, abril 26, 2007
Pensão de ex-governadores
Hoje, uma boa notícia. Leia.
Donald Fernandes quer acabar com aposentadoria para ex-governadores
Documento apresentado hoje à mesa-diretora da Aleac contém 12 assinaturas
O líder do PSDB na Assembléia Legislativa, Donald Fernandes, apresentou à mesa-diretora na sessão desta quinta-feira proposta de emenda ao artigo 77 da Constituição Estadual, que instituiu pensão vitalícia para os ex-governadores. Com a iniciativa, o parlamentar quer acabar com o privilégio. O documento contém 12 assinaturas de deputados, contando com a do proponente.
“Não é justo que num dos Estados mais pobres do país os ex-governadores recebam aposentadoria depois de quatro anos de serviço, quando a trabalhadora comum precisa de no mínimo 30 anos de contribuição e o trabalhador, 35 anos”, argumentou Donald.
A assessoria do deputado passou a manhã no centro de Rio Branco distribuindo panfletos e colhendo assinaturas dos acreanos que não concordam com o pagamento de pensão a ex-governadores. A meta é reunir o mínimo de dez mil assinaturas em todo o Acre.
Se aprovada, a proposta de emenda à Constituição Estadual revogaria o artigo 77, que trata do subsídio mensal e vitalício correspondente ao vencimento e à representação do cargo de governador.
Donald Fernandes argumentou após a sessão que aposentar governador é um acinte à Constituição Federal e às regras da Previdência Social. Segundo ele, nem mesmo o presidente da República recebe aposentadoria após deixar o cargo.
“São Paulo tem a maior economia do Brasil e os ex-governadores sequer cogitam receber pensão”, declarou.
Justiça pode ser acionada
O deputado tucano falou ainda na possibilidade de se recorrer à Justiça para revogação do artigo 77 da Constituição Estadual. Ele se baseia na informação de que o Supremo Tribunal Federal analisa uma ação direita de inconstitucionalidade (ADI) proposta pelo Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) à pensão vitalícia para ex-governadores de Mato Grosso do Sul.
Pedido de vista do ministro Eros Grau, do Supremo, adiou o julgamento da ADI, mas a ação já conta com três votos favoráveis à extinção de pensão vitalícia, segundo matéria publicada no site do STF (www.stf.gov.br).
Segundo o site, a OAB afirma que o benefício desrespeita diversos artigos da Constituição Federal. A entidade alega que, ao encerrar seus mandatos, os ex-governadores não exercem mais nenhum ato em nome do ente público e que conceder o subsídio seria “retribuição pecuniária a título gratuito, como se fosse uma espécie de aposentadoria de graça” a quem não presta mais serviços públicos.
“É inadmissível que em um Estado com índices de desemprego tão cruéis os ex-governadores tenham direito à pensão vitalícia”, desabafou Donald.
A um parvo!
Eu acho vc um tremendo babaca...., ver se cresce seu babaca, vc não tem mais 18 anos, tem é quase 50, sebe o que homens como costumam pegar é uma peruca de touro, bem no meio da testa....KKKK, espera só, o que tua namoradinha vai te dar...KKK
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Se você me acha ou não me acha babaca, tua opinião mal escrita não tem a menor importância para a minha vida, seu apedeuta.
Fico sensibilizado quando você, meu querido pacóvio, preocupa-se com minha "peruca de touro", gesto de alguém traumatizado por causa da esposa ou da tua mãe.
Por favor, seja homem e assuma teu nome diante de meus olhos. Não se esconda em teu vulgar e atoleimado anonimato.
Agora, contemple o meu rostinho de ofendido e de babaca na foto, mané inculto!!!
quarta-feira, abril 25, 2007
Movimento Parado 5
Todos? Não. Alguns votaram a favor da paralisação, mas foram para casa mais cedo. Sacanagem. Eu votei contra. Queria lecionar e fiquei até o final da passeata.
Teve professor que disse que a passeata seria uma aula diferente. Pai, perdoai, porque eles não sabem o que dizem.
Nessa foto, perto ainda da escola, alunos do Heloísa caminham para o centro. Foi o maior número. Alunos do Rodrigues Leite permaneceram em sala. O Cerb não foi à rua. Não vi o Acreano.
Movimento Parado 4
As mulheres no sindicato reproduzem o que homens sindicais já faziam.
Preparem-se para a reforma trabalhista, porque, quando vier, os sindicalistas perderão a noção do novo, se é que tiveram algum dia.
Movimento Parado 3
Josafá, nesta foto, mais uma vez, não há três mil pessoas. Jornalismo não pode ser advinhação.
Menos, por favor, muito menos. Para quem delira muito, indico um repouso no hospital Santa Juliana. Fiquei uma semana, e você nem telefonou para saber como eu estava. Tô puto!!!
Movimento Parado 2
O Movimento Parado 1
A foto revela o vazio.
Josafá Batista, menos, por favor, menos!!!
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O centro de Rio Branco foi pequeno na manhã de ontem para uma multidão que percorreu as principais ruas depois de se concentrar na Praça da Revolução.
Que multidão!? Eu estive lá e a grande maioria foi de alunos da manhã da escola Heloísa Mourão Marques. Tenho as fotos.
Estudantes, sindicalistas, aposentados e muitos curiosos se aglomeraram em um protesto contra o aumento da passagem de ônibus, a violência e um projeto de lei que extingue vários direitos trabalhistas.
A manifestação mostrou a força do cidadão acreano, revoltado com a tentativa do Congresso de reduzir direitos conquistados há mais de 40 anos. A pressão fez efeito ainda ontem: deputados estaduais e sindicalistas farão uma comissão para obter da bancada federal o compromisso de votar contra a flexibilização das leis trabalhistas.
Força do cidadão acreano!? Só havia acreano? Generalidades não podem caber em uma matéria de jornal.
“Os deputados nos apoiaram na oposição ao projeto que já foi vetado pelo presidente Lula. O problema é que o Congresso está coletando assinaturas para derrubar o veto, o que é possível desde que hajam assinaturas suficientes. É por isso que estamos nos mobilizando. Se o veto cair, o projeto vai vigorar mesmo com a oposição do presidente”, explica o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Manoel Lima.
O protesto reuniu cerca de três mil trabalhadores, estudantes e sindicalistas e ocorreu ao mesmo tempo em vários pontos do centro da cidade. Pela manhã, um grupo de estudantes fechou o terminal urbano. Agentes do Batalhão de Choque da Polícia Militar foram requisitados e em seguida dispensados pela própria direção da PM, o que deixou os manifestantes livres para cruzar os corredores.
Josafá, você sabe contar!? Três mil pessoas!? Vários pontos da cidade? Ocorreu, isso sim, em vários pontos de sua imaginação.
Uniformizados, os alunos aproveitaram para chamar a população a resistir ao aumento da passagem de ônibus para R$ 2,06. Dezenas de transeuntes aproveitaram o incidente para embarcar de graça nos coletivos que tiveram que paralisar a circulação em toda a cidade durante parte da manhã.
Em toda a cidade!? Parece que você escreveu a matéria em um centro espírita. Uma entidade espiritual muito mal informada passou as informações para você.
Cartazes mostrarão traidores
A manifestação contra a derrubada do veto presidencial à Emenda 3 não foi exclusiva de Rio Branco. Os protestos aconteceram nas principais capitais brasileiras e devem se estender até o dia 1º, quando se comemora o Dia do Trabalhador e até depois caso o Congresso utilize a tática de aguardar o fim das comemorações alusivas à data para fazer as mudanças.
Por causa disso, os sindicatos devem fazer uma nova manifestação e também acompanhar de perto o desempenho de cada deputado federal e senador em Brasília (DF).
No Acre, a CUT deve aproveitar a votação para elaborar faixas e cartazes contendo os nomes, as fotografias e o partido de cada parlamentar que apoiar a derrubada do veto.
“O projeto dos cartazes já está pronto, o que falta é a votação sobre a emenda. Independentemente de conseguirmos ou não, os nomes dos responsáveis por essa verdadeira arapuca para o trabalhador serão conhecidos. Os cartazes serão distribuídos nas principais cidades do Acre, farta e abertamente”, garante Lima.
Ainda segundo o presidente estadual da CUT, os documentos terão os seguintes dizeres: “Procura-se um deputado (ou senador) traidor do trabalhador”.
Educação não comparece
Apesar da presença maciça dos principais sindicatos de trabalhadores urbanos e rurais, além de estudantes e aposentados na manifestação de ontem, poucos servidores da educação estadual compareceram. O ato constrangeu os estudantes, que tiveram que aprender a se mobilizar sem os seus mestres.
Isso é uma verdade. Poucos professores estiveram presentes. Os trabalhadores se ausentaram.
A ausência de servidores da educação foi atribuída pelos próprios manifestantes à pendenga aberta no Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), hoje às voltas com a sucessão da atual presidente, Alcilene Gurgel. A vice, Almerinda Cunha, decidiu apoiar outro candidato à presidência da instituição.
Mesmo com a ausência da maior categoria de servidores públicos do Acre, o ato mostrou a força do movimento sindical e deu um recado claro aos representantes do povo acreano no Congresso Nacional: quem votar contra o povo vai ficar sem eleitor.
Força do movimento sindical!? Tenho as fotos.
Passagem em negociação
A pendenga sobre a passagem de ônibus também deve ganhar um novo rumo a partir do protesto. É que os organizadores do evento se mostraram dispostos a negociar em prol da melhoria da qualidade do transporte público no Acre. Com isso, questões como o excesso de gratuidades no transporte público, por exemplo, devem entrar no debate.
Com a redução do número de gratuidades, que hoje compõe cerca de um terço do preço da passagem de ônibus em Rio Branco, abre-se a possibilidade de manutenção da tarifa nos atuais R$ 1,75.
Outra proposta é reduzir o valor da passagem, com base em planilhas feitas por técnicos independentes a pedido do Ministério Público Estadual (MPE). Para os empresários do setor, no entanto, essa última proposta é inviável.





